Cypriano Joseph da Rocha. Relato de uma vida entre Portugal e o Brasil na «Idade do Ouro»
, de António Andresen Guimarães, é um ensaio que percorre o trajeto de vida, privada e pública, de Cypriano Joseph da Rocha que a 26 de maio de 1728, deixa Lisboa, acompanhado pelos dois filhos, e embarca, na Ribeira das Naus, rumo ao Brasil. O pré-lancamento desta obra será já no próximo dia 16 de junho, pelas 17h00, e conta com a presença do autor e com a apresentação de Rui Carp.

Pode assistir em direto a esta sessão através das nossas redes sociais, acedendo aqui:

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Esperamos por si, desta vez, online!

Beneficie nos dias 16 e 17 de junho do desconto de 20% nas lojas físicas da Imprensa Nacional - Casa da Moeda* (INCM) e também na loja online. Aqui.


* As Lojas INCM estão situadas:

Lisboa
Morada: Rua da Escola Politécnica, 137
1250-100 Lisboa
Horário: Encerrada
Autocarro: 58
Metro: Rato
Coordenadas GPS: N 38º 43' 4.45" W 9º 9' 6.62"

Morada: Rua de D. Filipa de Vilhena 12, 12A
1000-136 Lisboa
Horário: segunda a sexta-feira - 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 16; 18; 26; 42
Metro: Saldanha
Coordenadas GPS: N 38º 44' 12.29" W 9º 8' 30.39"

Morada: Biblioteca Nacional - Campo Grande, 83
1749-081 Lisboa
Horário: segunda a sexta-feira - 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 207 / 701 / 727 / 736 / 738 / 744 / 749 / 783
Metro: Entrecampos
Coordenadas GPS: N 38° 45' 4" O 9° 9' 9"


Porto
Morada: Rua Cândido dos Reis, 97
4050-152 Porto
Horário: segunda a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00.
Autocarros: saída - Carmo (200; 207; 301; 305; 501; 601)
Elétrico: saída - Praça dos Leões (22)
Metro: saídas - Trindade, Av. Aliados
Coordenadas GPS: N 41º 8' 49.3" W 8º 36' 49.8"

Coimbra
Morada: Rua Visconde da Luz 94, 96 e 98
3000-414 COIMBRA
Horário: segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 12, 21T, 2F, 9
Coordenadas GPS: Lat: 40.21 Lng: -8.4291

Nota: Pontualmente, podem surgir alterações ao horário apresentado. Queira por favor confirmar previamente através do nosso Centro de Atendimento ao Cliente (Telefone: 217 810 870; Email: incm@incm.pt)


Próxima 5.ª feira, dia 5 de março, pelas 18 horas, na Biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa, vai ter lugar a sessão de lançamento do livro Os Anos da Vida de Ricardo Reis (1887-1936), de Nuno Amado, o mais recente título a juntar-se à coleção de ensaios «Pessoana», uma coleção dedicada ao poeta dos heterónimos, Fernando Pessoa.

A sessão contará com a apresentação de Joana Matos Frias.

A entrada é gratuita.

Os Anos da Vida de Ricardo Reis (1887-1936), conta com 4 capítulos: A Formiga e a Cigarra, Um Epicurismo Triste , Corpo e Alma e Um Deus da sua Própria Idolatria.

Nuno Amado procura neste ensaio justificar a intuição de que não é possível biografar Ricardo Reis sem que se biografe em simultâneo o seu mestre Alberto Caeiro.

O argumento decisivo, em torno do qual essa justificação vai sendo edificada, é o de que Reis e Caeiro correspondem ao lado de fora e ao lado de dentro, respetivamente, de uma mesma criatura dual, assim cindida em gente heterónima.





Amanhã,  sexta-feira, dia 20 de dezembro, pelas 18 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa, vai ter lugar a sessão de lançamento do livro Crónicas do Jornal Expresso 1974-2001 de Nuno Brederode Santos, uma obra editada pela Imprensa Nacional, em parceria com a editora Cotovia.

A organização deste volume é da responsabilidade de Maria do Céu Guerra e Maria Emília Brederode Santos.Os prefácios são de autoria de Jorge Sampaio e de Alexandra Lucas Coelho.


Comparecem na sessão de lançamento:

Jorge Sampaio, Fernando Medina, Francisco Seixas da Costa, Maria do Céu Guerra, Maria Emília Brederode Santos, Alexandra Lucas Coelho, Duarte Azinheira e Fernanda Mira Barros.


Nuno Brederode Santos iniciou a sua colaboração com o Expresso em 1974, numa secção de opinião intitulada «Eu penso, tu pensas, eu penso, tu pensas», que acolhia artigos de inúmeros comentadores.



Em julho de 1975, passa a escrever no «Canto esquerdo», coluna na secção Artes e Letras do mesmo jornal, também aqui, alterna com outros comentadores.

Em fevereiro de 1985 e até 2001 assina a sua própria coluna. Crónicas do Jornal Expresso 1974-2001 reúne todas estas crónicas.

Recorde-se que Nuno Brederode Santos, desaparecido em 2017, recebeu precisamente pelas suas crónicas do Expresso o Prémio Gazeta Crónica do Clube de Jornalistas, em 1990.




Apresentação de «Fernão de Magalhães. O Homem que se transformou em Planeta», mais um livro da coleção infantojuvenil do Museu Casa da Moeda, já na próxima 2.ª feira, dia 16 de dezembro pelas 18h00, na Biblioteca da Imprensa Nacional.

A apresentação contará com a presença dos autores: Luís Almeida Martins (texto) e António Jorge Gonçalves (ilustrações).

Não perca a história do português mais famoso de sempre!

Com o nome de Magalhães foram batizadas duas galáxias, uma sonda espacial da NASA que viajou até Vénus, uma cratera de Marte, um estreito entre dois oceanos, um sistema de GPS pioneiro, um modelo de computador, uma baía e um tipo de pinguins – já para não falar de muitos lugares e navios da realidade e da ficção.

A entrada é gratuita.


A Imprensa Nacional - Casa da Moeda (INCM) e o Camões, I.P. convidam-no a estar presente no lançamento da monografia Entender o Lugar, de Raúl Ramalho Chorão, que terá lugar no dia 20 de novembro, pelas 18h00, no Auditório do Camões, I.P. (Rua Rodrigues Sampaio, 113, Lisboa).

A apresentação da obra será feita por Duarte Azinheira, Diretor Editorial e de Cultura da INCM.

A monografia Entender o Lugar apresenta o edifício da Embaixada de Portugal em Brasília, projetado pelo arquiteto português Raúl Ramalho Chorão e construído entre 1973 e 1978.

Com prefácio do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, textos de Jorge Figueira e de Luciano Margotto, e ilustrado por ensaio fotográfico de Joana França.

A embaixada de Portugal em Brasília, projetada pelo arquiteto Raúl Chorão Ramalho, é um exemplo virtuoso do que significa, para Portugal e para os Portugueses, entender Brasília. Entendê-la como a cidade moderna resultante de um projeto visionário a que Jucelino Kubitschek soube conferir existência, através de uma aliança feliz com Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Augusto Santos Silva, in «Prefácio»

Sobre Raúl Chorão Ramalho

Nasceu no Fundão, a 23 de fevereiro de 1914 e veio a falecer em Lisboa, a 9 de janeiro de 2002.

Frequentou o curso de arquitetura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, transitando para a Escola de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso em 1941. Apresentou-se ao Concurso para Obtenção do Diploma de Arquiteto em 1947, com o trabalho intitulado «Projecto dum Bairro para Pescadores».


Trabalhou nos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, com Keil do Amaral, e na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização do Ministério das Obras Públicas. Foi membro fundador do ICAT – Iniciativas Culturais, Arte e Técnica em 1946, tendo par­ticipado em várias edições da Exposição Geral de Artes Plásticas, em Lisboa (1946, 1947, 1948 e 1951). Participou no I Congresso Nacional de Arquitetura, realizado em 1948.

A partir de 1950 centra a sua atividade na arquitetura e abre um ateliê em parceria com Nuno Teotónio Pereira, Manuel Taínha, Manuel Alzina de Menezes e Bartolomeu da Costa Cabral. Ao longo da carreira, projetou diversas obras em Portugal, sendo de destacar a atividade desenvolvida na ilha da Madeira. Aí projetou a Central Hidroelétrica da Calheta (1948), a Capela das Angústias (1957), a Central Térmica do Funchal (1957), a Casa Bianchi (1959), o conjunto do Hotel da Quinta do Sol (1977), a Igreja do Imaculado Coração de Maria (1978) e o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal (1992). Em Portugal continental, é de sa­lientar o Centro Comercial do Restelo, Lisboa (1951-1956), classificado como Monumento de Interesse Público.

Para além da atividade desenvolvida em Portugal, projetou a Escola Comercial Pedro Nolasco em Macau (1963-1969) e a Embaixada de Portugal em Brasília (1973-1978), que inclui o projeto para a contígua Praça de Portugal.


No dia 21 de novembro às 18h00, será apresentada, no Forte de Sacavém, a edição Revelar o Património, 1.º Congresso Nacional de Arquitectura 1948–2018, integrada na coleção Forte de Sacavém. A entrada é livre.


Revelar o Património: 1.º Congresso Nacional de Arquitectura. 1948-2018

Deolinda Folgado (dir.), AA.VV. Lisboa: DGPC/IN-CM, 2019 (Coleção Forte de Sacavém; 1)

O Forte de Sacavém tem à sua guarda um arquivo fundamental para a história da arquitetura nacional e da intervenção no património cultural. Composto pelos conjuntos documentais gerados por vários serviços públicos, integra, igualmente, arquivos pessoais de alguns dos principais nomes do património cultural português dos séculos XX e XXI. Com o objetivo de divulgar este arquivo foi criado o projeto Revelar o Património, que inclui nova linha editorial, a Coleção Forte de Sacavém, de que este é o seu primeiro número monográfico.

Este número evoca os setenta anos passados sobre a realização do 1.º Congresso Nacional de Arquitectura, e, simultaneamente, procura contribuir para o conhecimento da obra de alguns dos arquitetos que apresentaram comunicações no evento e cujo espólio se encontra em Sacavém, são eles: José Ângelo Cottinelli Telmo, Porfírio Pardal Monteiro, Carlos Chambers Ramos, Jorge Segurado, Miguel Jacobetty Rosa, João Guilherme Faria da Costa e Nuno Teotónio Pereira, cujos projetos selecionados e analisados que se encontram no Arquivo foram estudados por técnicos da DGPC. A publicação conta ainda com textos de enquadramento ao tema da autoria dos arquitetos Ana Tostões, Jorge Figueira, José António Bandeirinha e Sergio Fernandez.
in http://www.patrimoniocultural.gov.pt/


Este convite é para si!
Amanhã, dia 15 de novembro, pelas 18:00h, na Aula Magna da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, é apresentado o 14.º volume da «Coleção D», dedicado ao designer multi-premiado Eduardo Aires. Este volume conta com textos de Francisco Providência e Vasco Rosa. A apresentação contará com a presença dos autores. A entrada é livre.

A Coleção «D», dirigida por Jorge Silva, é uma coleção dedicada aos designers portugueses de várias gerações, com especial atenção aos criadores contemporâneos. Uma coleção essencialmente visual, que pretende ser um primeiro encontro com a rica mas ainda mal estudada história do design português, sublinhando a sua excelência e importância no presente e no futuro do ensino e da prática do design.



A 5.ª edição do FOLIO, Festival  Literário Internacional de Óbidos, arranca já amanhã. De 10 a 20 de Outubro, Óbidos, a Vila Literária, volta a acolher autores e leitores para refletir e conversar em torno do tema «O Tempo e o Medo».

São 10 dias de festa da literatura, com mais de 210 iniciativas, envolvendo meio milhar de pessoas, num total de quase 450 horas de programação.

A Imprensa Nacional começa já amanhã por apresentar a obra vencedora do Prémio IN/VGM 2018, Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio, de José Luiz Tavares. A Abysmo também se junta à sessão e apresenta  Ku Ki Vos/Com Que Voz (tradução de Sonetos de Camões para cabo-verdiano), também de José Luiz Tavares.

António de Castro Caeiro, Dulce Pereira e João Paulo Cotrim guiam a sessão.

19H00 \\\ FOLIO MAIS \\\ CASA JOSÉ SARAMAGO.





A embaixada de Portugal em Brasília, projetada pelo arquiteto Raúl Chorão Ramalho, é um exemplo virtuoso do que significa, para Portugal e para os Portugueses, entender Brasília. Entendê-la como a cidade moderna resultante de um projeto visionário a que Jucelino Kubitschek soube conferir existência, através de uma aliança feliz com Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Augusto Santos Silva, in «Prefácio»
É sobre o surpreendente edifício projetado pelo arquiteto e urbanista português Raúl Chorão Ramalho,  que dá conta este livro.

A autoria dos textos são dos arquitetos Jorge Figueira e Luciano Margotto. As fotografias são de Joana França. A edição é de Paula Mendes, da Imprensa Nacional. O desenho gráfico é de Rita Múrias e a coordenação desta obra ficou a cargo de Alexandra Pinho. Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília conta ainda com prefácio de Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal. 

Entender o Lugar. Embaixada de Portugal em Brasília será apresentado, a 11 de setembro, pelas 18:00, na Embaixada de Portugal em Brasília. 

Fica o convite feito.
















Sobre Raúl Chorão Ramalho

Nasceu no Fundão, a 23 de fevereiro de 1914 e veio a falecer em  Lisboa, a  9 de janeiro de 2002.

Frequentou o curso de arquitetura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, transitando para a Escola de Belas-Artes do Porto, onde concluiu o curso em 1941. Apresentou-se ao Concurso para Obtenção do Diploma de Arquiteto em 1947, com o trabalho intitulado «Projecto dum Bairro para Pescadores».

 
Raúl Chorão Ramalho
 Fotografia retirada do site da Universidade do Porto
Trabalhou nos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, com Keil do Amaral, e na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização do Ministério das Obras Públicas. Foi membro fundador do ICAT – Iniciativas Culturais, Arte e Técnica em 1946, tendo par­ticipado em várias edições da Exposição Geral de Artes Plásticas, em Lisboa (1946, 1947, 1948 e 1951). Participou no I Congresso Nacional de Arquitetura, realizado em 1948.

A partir de 1950 centra a sua atividade na arquitetura e abre um ateliê em parceria com Nuno Teotónio Pereira, Manuel Taínha, Manuel Alzina de Menezes e Bartolomeu da Costa Cabral.
Ao longo da carreira, projetou diversas obras em Portugal, sendo de destacar a atividade desenvolvida na ilha da Madeira. Aí projetou a Central Hidroelétrica da Calheta (1948), a Capela das Angústias (1957), a Central Térmica do Funchal (1957), a Casa Bianchi (1959), o conjunto do Hotel da Quinta do Sol (1977), a Igreja do Imaculado Coração de Maria (1978) e o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal (1992). Em Portugal continental, é de sa­lientar o Centro Comercial do Restelo, Lisboa (1951-1956), classificado como Monumento de Interesse Público.

Para além da atividade desenvolvida em Portugal, projetou a Escola Comercial Pedro Nolasco em Macau (1963-1969) e a Embaixada de Portugal em Brasília (1973-1978), que inclui o projeto para a contígua Praça de Portugal.







A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI), através do seu Grupo de Missão «Glossário da Sociedade da Informação», organizou uma sessão para a apresentação da mais recente versão do Glossário da Sociedade da Informação.

Aconteceu no passado dia 18 de julho, na Biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa. Como intervenientes nesta apresentação, a APDSI contou com a presença do Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Gonçalo Caseiro, Paula Mendes, da Unidade de Edição e Cultura da Imprensa Nacional, o coordenador do Grupo de Missão «Glossário da Sociedade da Informação», Élvio Meneses, e João Catarino, em representação da Direção da APDSI.

Em 2004, a APDSI lançou um projeto destinado à recolha, sistematização e divulgação da terminologia portuguesa usada ou considerada mais adequada para exprimir os conceitos relevantes da Sociedade da Informação em que vivemos. Criou-se então um grupo de trabalho com este propósito, coordenado pelo Dr. José Palma Fernandes com a colaboração de várias entidades, nomeadamente do Instituto de Informática, da EDINFOR, do Instituto das tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ) e a Microsoft.

Esse projeto inicial conduziu à apresentação pública, em 24 de outubro de 2005, da 1.ª edição do «Glossário da Sociedade da Informação», que continha mais de quatrocentos termos em Português, com os equivalentes em Inglês e as respetivas definições em Português.

A equipa nuclear que participou no projeto inicial encetou em 2006 um trabalho de atualização do glossário, que foi concluída em 2007 e levou à disponibilização de uma nova versão do documento. Em 2011 foi concluída a 3.ª edição do Glossário, altura em que já continha mais de oitocentos termos.

O Glossário da Sociedade de Informação é um instrumento de utilidade prática indiscutível e cuja finalidade é também a promoção e salvaguarda da língua portuguesa. Uma língua nacional, como instrumento privilegiado de comunicação, deve cuidar de tornar claro o seu corpus, ou seja, o conjunto de palavras que a constitui e a forma ortográfica que devem ter, e nas linguagens de especialidade isso é particularmente importante, porque a velocidade a que os novos conceitos surgem nas áreas técnicas e científicas obriga a reação rápida no que refere à recolha e análise dessa informação para que se construam instrumentos de referência em permanente atualização para os utilizadores dessa língua.

Paula Mendes, Unidade de Edição e Cultura - INCM

Atualmente, o Glossário da Sociedade da Informação apresenta mais de novecentas entradas de termos em Português e as respetivas definições, assim como, os seus correspondentes em Inglês. No trabalho do grupo destacam-se as seguintes tarefas:

• Recolha de sugestões de termos para inclusão no Glossário provenientes de diversas fontes;
• Análise dos termos sugeridos, para decisão da sua inclusão;
• Apresentação de uma definição para cada termo;
• Atualização de termos já existentes no glossário, quando se justifique.

Este glossário foi adotado desde o seu início pelos serviços de tradução da União Europeia e é um documento de uso comum em diversas universidades portuguesas e do mundo lusófono. É utilizado também nos organismos da Administração Pública Eletrónica dos PALOP e Timor Leste, na sequência de um projeto apoiado pelo Instituto Camões.

Trata-se de um trabalho marcadamente continuado, dependente não apenas da adoção de novos termos que vão surgindo nesta área, mas também da disponibilidade do trabalho voluntário dos membros deste grupo.

O Grupo de Missão da APDSI, além da versão documental, atualizada à data de junho de 2019, apresentou ainda a versão web do Glossário da Sociedade da Informação, no qual existem diversas funcionalidades, desde a relação entre termos, correspondências em inglês e notas explicativas. A pesquisa poderá ser ainda elaborada por tópico.

Nas palavras da Dr.ª Paula Mendes,

(…) a APDSI | Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação está a cumprir plenamente a sua parte nesta matéria, com a recolha, estudo e fixação do vocabulário de especialidade da área em que atua, e o Glossário da Sociedade de Informação é um instrumento de utilidade muito generalizada, para quem redige, lê ou estuda e se cruza com os termos nele contido, que somos quase todos.