Uma criação teatral encenada e interpretada por Diogo Carvalho, a partir do livro «Sophia de Mello Breyner Andresen. Quem era Sofia?» com texto de Ana Maria Magalhães/Isabel Alçada e ilustrações de Sara Feio.


Entrada Gratuita


Quando se fala de Sophia de Mello Breyner Andresen o que vem à ideia é poesia. E também «A Menina do Mar» ou «O Cavaleiro da Dinamarca». Mas quem era essa escritora que nas fotografias aparece tão elegante e com um olhar sonhador?

No ano em que se celebra o centenário do seu nascimento a coleção Grandes Vidas Portuguesas dá a conhecer aos leitores mais jovens Sophia de Mello Breyner Andresen, a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.



A Imprensa Nacional apresenta mais um volume da Série Ph., dedicado à conceituada artista Helena Almeida (1934-2018).

O novo livro Ph.03 Helena Almeida percorre 50 anos da sua produção artística, com obras de 1968 até 2018, alguns desenhos do seu processo criativo e um ensaio inédito de Delfim Sardo intitulado “Continuar aqui”.

Costuma dizer-se que todas as histórias começam com um corpo.
É a partir de um corpo que tudo começa, seja num corpo visto, num
corpo sentido, na sua unidade ou na sua fragmentação. Helena Almeida,
cuja obra não construiu nunca nenhum tipo de saga, sempre desenvolveu
pequenas narrativas que são protagonizadas por um corpo — o seu.

Delfim Sardo in «Começar Aqui», Ph.03 Helena Almeida



O livro termina com uma imagem da série “O abraço” onde está também o arquiteto e artista Artur Rosa e companheiro de vida da artista.

Delfim Sardo encerra o seu texto referindo que “Este abraço é abraçar alguém, como andar também tinha sido andar-para-alguém e esse outro (esse para quem) está sempre, de uma ou de outra forma, presente nas imagens de Helena Almeida. Se olharmos com muita intensidade, até podemos pensar que somos nós.”

Depois de Jorge Molder, Paulo Nozolino (já na segunda edição) e Fernando Lemos, a Imprensa Nacional apresenta o novo volume com a obra de Helena Almeida. A Série Ph., dirigida por Cláudio Garrudo, é uma coleção de monografias dedicada à fotografia portuguesa contemporânea, bilingue, de preço acessível, que pretende dar a conhecer a obra dos autores, com textos de especialistas e apresentando os territórios expandidos e múltiplos da Fotografia.

A apresentação terá lugar no dia 10 de dezembro, às 18h30, na biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa. A entrada é gratuita.




Esta quinta-feira, 05 de dezembro, pelas 18:30, na Biblioteca da Imprensa Nacional:

Ana Pereira, violino
José Teixeira, violino
Joana Cipriano, viola
Ana Cláudia Serrão, violoncelo

tocam:

J. Vianna da Motta 2.º andamento do Quarteto de Cordas N.º 2, Cenas da Montanha

L. v. Beethoven Quarteto de Cordas N.º 15, Op. 132


A maior parte deste programa é preenchida por um dos quartetos de cordas que Ludwig van Beethoven compôs no final da vida. Muitos melómanos não hesitam em distinguir essas obras entre os feitos mais sublimes da História da Cultura e das Artes. Com efeito, mais do que o epitáfio de uma grande carreira, são fruto de uma exaltação criativa que rompeu caminhos para serem desbravados por gerações futuras – basta lembrar a Grande Fuga, que Stravinsky catalogou como «música contemporânea que permanecerá contemporânea para sempre». Mas surpreendem também alguns momentos de profunda abnegação espiritual, como a meio do Op. 132. Acontece que a composição deste quarteto foi interrompida por um período de doença que debilitou gravemente o compositor. Uma vez recuperado, acrescentou então aos quatro andamentos inicialmente previstos essa peça que intitulou «Cântico sagrado de agradecimento de um convalescente à divindade». Esta é uma faceta de Beethoven menos conhecida do grande público e que, por essa razão, vale a pena aqui realçar.
Em jeito de preâmbulo, temos ainda a oportunidade de aqui escutar o Quarteto de Cordas N.º 2 de José Vianna da Motta, o compositor português que, ainda no século XIX, mais foi influenciado por essa mesma tradição germânica. Vianna da Motta havia-se instalado em Berlim em 1882, com catorze anos de idade. Apesar de ter sido, acima de tudo, um pianista de prestígio internacional, compôs um importante número de obras onde, nalguns casos, buscou explicitamente uma identidade musical portuguesa – o exemplo mais emblemático é a Sinfonia À Pátria, composta um ano antes, em 1894. Neste quarteto, a afinidade com o estilo clássico de Beethoven encontra-se, sobretudo, no primeiro andamento, cujas páginas se julgaram perdidas durante muito tempo. Foram descobertas em 1998 no espólio de Bernardo Moreira de Sá, o violinista portuense cujo Quarteto estreou a obra em novembro de 1895.

in www.metropolitana.pt



A ENTRADA LIVRE
BIBLIOTECA DA
IMPRENSA NACIONAL
R. DA ESCOLA POLITÉCNICA, 135
1250-100
imagem © 24.sapo.pt

Um ano depois de ter sido país convidado da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, Portugal volta a estar presente naquela que é a maior feira da América Latina. E a Imprensa Nacional volta a integrar o pavilhão de Portugal naquela que é uma das mais importantes feiras do livro da América Latina, que abriu este sábado ao público.É particularmente assinalável a grande quantidade de jovens leitores à procura de novidades. No stand de Portugal, dezenas de autores representados, dos mais clássicos aos mais atuais, traduzidos em língua espanhola mas também em português, dado o crescente interesse pela aprendizagem do idioma.

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara 2019 decorre de 30 de Novembro a 7 de Dezembro. Conta com a presença de 2.350 editores, de 47 países, 800 escritores de 37 países, e com 27 palcos. Esta ano a Índia é o país convidado de honra.








O Mar nos Séculos XX-XXI e as “migrações proibidas”
Lisboa, 28 e 29 de novembro de 2019
Biblioteca da Imprensa Nacional
Rua da Escola Politécnica nr.º 135, Lisboa

Nos dias 28 e 29 de novembro, a Biblioteca da Imprensa Nacional vai ser palco da conferência internacional O Mar nos Séculos XX-XXI e as “Migrações Proibidas”, organizada pelo Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

A conferência vai abordar a relação do Mar com as Migrações, um campo de estudo fértil pelos múltiplos cruzamentos temáticos e abordagens possíveis dentro de diferentes disciplinas das Humanidades e das Ciências Sociais.

O mar é um espaço ambivalente: de conexões e de circulação de pessoas, coisas e ideias e, simultaneamente, de controlo e fronteira. Esta complexidade oferece a possibilidade de torná-lo uma realidade a ser estudada a partir de diferentes perspetivas, nomeadamente no que respeita ao domínio das migrações.

A travessia, quando não é fatal, representa para o indivíduo e para o coletivo em que se insere uma experiência inesquecível e marcante. A viagem, frequentemente atribulada, repleta de riscos e de incertezas, resulta em marcas físicas e psicológicas configuradoras do percurso do migrante e das suas memórias.
Além da perspetiva individual, os estudos sobre as redes migratórias têm destacado o papel central dos intermediários ou facilitadores da migração na manutenção de movimentos irregulares, realizados a contragosto do enquadramento legal dos estados. De entre os agentes mediadores, com um perfil socioprofissional diversificado, que participam no processo migratório informal conectando os pontos de saída, de trânsito e de chegada, importa-nos destacar nesta conferência um conjunto de intermediários ligados ao setor marítimo: desde tripulantes a armadores, a agentes policiais e funcionários do estado ou a associações, organizações internacionais, ONG ou a “sociedade civil” no geral.

Enquanto espaço geopolítico, o mar permite ainda criar e confrontar diferentes interesses individuais e coletivos, públicos e privados. Os riscos incontornáveis da viagem marítima clandestina exigem, por isso, uma concertação dos vários atores no sentido de determinar o enquadramento das travessias. Chegar a um acordo, porém, pode tornar-se difícil, uma vez que às prioridades humanitárias e de salvamento dos indivíduos em perigo de vida contrapõem-se as exigências da defesa da segurança nacional, tendo as fronteiras marítimas como espaço privilegiado de desenvolvimento deste controlo.

Finalmente, os espaços de operacionalização dos primeiros socorros e de acolhimento dos migrantes representam outro aspeto importante no enquadramento desta mobilidade. A diversidade de atores agindo em várias escalas marcam esta etapa, onde se desenvolvem e se constroem ações de intervenção de carácter humanitário e/ou policial/judicial, assim como infraestruturas de acolhimento a elas associadas. As casas de e/imigrantes, os serviços hospitalares, os centros de detenção ou campos de refugiados e as prisões, são alguns dos lugares criados a partir de diretivas nacionais e internacionais, com as suas próprias dinâmicas de enquadramento, onde é possível encontrar uma gestão diferenciada de acordo com o tipo de migrante.

No sentido de compreender como se conecta esta multiplicidade de atores presentes em diferentes períodos históricos e espaços geográficos, colocamos as seguintes questões:

De que forma se organizam as travessias de migrantes por mar? Como é vivida e concebida esta experiência pelos diferentes migrantes? Quem são os facilitadores da migração e como garantem o sustento das redes que assegurem as travessias? Que lógicas e práticas são seguidas no enquadramento oficial das travessias? Em que medida o reforço do controlo das fronteiras marítimas se adequa à realidade migratória? Que representações do Mar estão presentes nos vários atores que, afinal, dele assomam?






Quinta-feira, 05 de dezembro, 18:30, Biblioteca da Imprensa Nacional Solistas da Metropolitana. Entrada Livre.


A maior parte deste programa é preenchida por um dos quartetos de cordas que Ludwig van Beethoven compôs no final da vida. Muitos melómanos não hesitam em distinguir essas obras entre os feitos mais sublimes da História da Cultura e das Artes. Com efeito, mais do que o epitáfio de uma grande carreira, são fruto de uma exaltação criativa que rompeu caminhos para serem desbravados por gerações futuras – basta lembrar a Grande Fuga, que Stravinsky catalogou como «música contemporânea que permanecerá contemporânea para sempre». Mas surpreendem também alguns momentos de profunda abnegação espiritual, como a meio do Op. 132. Acontece que a composição deste quarteto foi interrompida por um período de doença que debilitou gravemente o compositor. Uma vez recuperado, acrescentou então aos quatro andamentos inicialmente previstos essa peça que intitulou «Cântico sagrado de agradecimento de um convalescente à divindade». Esta é uma faceta de Beethoven menos conhecida do grande público e que, por essa razão, vale a pena aqui realçar.

Em jeito de preâmbulo, temos ainda a oportunidade de aqui escutar Quarteto de Cordas N.º 2 de José Vianna da Motta, o compositor português que, ainda no século XIX, mais foi influenciado por essa mesma tradição germânica. Ainda assim, destacam-se nos segundo e terceiro andamentos melodias que se reconhecem na tradição musical do nosso país. Vianna da Motta havia-se instalado em Berlim em 1882, com catorze anos de idade. Apesar de ter sido, acima de tudo, um pianista de prestígio internacional, compôs um importante número de obras onde, nalguns casos, buscou explicitamente uma identidade musical portuguesa – o exemplo mais emblemático é a Sinfonia À Pátria, composta um ano antes, em 1894. Neste quarteto, a afinidade com o estilo clássico de Beethoven encontra-se, sobretudo, no primeiro andamento, cujas páginas se julgaram perdidas durante muito tempo. Foram descobertas em 1998 no espólio de Bernardo Moreira de Sá, o violinista portuense cujo Quarteto estreou a obra em novembro de 1895.
in www.metropolitana.pt


SOLISTAS DA METROPOLITANA

J. Vianna da Motta Quarteto de Cordas N.º 2, Cenas da Montanha
L. v. Beethoven Quarteto de Cordas N.º 15, Op. 132

Ana Pereira violino
José Teixeira violino
Joana Cipriano viola
Ana Cláudia Serrão violoncelo





No dia 21 de novembro às 18h00, será apresentada, no Forte de Sacavém, a edição Revelar o Património, 1.º Congresso Nacional de Arquitectura 1948–2018, integrada na coleção Forte de Sacavém. A entrada é livre.


Revelar o Património: 1.º Congresso Nacional de Arquitectura. 1948-2018

Deolinda Folgado (dir.), AA.VV. Lisboa: DGPC/IN-CM, 2019 (Coleção Forte de Sacavém; 1)

O Forte de Sacavém tem à sua guarda um arquivo fundamental para a história da arquitetura nacional e da intervenção no património cultural. Composto pelos conjuntos documentais gerados por vários serviços públicos, integra, igualmente, arquivos pessoais de alguns dos principais nomes do património cultural português dos séculos XX e XXI. Com o objetivo de divulgar este arquivo foi criado o projeto Revelar o Património, que inclui nova linha editorial, a Coleção Forte de Sacavém, de que este é o seu primeiro número monográfico.

Este número evoca os setenta anos passados sobre a realização do 1.º Congresso Nacional de Arquitectura, e, simultaneamente, procura contribuir para o conhecimento da obra de alguns dos arquitetos que apresentaram comunicações no evento e cujo espólio se encontra em Sacavém, são eles: José Ângelo Cottinelli Telmo, Porfírio Pardal Monteiro, Carlos Chambers Ramos, Jorge Segurado, Miguel Jacobetty Rosa, João Guilherme Faria da Costa e Nuno Teotónio Pereira, cujos projetos selecionados e analisados que se encontram no Arquivo foram estudados por técnicos da DGPC. A publicação conta ainda com textos de enquadramento ao tema da autoria dos arquitetos Ana Tostões, Jorge Figueira, José António Bandeirinha e Sergio Fernandez.
in http://www.patrimoniocultural.gov.pt/


Este convite é para si!
Amanhã, dia 15 de novembro, pelas 18:00h, na Aula Magna da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, é apresentado o 14.º volume da «Coleção D», dedicado ao designer multi-premiado Eduardo Aires. Este volume conta com textos de Francisco Providência e Vasco Rosa. A apresentação contará com a presença dos autores. A entrada é livre.

A Coleção «D», dirigida por Jorge Silva, é uma coleção dedicada aos designers portugueses de várias gerações, com especial atenção aos criadores contemporâneos. Uma coleção essencialmente visual, que pretende ser um primeiro encontro com a rica mas ainda mal estudada história do design português, sublinhando a sua excelência e importância no presente e no futuro do ensino e da prática do design.




No âmbito das comemorações dos 250 anos da Imprensa Nacional, a exposição Indústria, Arte e Letras. 250 Anos da Imprensa Nacional é acolhida no Picadeiro Real do Antigo Colégio dos Nobres, em Lisboa, de 06 de setembro a 24 de novembro de 2019, com entrada gratuita.

Com design da FBA e arquitetura do atelier Aires Mateus, a exposição percorre 250 anos da atividade editorial, artística e industrial da Imprensa Nacional, através de memórias, equipamentos, livros e documentos históricos.

Ao longo de 10 núcleos,Indústria, Arte e Letras. 250 Anos da Imprensa Nacional revisita a história da fundição de tipos, das oficinas tipográfica, de impressão, de gravura e de litografia, do património tecnológico e editorial e ainda do ensino técnico e artístico. A este olhar sobre o passado associa-se ainda uma leitura sobre o presente e futuro da INCM, nomeadamente no que diz respeito aos processos de inovação mais recentes.

Recorde-se que a Imprensa Nacional integra a INCM desde 1972 e prossegue hoje a sua missão como editora pública, agente cultural e de difusão da língua e da cultura portuguesas, compreendendo também os desafios de inovação e de alargamento do acesso ao conhecimento na era digital.

Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica 56.

De 6 de set. a 24 de nov.

Horários: 3ª-6ª:10h-17h
Fds:11h-18h

Encerra às 2.ª feiras e feriados




A embaixada de Portugal em Brasília, projetada pelo arquiteto Raúl Chorão Ramalho, é um exemplo virtuoso do que significa, para Portugal e para os Portugueses, entender Brasília. Entendê-la como a cidade moderna resultante de um projeto visionário a que Jucelino Kubitschek soube conferir existência, através de uma aliança feliz com Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Augusto Santos Silva, in «Prefácio»
É sobre o surpreendente edifício projetado pelo arquiteto e urbanista português Raúl Chorão Ramalho,  que dá conta este livro.

A autoria dos textos são dos arquitetos Jorge Figueira e Luciano Margotto. As fotografias são de Joana França. A edição é de Paula Mendes, da Imprensa Nacional. O desenho gráfico é de Rita Múrias e a coordenação desta obra ficou a cargo de Alexandra Pinho. Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília conta ainda com prefácio de Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal. 

Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília será apresentado, a 11 de setembro, pelas 18:00, na Embaixada de Portugal em Brasília. 

Fica o convite feito.
















Sobre Raúl Chorão Ramalho

Nasceu no Fundão, a 23 de fevereiro de 1914 e veio a falecer em  Lisboa, a  9 de janeiro de 2002.

Frequentou o curso de arquitetura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, transitando para a Escola de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso em 1941. Apresentou-se ao Concurso para Obtenção do Diploma de Arquiteto em 1947, com o trabalho intitulado «Projecto dum Bairro para Pescadores».

 
Raúl Chorão Ramalho
 Fotografia retirada do site da Universidade do Porto
Trabalhou nos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, com Keil do Amaral, e na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização do Ministério das Obras Públicas. Foi membro fundador do ICAT – Iniciativas Culturais, Arte e Técnica em 1946, tendo par­ticipado em várias edições da Exposição Geral de Artes Plásticas, em Lisboa (1946, 1947, 1948 e 1951). Participou no I Congresso Nacional de Arquitetura, realizado em 1948.

A partir de 1950 centra a sua atividade na arquitetura e abre um ateliê em parceria com Nuno Teotónio Pereira, Manuel Taínha, Manuel Alzina de Menezes e Bartolomeu da Costa Cabral.
Ao longo da carreira, projetou diversas obras em Portugal, sendo de destacar a atividade desenvolvida na ilha da Madeira. Aí projetou a Central Hidroelétrica da Calheta (1948), a Capela das Angústias (1957), a Central Térmica do Funchal (1957), a Casa Bianchi (1959), o conjunto do Hotel da Quinta do Sol (1977), a Igreja do Imaculado Coração de Maria (1978) e o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal (1992). Em Portugal continental, é de sa­lientar o Centro Comercial do Restelo, Lisboa (1951-1956), classificado como Monumento de Interesse Público.

Para além da atividade desenvolvida em Portugal, projetou a Escola Comercial Pedro Nolasco em Macau (1963-1969) e a Embaixada de Portugal em Brasília (1973-1978), que inclui o projeto para a contígua Praça de Portugal.