Dia Internacional da Tradução | Itálica



Celebrou-se ontem o Dia Internacional da Tradução. Foi escolhido o dia 30 de setembro por este ser o Dia de São Jerónimo, destacado teólogo, historiador e tradutor da Bíblia para o latim.

Conscientes da enorme importância dos tradutores, a Imprensa Nacional criou o Prémio IN/Vasco Graça Moura que alternada premeia poesia, tradução e ensaio. Fomentar a tradução de obras relevantes da literatura universal e disponibilizá-las em língua portuguesa é pois uma missão que continuaremos a cumprir.

A coleção «Itálica» é um dos mais recentes exemplos das excelentes traduções que temos vinda a publicar. É uma coleção que pretende disponibilizar ao grande público a obra de autores italianos clássicos e modernos, estimulando o conhecimento, pelo público português, de nomes incontornáveis do cânone da literatura italiana, pouco editados ou pura e simplesmente esquecidos pelo mercado português.

As Rimas de Michelangelo Buonarroti, traduzidas por João Ferrão e as Rimas de Guido Cavalcanti, cuja tradução é de A. Filipa Santos inauguraram a coleção e são respetivamente os vencedores e menção honrosa respetivamente do Prémio INCM/Vasco Graça Moura, na primeira edição dedicada à Tradução.



Rimas de Michelangelo Buonarroti

Este livro é a oportunidade que lhe faltava para conhecer a admirável tradução das Rimas de Michelangelo Buonarroti, e a primeira em Portugal, feita por João Ferrão (Vencedor do Prémio INCM/Vasco Graça Moura 2017).

Ao longo destas páginas vai descobrir também que o brilho do poeta não se afasta do do pintor e mestre da Renascença.
Direção literária de António Mega Ferreira
Introdução de Nuno Júdice

Rimas de Guido Cavalcanti

Expoente do dolce stil novo, Guido Cavalcanti mantém, ao longo dos séculos, uma influência duradoura na poesia italiana e universal.

A. Ferreira da Silva (menção honrosa do Prémio INCM/ Vasco Graça Moura 2017) traz-nos, neste volume, a primeira tradução feita em Portugal das Rimas deste poeta-filósofo, amigo pessoal de Dante, que nasceu em Florença há quase oito séculos.
Direção literária de António Mega Ferreira
Introdução de Rita Marnoto

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