António Sérgio morreu há 50 anos



Intelectual, escritor, político e, sobretudo, pedagogo, António Sérgio foi dos pensadores mais marcantes do Portugal do século XX, sustentando que é no indivíduo que a unidade da consciência se manifesta: «caminhe-se para a liberdade através da liberdade». 

Com Raul Proença e Jaime Cortesão integrou a direção da revista Seara Nova. Democrata convicto, com a subida de Salazar ao poder, foi obrigado a exilar-se em Paris e depois em Madrid.

Deixou-nos uma vasta obra que vai da teoria do conhecimento, à filosofia política e à filosofia da educação, passando pela filosofia da história.

António Sérgio morreu em Lisboa a 24 de Janeiro de 1969. Faz hoje 50 anos.

Dos seus livros mais marcantes distinguem-se: Educação cívica (1915) e os oito volumes de Ensaios (1920-1958). A Imprensa Nacional dedicou-se um «Essencial Sobre», de autoria de Carlos Leone. Em 2008, publicou os «Ensaios sobre Educação», que conta com prefácio de Manuel Ferreira Patrício.


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