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«José Eduardo Franco. As obras de Manuel Antunes e de José Augusto Mourão», no JL de 2 a 15 de agosto de 2017




«Estamos diante de um filósofo-teólogo das palavras e da vida, tudo abarcando num afã de questionamento permanente. E pela via criadora da pergunta estabeleceu um diálogo inédito entre os grandes pensadores da cultura ocidental e das suas margens.»

Homem de um pensamento complexo, «[o]s seus textos são corpos vivos que assumem novas qualidades à medida que os contextos se alteram e que o cortejo dos seus diferentes leitores se modifica, com diferentes olhares e leituras que os enriquecem com novas interpretações.» Esta «(...) será talvez a grande mensagem que se pode extrair do exercício hermenêutico que funda a novidade do contributo intelectual de José Augusto Mourão.»

Um dia, quando se fizer a história do catolicismo português que nos é agora contemporâneo, há de ver-se, em toda a clareza, que um dos seus autores magistrais foi, afinal, um frade e poeta, quase clandestino, que morreu esta manhã em Lisboa. Chamava-se José Augusto Mourão e pertencia à Ordem dos Dominicanos.
José Tolentino Mendonça

https://drive.google.com/open?id=0B1TJkxizP5WuNVgyM2gycjBuNFU





https://www.incm.pt/portal/loja_detalhe.jsp?codigo=103174Obra Seleta de José Augusto Mourão.
O Vento e o Fogo.
A Palavra e o Sopro.
O Espelho e o Eco.

Imprensa Nacional, julho 2017
ISBN 978 -972 -27 -2533-0
1592 páginas




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