«Rafael Bordalo Pinheiro, Imagens e Memórias do Teatro», de Maria Virgílio Cambraia Lopes




Uma das personalidades mais relevantes da cultura portuguesa oitocentista, com uma produção notável nas áreas da cerâmica, do desenho, da aguarela e da caricatura politica e social, precursor do cartaz artístico em Portugal, Rafael Augusto Bordalo Pinheiro nasceu em Lisboa a 21 de março de 1846, onde morreu a 23 de janeiro de 1905, há 114 anos.

Bordalo Pinheiro colaborou com vários jornais humorísticos, entre eles a Lanterna Mágica, berço da figura ímpar do «Zé Povinho», surgida pela primeira vez a 12 de junho de 1875. Realizou também inúmeras exposições no Brasil, no Rio de Janeiro e São Paulo, onde brilhou com a sua famosa Jarra Beethoven. Foi distinguido em publicações francesas a  Bismark en Caricaturas (1890) e Crispi Bismark e a  Triplice Alliance (1891).

Em 1884, ergueu a Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, que dirigiu durante 21 anos, e que hoje leva o seu nome, sendo uma referência nacional e internacional.

Mas Rafael Bordalo Pinheiro foi também um homem do teatro. Profundo conhecedor da arte dos palcos, o caricaturista documenta aspetos da vida teatral de Oitocentos que os registos escritos são insuscetíveis de fornecer. A este propósito, em 2013 a Imprensa Nacional publicou Rafael Bordalo Pinheiro, Imagens e Memórias do Teatro, de Maria Virgílio Cambraia Lopes. Já conhece este livro?

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