Lançamento | Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília




A embaixada de Portugal em Brasília, projetada pelo arquiteto Raúl Chorão Ramalho, é um exemplo virtuoso do que significa, para Portugal e para os Portugueses, entender Brasília. Entendê-la como a cidade moderna resultante de um projeto visionário a que Jucelino Kubitschek soube conferir existência, através de uma aliança feliz com Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Augusto Santos Silva, in «Prefácio»
É sobre o surpreendente edifício projetado pelo arquiteto e urbanista português Raúl Chorão Ramalho,  que dá conta este livro.

A autoria dos textos são dos arquitetos Jorge Figueira e Luciano Margotto. As fotografias são de Joana França. A edição é de Paula Mendes, da Imprensa Nacional. O desenho gráfico é de Rita Múrias e a coordenação desta obra ficou a cargo de Alexandra Pinho. Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília conta ainda com prefácio de Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal. 

Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília será apresentado, a 11 de setembro, pelas 18:00, na Embaixada de Portugal em Brasília. 

Fica o convite feito.
















Sobre Raúl Chorão Ramalho

Nasceu no Fundão, a 23 de fevereiro de 1914 e veio a falecer em  Lisboa, a  9 de janeiro de 2002.

Frequentou o curso de arquitetura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, transitando para a Escola de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso em 1941. Apresentou-se ao Concurso para Obtenção do Diploma de Arquiteto em 1947, com o trabalho intitulado «Projecto dum Bairro para Pescadores».

 
Raúl Chorão Ramalho
 Fotografia retirada do site da Universidade do Porto
Trabalhou nos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, com Keil do Amaral, e na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização do Ministério das Obras Públicas. Foi membro fundador do ICAT – Iniciativas Culturais, Arte e Técnica em 1946, tendo par­ticipado em várias edições da Exposição Geral de Artes Plásticas, em Lisboa (1946, 1947, 1948 e 1951). Participou no I Congresso Nacional de Arquitetura, realizado em 1948.

A partir de 1950 centra a sua atividade na arquitetura e abre um ateliê em parceria com Nuno Teotónio Pereira, Manuel Taínha, Manuel Alzina de Menezes e Bartolomeu da Costa Cabral.
Ao longo da carreira, projetou diversas obras em Portugal, sendo de destacar a atividade desenvolvida na ilha da Madeira. Aí projetou a Central Hidroelétrica da Calheta (1948), a Capela das Angústias (1957), a Central Térmica do Funchal (1957), a Casa Bianchi (1959), o conjunto do Hotel da Quinta do Sol (1977), a Igreja do Imaculado Coração de Maria (1978) e o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal (1992). Em Portugal continental, é de sa­lientar o Centro Comercial do Restelo, Lisboa (1951-1956), classificado como Monumento de Interesse Público.

Para além da atividade desenvolvida em Portugal, projetou a Escola Comercial Pedro Nolasco em Macau (1963-1969) e a Embaixada de Portugal em Brasília (1973-1978), que inclui o projeto para a contígua Praça de Portugal.




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