Sophia nasceu há 100 anos




Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto a 6 de novembro de 1919. Há cem anos precisos. Frequentou Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, cidade onde passou a viver depois de casar com o advogado e jornalista Francisco de Sousa Tavares, com quem teve cinco filhos.

De origem aristocrata, Sophia esteve em todas as lutas que trouxeram a democracia a Portugal. Após a Revolução dos Cravos, «O dia inicial inteiro e limpo/Onde emergimos da noite e do silêncio/E livres habitamos a substância do tempo», fundou a Comissão Nacional de Assistência aos Presos Políticos e foi eleita deputada pelo Partido Socialista, à Assembleia da República, em 1975.

Quando morreu, a 2 de julho de 2004, Sophia deixou publicados 17 livros de poesia, 13 livros de prosa, principalmente contos infantis, seis ensaios e uma peça de teatro, O Colar. Deixou ainda, algumas traduções, entre elas, de Shakespeare, Dante, Claudel. Recebeu mais de uma dezena de prémios literários, tornando-se, em 1999, a primeira mulher a receber o mais alto galardão da Língua Portuguesa: o Prémio Camões.

A 2 de julho de 2014, 10 anos após a sua morte, tornou-se a décima primeira figura nacional a ser sepultada na Igreja de Santa Engrácia, ou seja, no Panteão Nacional.

Por ocasião do centenário do nascimento de Sophia, a Imprensa Nacional, em parceria com a Pato Lógico Edições, publicou Sophia de Mello Breyner Andresen, Quem era Sophia?, um livro infantojuvenil da coleção «Grandes Vidas Portuguesas».

O texto é da dupla Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e as ilustrações são de Sara Feio.

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