«Meteorológicos», de Aristóteles




«A Filosofia alimenta-se da necessidade que o ser humano tem de compreender o mundo que o rodeia e de identificar princípios para orientar a sua ação. Esta necessidade ancestral continua a ser premente: cerca de 3000 anos após o aparecimento desta disciplina na China, no Médio-Oriente e na Grécia Antiga, os questionamentos levantados pela filosofia não perderam em nada a sua pertinência e a sua universalidade – muito pelo contrário.»
Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Filosofia 2018

Consciente da importância desta disciplina, a Imprensa Nacional mantém uma coleção dedicada à Filosofia. Trata-se da «Biblioteca de Autores Clássicos», que conta já com várias dezenas de títulos publicados. O último a sair do prelo foi Meteorológicos, de Aristóteles. 

Tem tradução, introdução e notas de Cláudio William Veloso,  com colaboração de Hiteshkumar Parmar e revisão científica de António Pedro Mesquita (coordenador das «Obras Completas de Aristóteles»).

«Os Meteorológicos inserem-se no grande grupo dos tratados de física, isto é, de filosofia (ou ciência) natural, mais precisamente eles situam-se entre, de um lado, a Física, o Sobre o céu e o Sobre a geração e a corrupção e, do outro, os tratados biológicos (de facto, zoológicos, dado que não chegou até nós nenhum tratado de botânica de Aristóteles)».




0 comentários:

Enviar um comentário