«Lusitânia Romana. Origem de dois povos» — a Exposição e o Catálogo que viajaram até Madrid




A exposição internacional «Lusitânia Romana. Origem de dois povos / Lusitania Romana. Origen de dos pueblos» mudou-se do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) em Lisboa, onde esteve aberta até junho, para o Museo Arqueológico Nacional (MAN) em Madrid, onde estará patente de 1 de julho a 16 de outubro de 2016.

Esta notável mostra resulta de um projeto conjunto do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) português e do Museo Nacional de Arte Romano (MNAR ) de Mérida, sendo comissariada por três eminentes arqueólogos — António Carvalho, diretor do MNA, José María Álvarez Martínez, diretor do MNAR, e Carlos Fabião, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A intenção da exposição é dar a conhecer um conjunto de «tesouros» arqueológicos únicos, indeléveis testemunhos da civilização que existia na antiga província romana da Lusitânia, território criado há mais de dois mil anos que é património identitário comum a Portugal e Espanha, e talvez um dos menos conhecidos do ocidente romano.

«Lusitânia Romana. Origem de dois povos / Lusitania Romana. Origen de dos pueblos» é um caso exemplar de estreita cooperação e de parceria entre instituições públicas e privadas, partilhando recursos e ampliando o alcance dos programas, fidelizando e criando novos públicos, numa perspetiva de internacionalização do património cultural.

Está de parabéns o Museu Nacional de Arqueologia que deste modo reafirma a sua contemporaneidade, ultrapassando fronteiras e levando consigo a nossa História e os importantes acervos que conservamos, bem como a excelência da investigação científica que se realiza em Portugal.

A edição portuguesa do catálogo que acompanha a exposição, publicada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, encontra-se disponível aqui.




O comissário e diretor do Museu Nacional de Arqueologia, António Carvalho, recebendo um grupo de visitantes.
 






 









 

RAS

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