100 anos de Armistício




Fez ontem 100 anos que os sinos soaram para calar o barulho das armas.

Quatro anos de conflito e quarenta milhões de baixas depois, a 11 de novembro de 1918, pelas 11h, dentro de uma carruagem-restaurante, em plena floresta de Compiège (França), Aliados e Alemanha assinaram aquele que é provavelmente o mais famoso dos Armistícios e que pôs fim a uma das guerras mais mortíferas e duras de sempre: a I Guerra Mundial.

100 anos depois é tempo de ter presente a participação de tantas Nações e o sacrifício de tantos milhões de homens, mulheres, crianças e famílias inteiras no conflito.

É tempo de relembrar os Soldados do Corpo Expedicionário Português, como o Soldado Milhões, e o empenho da 1.ª República Portuguesa, na figura de Bernardino Machado, que em 1917 parte da Estação do Rossio para uma viagem de Estado que tinha por objetivo visitar os militares portugueses que estavam mobilizados na Flandres para combater na Primeira Guerra.

100 anos depois, é sobretudo tempo de não esquecer o que com o Armistício se conseguiu: a Paz numa casa comum chamada Europa.

Apesar a data marcar o fim da guerra na frente ocidental, as hostilidades continuaram em outras regiões, especialmente em partes do antigo Império Russo e do antigo Império Otomano.

Ao Armistício Compiège seguir-se-ia a 28 de junho de 1919 o Tratado de Versalhes.



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