«O poema ou a máquina de emocionar» — Eucanaã Ferraz



Fotografia: Joana Freitas



Por Hugo Pinto, in ípsilon, Público, 30 setembro 2016


Conhecedor profundo e lúcido da realidade da poesia portuguesa, Eucanaã faz pontes constantes entre as expressões poéticas dos dois lados do Atlântico


Poesia 1990-2016 sai antes da edição brasileira da sua poesia reunida. No prefácio desta edição, o ensaísta Carlos Mendes de Sousa (CMS) considera Eucanaã Ferraz um poeta de “estirpe rara”, frisando a “mestria oficinal” de um autor da “exuberada presença do sol”. Eucanaã escreve uma poesia luminosa, no sentido em que lhe importa a claridade e, sobretudo, a clareza. Como nos diz o próprio Eucanaã Ferraz nesta entrevista, gosta que o jogo seja nítido, sem obscuridades capciosas, nem enigmas.

Ler a entrevista completa aqui:



https://drive.google.com/open?id=0B1TJkxizP5WuWng5SnJMSzFmM2s 



https://drive.google.com/open?id=0B1TJkxizP5WuaHZqZkRtWkUxVUE


https://www.incm.pt/portal/loja_detalhe.jsp?codigo=103020


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