O «teatro novo» de José Gardeazabal, na opinião de Miguel Real



Em termos dramatúrgicos, as três peças estão muito, muito bem escritas, são ideologicamente coerentes entre si, justificando-se assim a edição comum, é fortíssima a coesão dramática (...)
Se não nos enganamos, se José Gardeazabal continuar a escrever teatro pode vir a tornar-se (...) um notável dramaturgo, de que a cultura portuguesa tanto carece desde a criação de António, um rapaz de Lisboa (1995), por Jorge Silva Melo, e, anteriormente, da notável obra de Bernardo Santareno ao longo da década de 1960.
Miguel Real
em «Os Dias da Prosa»
J.L. 17-30 jan 2018
p. 11
Ler na íntegra aqui:



Trilogia do Olhar
_ Televisão
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Biblioteca de Autores Portugueses
208 pp.

ISBN 978-972-27-2558-3



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