Crítica da Faculdade do Juízo | Immanuel Kant




12 de fevereiro de 1804

Desaparecia Immanuel Kant, filósofo alemão e um dos principais pensadores do período moderno da filosofia. A Imprensa Nacional publica várias obras do filósofo. Em fevereiro de 2017 publicou a Crítica da Faculdade do Juízo, com tradução e notas de António Marques e Valério Rohden e introdução de António Marques. 

Escrita em 1790 esta é a terceira das três críticas publicadas e é nela que Kant apresenta e discute o conceito do «juízo estético». A primeira é a  Crítica da Razão Pura e  a segunda, Crítica da Razão Prática.

A Crítica da Faculdade do Juízo continua a ser uma obra cujo interesse,  pertinência e atualidade transpõem os limites da comunidade académica filosófica.


«A verdade é que se não parece ser possível um mundo estético sem moral, também não é plausível um mundo com valores morais, mas sem vivências estéticas. A necessidade de esclarecer esta dicotomia entre moral e estética é sentida como uma premência dos nossos dias e da nossa experiência de indivíduos que têm a sensação estranha de viverem em esferas divididas, parcelares ou incomunicáveis. A reflexão sobre este ponto atinge no seu centro o problema inicial respeitante à motivação sobre o lugar, a natureza e função dos valores nas sociedades modernas. Por outras palavras, a solidariedade entre a ética e a estética é um pressuposto de qualquer reflexão sobre o caráter irredutível dos valores numa forma humana de vida e é dessa solidariedade, que não chega a ser pertença a um mesmo solo comum, que nos fala terceira Crítica de Kant.» in Introdução

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