Ana Daniela Soares, jornalista da RTP, Antena 1, entrevistou Maria João Castro a propósito do livro O Essencial sobre Ballets Russes em Lisboa — um livro com da chancela Imprensa Nacional.
Pode escutar a entrevista aqui:

https://www.rtp.pt/play/p312/e338387/a-volta-dos-livros

(clique na imagem)

https://www.incm.pt/portal/loja_detalhe.jsp?codigo=103221


À volta dos livros: Conversas diárias com autores portugueses sobre as suas mais recentes obras. Destaques literários, de 2ª a 6ª Feira na RTP/Antena 1 com edição e apresentação de Ana Daniela Soares.


Não resiste a entrar numa livraria? Compra livros, leva-os para casa e depois depara-se com pilhas de volumes amontoados à espera de leitura? Vive no meio de estantes atulhadas de obras, adquiridas por si, que nunca foram lidas e que continuam e (tudo indica que) vão continuar à espera da sua atenção? No seu quarto há uma tonelada de livros abertos que foram apenas folheados? Uns a servirem mesmo de mesa de cabeceira? Se respondeu sim, então seguramente é um praticante de Tsundoku!

Tsundo-quê? Tsundoku! Não, não se trata de um golpe de karaté!

Foneticamente muito parecido com Sudoku, o Tsundoku não tem nada a ver com o célebre jogo de lógica e números. Não, não tem! Trata-se de uma palavra de origem japonesa que significa literalmente comprar livros, empilhá-los e nunca os ler.

O termo teve origem no século XIX, durante a era de Meiji, no seio da burguesia nipónica muito preocupada com o olhar dos outros e com as respetivas aparências culturais. Acumulavam livros sem nunca os abrir. Mas o termo só recentemente se tornou conhecido no Ocidente. Trata-se da contração de «Tsunde», que significa «empilhar coisas» e «Oku», que significa «por algum tempo».

Atenção: quando o amor pelos livros chega a tal ponto que as relações sociais e a saúde ficam ameaçadas, já não se trata de Tsundoku, mas sim de um transtorno obsessivo-compulsivo denominado de bibliomania (não confundir com bibliofilia, que consiste em colecionar livros raros e preciosos, nem com bibliofagia que consiste em destruir ou roer livros)!

Fazer dos livros apenas objetos de decoração é limitar (e muito!) a sua utilidade e contribui (e muito!) para a sua ignorância, mas uma coisa é certa: uma casa repleta de livros será sempre uma casa cheia de histórias (em potência). E depois há sempre a esperança de que aquele dia para ler aquele livro há de sempre chegar! Escrevia Alberto Manguel na sua Biblioteca à Noite: «Não tenho nenhum sentimento de culpa diante dos livros que não li e talvez jamais lerei; sei que os meus livros têm uma paciência ilimitada. Vão esperar por mim até o fim de meus dias.»

Os seus livros – esses que comprou e ainda não leu – também estão à sua espera! Garantidamente!

Um excerto de uma magnífica crónica de José Luís Peixoto, publicada no Jornal de Letras, em maio de 2011, intitulada «Uma Casa Cheia de Livros»:

Os livros, esses animais sem pernas, mas com olhar, observam-nos mansos desde as prateleiras. Nós esquecemo-nos deles, habituamo-nos ao seu silêncio, mas eles não se esquecem de nós, não fazem uma pausa mínima na sua vigia, sentinelas até daquilo que não se vê. Desde as estantes ou pousados sem ordem sobre a mesa, os livros conseguem distinguir o que somos sem qualquer expressão porque eles sabem, eles existem sobretudo nesse nível transparente, nessa dimensão sussurrada. Os livros sabem mais do que nós mas, sem defesa, estão à nossa mercê. Podemos atirá-los à parede, podemos atirá-los ao ar, folhas a restolhar, ar, ar, e vê-los cair, duros e sérios, no chão.
José Luis Peixoto in Jornal de Letras (Maio, 2011)


Multifacetado, vanguardista e corajoso assim foi Almada Negreiros. Bailarino, pintor, escritor, dramaturgo, conferencista e artista que defendeu a modernidade a todo o custo, daí ter andado «dez passos de gigante à frente [...] sem temer reprovação ou contratempo». José Jorge Letria conta-nos a sua história em Almada Negreiros. Viva o Almada Pim! E Tiago Albuquerque ilustra-a à altura. Nós, desafiamos-te a pores à prova os teus conhecimentos sobre esta Grande Vida Portuguesa!







Recordamos hoje a conversa de Luís Caetano e de José Alberto Quaresma a propósito da Biografia de Manuel Teixeira Gomes, obra publicada pela Imprensa Nacional em 2017. A conversa foi para o ar, em julho do ano passado, no programa Última Edição, da RTP - Antena 2. Pode escutá-la aqui:

https://www.rtp.pt/play/p303/e297852/ultima-edicao

https://www.incm.pt/portal/loja_detalhe.jsp?codigo=103027


Última Edição: Programa da Antena 2, realizado e apresentado por Luís Caetano. No ar de 2ª a 6ª feira pelas 19h50 e 23h50. Espaço diário de divulgação literária, preenchido com entrevistas a escritores ou editores. Ponto de encontro dos amantes do livro e da leitura e uma montra das novidades literárias que chega a todo o país.


É preciso falar do trabalho do Francisco José Viegas à frente da Quetzal. Porque os anos passam e até parece que foi há dias. Não foi. Foi há 10 anos – e não é «depois do adeus» que se canta «dez anos é muito tempo»? Ou, neste caso, depois de se ter chegado?


A Quetzal não começou com ele. Nem o Viegas começou com a Quetzal. Uma nasceu em 1987, nas mãos sapientes de Maria da Piedade Ferreira e Rogério Petinga, entre outros. Outro nasceu também por essa altura para os livros, quando a LER se tornou sua casa. Com a saída da Maria da Piedade para criar a Gótica e, depois, a Oceanos, a Quetzal passou uns anos de intervalo à procura do rumo que Viegas lhe veio dar e que a Piedade já lhe dera. Francisco José Viegas, entretanto, criara uma Babilónia de pouco mais que um livro dentro da LeYa (mas um importante livro, o primeiro romance do Francisco Camacho), antes de lá sair como autor para a Porto Editora e, as voltas que o Mundo dá, como editor para esta lindíssima ave de que aqui se quer celebrar os últimos anos.

São 10 anos de literatura. E outras coisas, claro – mas de literatura. E trazendo autores e autores para o convívio de literatos, fazendo-os também próximos de quem não se considera tão literato. Os nomes são infindáveis, pelo que me coibirei de os repetir. Bolaño, Borges, só dizendo dois maiúsculos com maiúscula em B. E, claro, os autores portugueses que tem trabalhado, sempre com um cuidado que já lhe conhecia na LER.

Porque – declaração de interesses para os distraídos – o Francisco foi por mim editado nas Quasi, foi meu editor na LER, recebeu-me no «Escrita em Dia», em suma, é um amigo. Não devemos elogiar os amigos? Balelas: são esses os que devemos elogiar, nunca por serem amigos mas porque merecem.


Mas queria, e quero, falar do Vergílio Ferreira. Já dele dei nota noutra «Edição Nacional» da agenda da Imprensa Nacional. Mas quero falar dele novamente porque foi outro dos recuperados pela nova Quetzal. Repescado à Bertrand, do mesmo grupo e onde editara nas últimas décadas os seus livros – décadas, mesmo, julgo que pelo menos desde Signo Sinal, de 1979 –, viu-se reeditado com a certeza de um clássico ter de estar disponível. Não o tenho todo na Quetzal – tenho-o muito nas edições antigas, algumas delas primeiras. Um deles, o Alegria Breve, o único livro de que tenho três edições e nunca li até ao fim. Tenho comigo a primeira, assinada para o Urbano Tavares Rodrigues, que consegui salvar de um alfarrábio; tenho uma dos Amigos do Livro, que era do meu pai; tenho a da Quetzal, roxa e límpida. E é esta que estas férias vou reler. Ou ler. Fico sempre – sempre – no final do primeiro capítulo, porque o releio incontáveis vezes. A forma como ele enterra a mulher é de um lirismo e dureza sem explicação. Deixo-me estar, sempre. E volto ao livro no dia seguinte e começo outra vez. E deixo-me estar. E volto. E estou. E volto. Não faz mal: quero espaçar as leituras de todos os livros do Vergílio Ferreira pela minha vida inteira.

Pouso os olhos na areia – estou de férias. Ouço na televisão «o futuro está aí», é noite. E lembro o Francisco José Viegas naquela caixa, onde o conheci primeiro, como todos. Celebro aqui a sua carreira mais curta de editor. Mas espero que um dia volte à televisão para nos trazer novamente os livros. E que não se preocupe – pode falar dos da Quetzal, que o que interessa é serem bons, não serem por si editados. Bem editados.





Alegria Breve de Vergílio Ferreira,
com primeira edição na Quetzal
em Lisboa, em 2015.
Design da RPVP Designer e execução
gráfica no Bloco Gráfico da Porto Editora.


O teatro em Portugal tem um longo passado, rico em factos e personalidades, cuja memória importa recuperar, preservar e divulgar. Da última destas três vertentes se ocupará esta coleção de biografias, destinada a um público alargado que se interessa por aspetos vários da história do espetáculo teatral. São assim apresentados atores, atrizes, encenadores, companhias, diretores de cena, cenógrafos, empresários, dramaturgos, compositores — enfim, muitos dos profissionais que se distinguiram não só no palco mas também na sociedade portuguesa dos séculos XIX e XX. Nestas biografias, teremos oportunidade de conviver com percursos teatrais, mas também pessoais, aos quais não é alheia a petite histoire em que o mundo artístico é particularmente fértil.

O sétimo volume desta coleção é dedicado a Francisco Palha (1827-1890), o principal promotor da construção do Teatro da Trindade, de Lisboa, e o seu primeiro empresário. Apesar da reconhecida importância deste seu empreendimento, que em 2017 celebrou 150 anos de existência, houve todo um percurso anterior, até agora esquecido, e que explica o sucesso então alcançado com aquela nova sala de teatro. Com uma abordagem arguta e uma escrita marcadamente pessoal, Levi Martins surpreende-nos pela forma desafiadora como percorre as sucessivas etapas de vida de uma personalidade que, desde cedo, se envolveu nas lides teatrais. A participação de Francisco Palha no Teatro Académico enquanto estudante da Faculdade de Direito, em Coimbra, revelou-se crucial para o desenvolvimento da sua vertente de dramaturgo. A sua formação jurídica e, mais tarde, o lugar que ocupou na Direção-Geral de Instrução Pública bem como as funções que exerceu como comissário régio do Teatro Nacional D. Maria II explicam a preparação que evidenciou enquanto empresário e que se encontra bem documentada nesta obra.


Francisco Palha (1827-1890), dramaturgo e empresário, é a personalidade a que Levi Martins se dedica nesta biografia, apresentando-nos um profissional exímio em vários domínios da atividade teatral, com uma «singular capacidade de conciliar a gestão com a sensibilidade artística, a lei com a cultura, a influência política com a capacidade de criar uma relação com o público». Foi, desde sempre, sua preocupação compaginar as tendências do «gosto público» e a preservação da «nobreza da arte», um difícil equilíbrio que ainda hoje se afigura como um desafio para os criadores. A forma intimista como o autor nos aproxima da vida do biografado e o tom pessoal da sua escrita fazem desta leitura uma agradável descoberta de um homem de teatro, cujo discreto lugar na nossa memória coletiva não corresponde, de todo, à real importância das suas ações.

Levi Martins é licenciado em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e mestre em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem tido uma experiência diversificada nas áreas do cinema e audiovisual, música e teatro, tendo já trabalhado como assistente de realização, diretor de som, montador, intérprete, assessor de comunicação, realizador, encenador e produtor. Foi um dos fundadores da Companhia Mascarenhas-Martins, estrutura que dirige desde 2015.


A Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal. Se leres este livro, ficarás a saber isto e muito mais sobre a Águia-Imperial-Ibérica... e não só. Por ser tão especial, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda decidiu cunhar uma nova moeda temática, que vai contribuir diretamente para proteger esta espécie ameaçada. Uma parte da receita deste livro e da moeda reverte para o fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, gerido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Com textos de Carla Maia de Almeida e ilustrações de Susa Monteiro, «A Águia-Imperial-Ibérica, Rainha dos Ares» é a mais recente edição do Museu Casa da Moeda feita em parceria com a Pato Lógico!
Brevemente nas livrarias e loja on-line.
Está atento (às bancas e ao céu)!



A coleção «O Essencial Sobre...» é uma grande coleção de pequenos livros de bolso versando sobre diferentes temas explicados por especialistas de uma forma acessível e clara e destinados a um público não especializado. Já lá vão 134 livros!

Gostava de ler um «Essencial Sobre Petiscos à Portuguesa?» ou um «Essencial Sobre as Férias de Verão»? Envie-nos o seu melhor título para esta coleção «Essencial Sobre...» e habilite-se a ganhar um dos 134 volumes desta edição!

É mesmo isso! Envie-nos o título mais insólito e mais original da (a fingir que é) próxima edição!

Vamos divulgar todos os títulos que nos enviarem na nossa página do facebook. O dono do título «O Essencial sobre...» com mais "gostos" ganha um livro da coleção à sua escolha, mediante disponibilidade de stock! Comece já a ver qual quer ganhar e envie o seu título para o mail prelo.incm@gmail.com ou por mensagem interna para a nossa página do facebook!

Complete o título «O Essencial sobre...»

É valida uma candidatura por pessoa.

Tem até dia 13 de agosto para participar! Boa sorte!


A coleção «O Essencial sobre...»

Literatura

O Essencial sobre ANTERO DE QUENTAL
Ana Maria Almeida Martins
N.o 2 — 3.a ed., revista e aumentada — 2001
64 pp.

O Essencial sobre MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
Clara Rocha
N.o 8 — 2.a ed. — 1995
64 pp.

O Essencial sobre CAROLINA MICHAËLIS DE VASCONCELOS
Maria Assunção Pinto Correia
N.o 13 — 1986
64 pp.

O Essencial de ALCEU E SAFO
Albano Martins
N.o 18 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre o ROMANCEIRO TRADICIONAL
J. David Pinto-Correia
N.o 19 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre VITORINO NEMÉSIO
David Mourão-Ferreira
N.o 22 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre EUGÉNIO DE ANDRADE
Luís Miguel Nava
N.o 26 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre JORGE DE SENA
Jorge Fazenda Lourenço
N.o 30 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre JAIME CORTESÃO
José Manuel Garcia
N.o 32 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre ANDRÉ FALCÃO DE RESENDE
Américo da Costa Ramalho
N.o 34 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre RAMALHO ORTIGÃO
Maria João Lello Ortigão de Oliveira
N.o 39 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre FIDELINO DE FIGUEIREDO
António Soares Amora
N.o 40 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre CAMILO
João Bigotte Chorão
N.o 42 — 2.a ed. — 1998
64 pp.

O Essencial sobre JAIME BATALHA REIS
Maria José Marinho
N.o 43 — 1996
64 pp.

O Essencial sobre SOBRE RAÚL BRANDÃO
António M. B. Machado Pires
N.o 46 — 2.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre TEIXEIRA DE PASCOAES
Maria das Graças Moreira de Sá
N.o 47 — 1999
64 pp.

O Essencial sobre TOMAZ DE FIGUEIREDO
João Bigotte Chorão
N.o 50 — 2000
64 pp.

O Essencial sobre EÇA DE QUEIRÓS
Carlos Reis
N.os 51/52 — 2005
128 pp.

O Essencial sobre GUERRA JUNQUEIRO
António Cândido Franco
N.o 53 — 2001
64 pp.

O Essencial sobre JOSÉ RÉGIO
Eugénio Lisboa
N.o 54 — 2.a ed. — 2007
96 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO NOBRE
José Carlos Seabra Pereira
N.o 55 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre Almeida Garrett
Ofélia Paiva Monteiro
N.o 56 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre SAÚL DIAS/JÚLIO
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 58 — 2002
64 pp. + 16 ilustr.

O Essencial sobre FIALHO DE ALMEIDA
António Cândido Franco
N.o 60 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre OLIVEIRA MARTINS
Guilherme d’Oliveira Martins
N.o 64 — 2003
96 pp.

O Essencial sobre MIGUEL TORGA
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 65 — 2.a ed. — 2007
96 pp.

O Essencial sobre A LITERATURA DE CORDEL PORTUGUESA
Carlos Nogueira
N.o 71 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre WENCESLAU DE MORAES
Ana Paula Laborinho
N.o 73 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre ADOLFO CASAIS MONTEIRO
Carlos Leone
N.o 75 — 2005
96 pp.

O Essencial sobre O ROMANCE HISTÓRICO
Rogério Miguel Puga
N.o 85 — 2006
112 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO DE NAVARRO
Martim de Gouveia e Sousa
N.o 89 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre BERNARDIM RIBEIRO
António Cândido Franco
N.o 91 — 2007
112 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO PEDRO
José-Augusto França
N.o 94 — 2007
104 pp.

O Essencial sobre CRÍTICA LITERÁRIA PORTUGUESA (ATÉ 1940)
Carlos Leone
N.o 108 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre WILLIAM SHAKESPEARE
Mário Avelar
N.º 120 — 2012
168 pp.

O Essencial sobre MARCEL PROUST
António Mega Ferreira
N.º 122 — 2013
80 pp.

O Essencial sobre ALBERT CAMUS
António Mega Ferreira
N.º 123 — 2013
80 pp.

O Essencial sobre WALT WHITMAN
Mário Avelar
N.º 124 — 2014
108 pp.

O Essencial sobre DOM QUIXOTE
António Mega Ferreira
N.º 126 — 2015
80 pp.

O Essencial sobre MICHEL DE MONTAIGNE
Clara Rocha
N.º 127 — 2015
80 pp.

O Essencial sobre VERGÍLIO FERREIRA
Helder Godinho
N.º 131 — 2017
88 pp.

O Essencial sobre DANTE ALIGHIERI
António Mega Ferreira
N.º 134
180 pp.

O Essencial sobre MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
Clara Rocha
N.º 135 — 2.ª ed., revista e aumentada
100 pp.

Teatro e Cinema

O Essencial sobre GIL VICENTE
Stephen Reckert
N.o 10 — 2.a ed. — 1993
64 pp.

O Essencial sobre O TEATRO LUSO-BRASILEIRO
Duarte Ivo Cruz
N.o 70 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre JAIME SALAZAR SAMPAIO
Duarte Ivo Cruz
N.o 76 — 2005
80 pp.

O Essencial sobre D. JOÃO DA CÂMARA
Luiz Francisco Rebello
N.o 80 — 2006
96 pp. — 6 ilustr.

O Essencial sobre CHARLES CHAPLIN
José-Augusto França
N.º 125 — 2015
120 pp.

Filosofia

O Essencial sobre METAFÍSICA
António Marques
N.o 28 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre SANTO ANTÓNIO DE LISBOA
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 49 — 2.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre DELFIM SANTOS
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 59 — 2002
80 pp.

O Essencial sobre SAMPAIO (BRUNO)
Joaquim Domingues
N.o 61 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre MARTINHO DE MENDONÇA
Luís Manuel A. V. Bernardo
N.o 63 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre EDUARDO LOURENÇO
Miguel Real
N.o 67 — 2003
112 pp.

O Essencial sobre SÍLVIO LIMA
Carlos Leone
N.o 72 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA MEDIEVAL
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 78 — 2005
104 pp.

O Essencial sobre FRANCISCO DE HOLANDA
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 81 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA MODERNA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 82 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre AGOSTINHO DA SILVA
Romana Valente Pinho
N.o 83 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA DA ANTIGUIDADE CLÁSSICA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 84 — 2006
112 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA LIBERAL E SOCIAL
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 86 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA ROMÂNTICA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 87 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre FERNANDO GIL
Paulo Tunhas
N.o 88 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre sobre EUDORO DE SOUSA
Luís Lóia
N.o 90 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre AVERRÓIS
Catarina Belo
N.o 93 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre SOTTOMAYOR CARDIA
Carlos Leone
N.o 95 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO JOSÉ BRANDÃO
Ana Paula Loureiro de Sousa
N.o 97 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre DEMOCRACIA
Carlos Leone
N.o 98 — 2008
80 pp.

O Essencial sobre SILVESTRE PINHEIRO FERREIRA
José Esteves Pereira
N.o 105 — 2008
96 p.

O Essencial sobre ANTÓNIO SÉRGIO
Carlos Leone
N.o 106 — 2008
104 pp.

O Essencial sobre VIEIRA DE ALMEIDA
Luís Manuel A. V. Bernardo
N.o 107 — 2008
120 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA CONTEMPORÂNEA (1887-1939)
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 109 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre RITMANÁLISE
Rodrigo Sobral Cunha
N.o 112 — 2010
64 pp.

O Essencial sobre LEONARDO COIMBRA
Ana Catarina Milhazes
N.º 128 — 2016
56 pp.


Ciência

O Essencial sobre OS «BEBÉS-PROVETA»
Clara Pinto Correia
N.o 12 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre O CORAÇÃO
Fernando de Pádua
N.º 16 — 2.ª ed. — 2013
64 pp.

O Essencial sobre A TEORIA DA RELATIVIDADE
António Brotas
N.o 37 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre A HISTÓRIA DAS MATEMÁTICAS EM PORTUGAL
J. Tiago de Oliveira
N.o 41 — 1989
64 pp.

Arte

O Essencial sobre A ARQUITECTURA BARROCA EM PORTUGAL
Paulo Varela Gomes
N.o 25 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre NUNO GONÇALVES
Dagoberto Markl
N.o 27 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre SAÚL DIAS/JÚLIO
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 58 — 2002
64 pp. + 16 ilustr.

O Essencial sobre ALMADA NEGREIROS
José-Augusto França
N.o 66 — 2003
96 pp. — 4 ilustr.

O Essencial sobre AMADEO DE SOUZA-CARDOSO
José-Augusto França
N.o 74 — 2005
96 pp. — 8 ilustr.

O Essencial sobre RAFAEL BORDALO PINHEIRO
José-Augusto França
N.o 79 — 2005
96 pp. — 8 ilustr.

O Essencial sobre COLUMBANO BORDALO PINHEIRO
José-Augusto França
N.o 92 — 2007
120 pp. — 7 ilustr.

O Essencial sobre ANTÓNIO PEDRO
José-Augusto França
N.o 94 — 2007
104 pp.

O Essencial sobre JOSÉ MALHOA
José-Augusto França
N.o 104 — 2008
112 p.

O Essencial sobre ÁLVARO SIZA VIEIRA
Margarida Cunha Belém
N.º 118 — 2012
80 pp.

O Essencial sobre EDUARDO SOUTO MOURA
Margarida Cunha Belém
N.º 119 — 2012
80 pp.

O Essencial sobre PABLO PICASSO
José-Augusto França
N.º 129 — 2016
132 pp.

Música e Dança

O Essencial sobre FERNANDO LOPES-GRAÇA
Mário Vieira de Carvalho
N.o 38 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre FRANCISCO DE LACERDA
José Bettencourt da Câmara
N.o 44 — 1997
64 pp.

O Essencial sobre A MÚSICA PORTUGUESA PARA CANTO E PIANO
José Bettencourt da Câmara
N.o 48 — 1999
64 pp.

O Essencial sobre A MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
José Bettencourt da Câmara
N.o 57 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre A ÓPERA EM PORTUGAl
Manuel Ivo Cruz
N.o 99 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre A COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO
Mónica Guerreiro
N.º 132 — 2017
166 pp.

O Essencial sobre os BALLETS RUSSES EM LISBOA
Maria João Castro
N.º 133 — 2017
122 pp.

História, Antropologia, Sociologia, Economia, Política

O Essencial sobre A FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE
José Mattoso
N.o 3 — 3.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre A CULTURA MEDIEVAL PORTUGUESA (SÉCS. XI A XIV)
José Mattoso
N.o 5 — 2.a ed. — 1993
64 pp.

O Essencial sobre O TRATADO DE WINDSOR
Luís Adão da Fonseca
N.o 20 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre OS DOZE DE INGLATERRA
A. de Magalhães Basto
N.o 21 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre PORTUGAL E A LIBERDADE DOS MARES
Ana Maria Pereira Ferreira
N.o 36 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre D. ANTÓNIO FERREIRA GOMES
Arnaldo de Pinho
N.o 68 — 2004
64 pp.

O Essencial sobre MOUZINHO DA SILVEIRA
A. do Carmo Reis
N.o 69 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre ESTRANGEIRADOS NO SÉCULO XX
Carlos Leone
N.o 77 — 2005
80 pp.

O Essencial sobre O TEMA DA ÍNDIA NO TEATRO PORTUGUÊS
Duarte Ivo Cruz
N.o 114 — 2011
72 pp.

O Essencial sobre A I REPÚBLICA E A CONSTITUIÇÃO DE 1911
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 115 — 2011
120 pp.

O Essencial sobre O CAPITAL SOCIAL
Jorge Almeida
N.o 116 — 2011
120 pp.

O Essencial sobre O FIM DO IMPÉRIO SOVIÉTICO
José Milhazes
N.º 117 — 2011
96 pp.

O Essencial sobre SOBRE COOPERATIVAS
Rui Namorado
N.º 121 — 2013
96 pp.

O Essencial sobre o DIÁRIO DA REPÚBLICA
Guilherme d'Oliveira Martins
N.º 130 — 2017
72 pp.

Diversos

O Essencial sobre O LITORAL PORTUGUÊS
Ilídio Alves de Araújo
N.o 23 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre DROGAS E DROGADOS
Aureliano da Fonseca
N.o 35 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre A IMPRENSA EM PORTUGAL
João L. de Moraes Rocha
N.o 45 — 1998
64 pp.



Já estão abertas as candidaturas ao Prémio INCM/VGM 2018! E continuarão a decorrer até ao dia 15 de outubro.

Este ano cumpre-se a quarta edição do Prémio INCM/Vasco Graça Moura, que volta a ser dedicada a trabalhos inéditos de poesia, escrita em Língua Portuguesa.

À semelhança das edições anteriores, o galardão contempla a publicação do trabalho vencedor, além de uma componente pecuniária no valor de 5 mil euros.

O anúncio da decisão do júri será conhecido a 15 de novembro. O júri esse é já repetente: composto pelo poeta e editor Jorge Reis-Sá, pelo poeta, cronista e crítico literário e cinematográfico Pedro Mexia e pelo arcebispo e poeta José Tolentino Mendonça — que o continua a presidir.

Recorde-se que o Prémio INCM/Vasco Graça Moura tem uma periodicidade anual e pretende distinguir trabalhos inéditos nas áreas de atuação onde Vasco Graça Moura se destacou: Poesia, Ensaio e Tradução.

Em 2015, na sua primeira edição, premiou a poesia de José Gardeazabal, história do século vinte; em 2016 o galardão foi entregue a Frederico Pedreira, pelo ensaio Uma Aproximação à Estranheza e em 2017 distinguiu João Pedro Mendes Ferrão, pela proposta de tradução de Rimas, da autoria Michelangelo Buonarroti (1475-1564).

O Prémio INCM/VGM tem vindo (e continua) a incentivar e a estimular  a promoção da língua e da cultura portuguesas, sendo  também a justa homenagem que a editora pública presta a um dos seus antigos diretores, Vasco Graça Moura,  figura incontornável da vida intelectual e cultural do País nos séculos XX e XXI.

Conheça o Regulamento aqui: Regulamento Prémio INCM/Vasco Graça Moura 2018


Na década de 1980 Vasco Graça-Moura, então responsável pelas edições da INCM, lançou uma coleção à qual chamou «O Essencial sobre». Inaugurou-a com O Essencial sobre Irene Lisboa, pela lavra de Paula Mourão. A ideia era avançar com uma coleção sobre diversos temas da cultura e da literatura portuguesas, explicados de uma forma breve e acessível, para um público generalista e por um valor muito acessível. Aliás, a promoção da coleção — hoje politicamente incorreta — passou pela televisão portuguesa e o slogan era precisamente: «Fume menos, leia mais». Na verdade, comprar um livro da coleção «O Essencial Sobre» tinha o mesmo preço do que um maço de tabaco. Confirme:



(clique na imagem para ver o video)

A coleção prosseguiu sempre com a mesma missão. Hoje é já uma das mais icónicas coleções da editora pública. Conta já com 134 títulos (e segundas edições) para os quais contribuíram e continuam a contribuir os mais prestigiados escritores e pensadores nacionais.
A coleção «O Essencial Sobre» foi, entretanto e naturalmente, abrindo portas a nomes e a temas internacionais, muitos deles fundamentais para a matriz cultural do Ocidente.
Em 2010 a imagem da coleção foi repensada, tornando-se esteticamente mais atual e atrativa. As capas estão desde então a cargo do ateliê Silvadesigners.
O último número da coleção foi dedicado ao italiano Dante Alighieri, de autoria de António Mega Ferreira.

Lista de Essenciais: clique aqui.


Uma livraria que abre portas é sempre uma boa notícia. Uma livraria que abre portas na casa de todos os escritores é uma excelente notícia!
E é assim mesmo: a Imprensa Nacional Casa da Moeda acaba de inaugurar a sua nova livraria em pleno espaço da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), mesmo no centro de Lisboa.
A nova livraria da Imprensa Nacional conta com cerca de 180 m2 de um espaço arejado e luminoso onde os nossos experientes livreiros terão o gosto de vos acolher e aconselhar, como tão bem sabem fazer!
Pequenos e graúdos têm agora mais um sitio para descobrir e encontrar, além das edições da Imprensa Nacional e da BNP, publicações das editoras Antígona, Imprensa Nacional de Coimbra, Orpheu Negro, Orpheu Mini, Pato Lógico e Planeta Tangerina.
Este é o encontro de duas velhas e anciãs amigas, que sempre se deram bem. Uma conta com 250 anos de idade — a Imprensa Nacional — e a outra com 222 anos, há 66 anos no edifício do Campo Grande — a Biblioteca Nacional de Portugal. E ambas com missões importantíssimas para a cultura e língua portuguesas, ao longo de toda a sua história.
Recordamos que a edição de obras essenciais da cultura nacional e universal é uma das incumbências da INCM. Também a proteção e valorização do património bibliográfico em língua portuguesa são eixos fundamentais da BNP, na sua qualidade de guardiã da maior coleção nacional de tesouros bibliográficos.
Recordamos ainda que esta nova livraria vem fortalecer a rede de lojas da INCM já existentes, com espaços nas cidades de Coimbra (Avenida de Fernão de Magalhães, 486), Porto (Praça Gomes Teixeira, 1 a 7) e Lisboa (Rua da Escola Politécnica, 137, e Rua de D. Filipa de Vilhena, 12, 12A).

Este é o espaço ideal para os verdadeiros amantes da leitura e dos livros!
Venha visitar-nos!

Como chegar: à Livraria da Imprensa Nacional — Casa da Moeda na Biblioteca Nacional de Portugal:
Morada:

Campo Grande, n.º 83

1749-081 Lisboa
Portugal

Autocarros:
207 / 701 / 727 / 736 / 738 / 744 /
749 / 783
Metropolitano:
Entrecampos (200m)
Cidade Universitária (500m)

Comboio:
Estação de Entrecampos (500m)

Táxis
Pç. de Entrecampos (200m)

Estacionamento
O parque da BNP é público e está sujeito a pagamento

Coordenadas GPS
Latitude:38.751105
Longitude : -9.152584


Walt Whitman nasceu em Long Island, nos Estados Unidos da América. Para muitos Walt Whitman é o poeta pai da grande nação norte americana que conseguiu pôr todos os outros poetas a dialogar com ele, incluindo o nosso Fernando Pessoa. O Essencial n.º 124 dá-nos a conhecer o percurso biográfico e literário deste a quem também chamam o «poeta da democracia». O que sabe sobre este vulto da Literatura norte-americana?