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Um ano depois de ter sido país convidado da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, Portugal volta a estar presente naquela que é a maior feira da América Latina. E a Imprensa Nacional volta a integrar o pavilhão de Portugal naquela que é uma das mais importantes feiras do livro da América Latina, que abriu este sábado ao público.É particularmente assinalável a grande quantidade de jovens leitores à procura de novidades. No stand de Portugal, dezenas de autores representados, dos mais clássicos aos mais atuais, traduzidos em língua espanhola mas também em português, dado o crescente interesse pela aprendizagem do idioma.

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara 2019 decorre de 30 de Novembro a 7 de Dezembro. Conta com a presença de 2.350 editores, de 47 países, 800 escritores de 37 países, e com 27 palcos. Esta ano a Índia é o país convidado de honra.








Festa dos livros, da literatura, da arte e da cultura, a Feira Internacional do Livro (FIL) de Guadalajara, no México, é o principal evento dedicado ao negócio do livro da América Latina e a segunda maior feira internacional do livro do mundo, logo a seguir à de Frankfurt, na Alemanha.

A 32.ª edição do evento, criado pela Universidade de Guadalajara, arranca já amanhã, 24 de novembro, e prolonga-se até dia 2 de dezembro. Portugal é o convidado de honra. Da literatura à música, da arquitetura à gastronomia, a língua portuguesa vai estar em destaque. E cultura também.

Sobre a escolha de Portugal, o presidente da Feira do Livro de Guadalajara, Raúl Padilla López, afirmou que esta quis assinalar os 155 anos de relações diplomáticas entre os dois países. Esta que é uma participação que envolve vários organismos públicos, mecenato e parcerias privadas.

Manuela Júdice é a comissária da participação portuguesa na Feira do Livro de Guadalajara sendo também a responsável pela programação das atividades portuguesas no evento, um programa que inclui visitas a escolas, lançamento de livros, sessões de leitura e encontros com leitores.

São cerca de 40 os autores portugueses, e autores do espaço da lusofonia, presentes no certame, representando várias gerações e alguns deles já galardoados com o Prémio Camões.

Entre eles, Adélia Carvalho, Afonso Cruz, Alexandra Lucas Coelho, Ana Luísa Amaral, Ana Margarida de Carvalho, António Carlos Cortez, António Jorge Gonçalves, António Lobo Antunes, Carlos Reis, Dulce Maria Cardoso, Filipa Leal, Francisco José Viegas, Germano Almeida, Gonçalo M. Tavares, Hélia Correia, Inês Fonseca Santos, Isabela Figueiredo, Isabel Rio Novo, Jerónimo Pizarro, João de Melo, João Luís Barreto Guimarães, João Pinto Coelho, João Tordo, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto, Lídia Jorge, Margarida Vale de Gato, Maria do Rosário Pedreira, Mia Couto, Miguel Miranda, Nuno Júdice, Ondjaki, Pedro Mexia, Pedro Serra, Ricardo Araújo Pereira, Rui Cardoso Martins, Rui Cóias, Rui Vieira Nery, Rui Zink, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe e Vasco Gato. Manuel Alegre não estará presente por questões de saúde mas será um dos escritores em destaque na Feira. O seu livro Todos os Poemas São de Amor vai contar com uma edição mexicana que será apresentada em Guadalajara.

Na música, Ana Bacalhau, Capicua, Dead Combo, Amor Electro, Kátia Guerreiro, Gil do Carmo, Moonspell, Camané e Luís Represas estão entre os artistas que vão atuar em Guadalajara.

No cinema, 12 longas-metragens baseadas em livros de escritores portugueses e 7 curtas-metragens farão a Mostra de Cinema português. Uma abelha na chuva, de Fernando Lopes, Vale Abraão e Singularidades de uma rapariga loira, de Manoel de Oliveira, A costa dos murmúrios, de Margarida Cardoso, A corte do Norte” e Filme do Desassossego, de João Botelho, passarão no grande ecrã.

O programa de teatro passará pela apresentação de duas peças: By Heart de Tiago Rodrigues e Consentim(i)ento - A Perda do Paraíso, uma produção de Cassefaz com João Grosso e Pedro Barbeitos.

Quanto ao bailado acontecerá com Lídia, com coreografia de Paulo Ribeiro e música de Luís Tinoco, a cargo da Companhia Nacional de Bailado.

Nas exposições, Portugal levará para o México desde os conhecidos Lenços dos Namorados, às obras de Ana Hatherly e de Almada Negreiros.

O arquiteto João Luís Carrilho da Graça vai ser homenageado no encontro de arquitetura da Feira.

Prevista está também uma evocação a José Saramago, nos 20 anos da atribuição do Nobel da Literatura.

A participação portuguesa contará ainda com a presença de editores, designers, ilustradores, bem como uma mostra de gastronomia sob responsabilidade do Chef Luís Tarenta e provas de vinhos portugueses.

O Pavilhão de Portugal na Feira de Guadalajara, desenhado pelos arquitetos João Santa-Rita e Pedro Guedes Lebre, terá uma livraria com mais de mil títulos da literatura em língua portuguesa e um espaço da agência para o investimento AICEP.

No dia do encerramento, espera-se a presença do primeiro-ministro, António Costa, que passará o testemunho à Índia, convidado de honra de 2019.

No total, a Feira Internacional do Livro de Guadalajara, conta ter um total de 800 escritores, a presença de mais de 20 mil profissionais ligados ao mercado livreiro, mais de 2.000 editoras e 400 mil títulos de 47 países.

A Imprensa Nacional marcará presença neste grande festival do livro e que será também uma grande oportunidade para dar a conhecer a cultura portuguesa ao mundo.




Depois do sucesso da primeira edição da Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde, na Cidade da Praia, este ano a festa do livro está a decorrer na cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente. Começou no dia 19 de outubro e prolonga-se até ao próximo domingo, 28 de outubro.

Nesta segunda edição, a Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde celebra o ponto de encontro entre África, Europa e América e, claro, as suas literaturas.

Esta grande festa do livro - já considerada um dos maiores eventos literários dos Palop’s - conta com a participação de 40 convidados, entre autores, editores, atores, professores, jornalistas, políticos, e divulgadores culturais.

De entre os convidados destacam-se nomes como Miguel Sousa Tavares, Júlio Magalhães, Margarida Fontes, Fátima Fernandes e Francisco José Viegas, Yara dos Santos, João Branco, Vera Duarte, Lázaro Ramos, Nuno Miguel Pinto Martins, Filipa Melo, João Céu e Silva , Olavo Bilac Cardoso , Juan-Manuel García Ramos, Manuel Veiga , Duarte Azinheira, Fátima Bettencourt, Carmen Posadas, Pedro Marques Lopes, Shauna Barbosa e José S. Gómez Soliño.

Presente estará também o mais recente agraciado com o Prémio Camões: Germano Almeida, nascido na ilha da Boa Vista, em 1945, que encerrará este certame.

Além dos encontros com escritores, decorrem ações de formação para profissionais ligados ao mercado editorial e sessões dirigidas ao público escolar e universitário de São Vicente, num compromisso com o talento cabo-verdiano.

E porque os livros também passam no grande ecrã, a Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde abre também as suas portas à sétima arte com um ciclo de cinema em português e a projeção, entre outros, de «A Costa dos Murmúrios», de Margarida Cardoso.

Durante a Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde, será ainda anunciado o vencedor da primeira edição do Prémio Literário Arnaldo França. Esta que é uma iniciativa conjunta da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e da Imprensa Nacional de Cabo Verde, com o objetivo de promover o talento literário cabo-verdiano com a edição da obra vencedora em Portugal e Cabo Verde. E também homenagear o grande figura que foi Arnaldo França: poeta e ensaísta, académico que esteve na génese do ensino superior em Cabo Verde, crítico, investigador e historiador da literatura cabo-verdiana.

Até ao próximo domingo, o Centro Cultural do Mindelo acolhe ainda uma feira do livro que conta com mais de 2000 livros a preços mais baixos, sem esquecer, os títulos dos convidados do evento.

Já se sabe que em 2019 será a ilha do Fogo a acolher a terceira edição do Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde.

Entretanto esteja atento: o vencedor da primeira edição do Prémio Literário Arnaldo França está quase, quase a ser anunciado!



Conheça o Programa da Morabeza — Festa do Livro de Cabo Verde aqui





A celebrar hoje a 70.ª edição, a Feira do Livro de Frankfurt é considerada uma das maiores feiras do livro do mundo, “muito importante do ponto de vista editorial e com uma longa tradição”, refere Patrícia Severino, conselheira cultural da Embaixada de Portugal na Alemanha.

Durante os próximos cinco dias, editores, escritores e entusiastas vindos de todo o globo reúnem-se nesta feira para assistir às tendências do setor internacional de livros e mídia distribuídas pelos 7100 expositores presentes, entre os quais 49 portugueses e com Geórgia como país convidado.

Destaca-se a importância da presença de escritores na feira.
Há dois anos, a escritora Patrícia Portela esteve na Feira do Livro de Frankfurt e, na altura, concluiu-se que há cerca de 16 anos que não havia a presença de autores portugueses naquela feira. Por um lado, é muito virada para o mercado, com a compra e venda de direitos, por outro lado, sendo uma feira do livro, consideramos que é importante os autores estarem presentes porque sem eles não há livros.

Nesta edição estarão presentes Isabela Figueiredo, que é a autora que estará em residência literária aqui na Alemanha, Kalaf Epalanga, que está sediado aqui em Berlim e se desloca connosco para uma conversa sobre a língua portuguesa, e o autor brasileiro João Paulo Cuenca, que também se junta a nós no dia 13 de outubro. Por outro lado, no dia 12, associamo-nos à livraria TFM, que é um espaço de literatura dedicado à língua portuguesa, onde fazemos uma apresentação dos livros destes dois autores.
Informa Patrícia Severino.

Em 2021 Portugal será o país convidado da Feira do Livro de Leipzig. Patrícia Severino salienta a importância de “um trabalho continuado ao longo dos próximos três anos, que antecipem esse momento.” Como a edição especial do Jornal de Letras, que vai ser apresentado na Feira do Livro de Frankfurt, dedicado a José Saramago e aos 20 anos do Prémio Nobel da Literatura.

Esta edição assinala, por um lado, este momento tão importante para a história da literatura portuguesa, por outro lado, é um protejo que se enquadra na iniciativa ‘Portugal – país convidado da Feira do Livro de Leipzig 2021’. Portanto, vão sair durante os próximos anos duas edições anuais, uma por ocasião da Feira do Livro de Leipzig, outra por ocasião da Feira do Livro de Frankfurt. A finalidade é termos um veículo de informação estruturada sobre a literatura de língua portuguesa que circulará na Alemanha
Explica Severino.

A Feira do Livro de Frankfurt termina no próximo domingo, dia 14. Esteja atento às próximas publicações!

Fonte: observador.pt







Ainda no decorrer da Feira do Livro de Lisboa, Mário Avelar concedeu uma interessantíssima entrevista à jornalista Inês Fonseca Santos para o programa Todas as Palavras, da RTP 3.
O mote para a conversa foram os dois mais recentes livros que Mário Avelar publicou, este ano, na editora pública. São eles: Coreografando Melodias no Rumor das Imagens, onde o poeta reúne a sua poesia completa, e Poesia e Artes Visuais — Confessionalismo e Écfrase, onde o ensaísta expõe o seu pensamento num texto denso mas completíssimo, aproximando a poesia às artes visuais.

Pode assistir à conversa aqui (clique na imagem), a partir dos 10 minutos e 30 segundos.



Chegou ao Rossio em 1930, oriunda de iniciativas privadas. Chamava-se a «Semana do Livro». No ano seguinte, em 1931, passou a ser organizada pela Associação de Classe de Livreiros de Portugal (ACLP), embrião da atual Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Teve como grande impulsionador Ventura Ledesma Abrantes, editor, livreiro e presidente da ACLP. A ideia, importada de Madrid, era de que quem por ali passasse encontrasse a preços acessíveis os bestsellers que os livreiros portugueses tinham para mostrar e vender.
Se a ideia começou logo por receber aplausos, não se livrou das críticas. Na década de 1930 em cada 100 portugueses 70 não sabiam ler. O Diário de Lisboa não foi de modas ao classificar o evento: chamou-lhe ironicamente de «a cerca dos letrados».

Ao longo dos anos os portugueses foram sendo alfabetizados, as editoras juntaram-se aos livreiros, a Feira foi passando por lugares emblemáticos da cidade (nos anos 1980 fixa-se no Parque Eduardo VII), foi alargando as suas atividades e passou a ser local de tertúlias, debates, apresentações de livros, passeios de família... e os 17 expositores de 1931 passaram a 294 em 2018 — ano em que se batem todos os recordes.

A Imprensa Nacional marcou presença na Feira do Livro de Lisboa, pela primeira vez, a 23 de maio de 1972, menos de dois meses antes da criação (por fusão) da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e está associada à criação da primeira livraria do Estado, também neste ano:

Com a presença do Chefe do Estado, foi inaugurada, no dia 23 de maio, na Avenida da Liberdade, a 42.ª Feira do Livro, a qual funcionará durante 20 dias. Este certame, de grande projeção no fomento comercial do livro (os descontos atingem 10 e 20 por cento, respetivamente para as edições a sair durante a feira e para as restantes), reúne 78 pavilhões, incluindo os da Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Investigações do Ultramar, Fundação Gulbenkian e Imprensa Nacional (Livraria do Estado), esta última presente na Feira pela primeira vez.
in Prelo: revista nacional de artes gráficas,
Imprensa Nacional, Lisboa,
n.º 2, maio-junho de 1972, p.22.

Desde aí, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda mantém uma presença regular no evento. Este ano poderá visitar-nos pavilhão B44-B46. E tem excelentes razões para o fazer. Até porque estamos em festa: a editora pública celebra os seus 250 anos! Não vai querer perder, por exemplo, o magnífico catálogo da exposição Imprimere: Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional, que ilustra e traça a história da produção gráfica em Portugal, desde a Impressão Régia aos nossos dias, da qual a Imprensa Nacional é a protagonista. Nem as nossas novidades! Apareça e venha celebrar o livro connosco!

Imprimere, arte e processo nos 250 anos da Imprensa Nacional
Rúben Dias e Sofia Meira
Fora de Coleção
Catálogo
Maio de 2018
Ler mais

Charles Chaplin, Self-Made-Myth
José-Augusto França
Biblioteca José-Augusto França
Narrativa, Ficção e Crónicas
março de 2018
pp. 182
Comprar aqui

Aula de Natação
Alice Sant' Anna
Plural
Poesia
Maio de 2018
pp. 140
Comprar aqui

Fernando Pessoa – O Menino Que Era Muitos Poetas
José Jorge Letria e João Fazenda
Grandes Vidas Portuguesas
Biografia Infantojuvenil
Abril de 2014
pp. 42
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Ph. Paulo Nozolino
Sérgio Mah, Rui Nunes, Paulo Nozolino
Série Ph.
Arte e Técnicas
Maio de 2018
pp. 136
Comprar aqui

Sousa Bastos
Paula Gomes Magalhães
Biografias do Teatro Português
Teatro
Março de 2018
pp. 148
Comprar aqui

Novo Atlas da Língua Portuguesa
Luís Antero Reto, Fernando Luis Machado e José Paulo Esperança
Fora de Coleção
Estudos Linguísticos
Fevereiro de 2018
pp. 274
Comprar aqui

O Essencial sobre Mário de Sá-Carneiro
Clara Rocha
Essencial
Estudos Linguísticos e Literários
Fevereiro de 2018
pp. 100
Comprar aqui






A 88.ª Feira do Livro de Lisboa começa no próximo dia 25 de maio, sexta-feira, no Parque Eduardo VII.

Até 13 de junho, mais de uma centena de editores e livreiros trazem até si o que de mais recente e melhor se publicou no último ano, mas também livros mais antigos a preços excecionais, autores, apresentações, debates, atividades, animação.

A Imprensa Nacional lá estará também, como é habitual, com os títulos mais procurados, novas edições e muitas surpresas.

Apaixonado por livros, leitor regular, especializado ou ocasional, ou simplesmente curioso, não deixe de nos visitar no stand B44-B46. Vamos estar à sua espera.




Livraria Preferida 2018
A APEL vai promover, como já tem vindo a ser habitual, a votação da "Livraria Preferida" dos portugueses.
Eleger a sua «Livraria Preferida» passa a ser, até ao próximo dia 25 de maio – data em que arranca mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa –, a missão de todos os portugueses, que, para poderem votar, apenas têm que aceder ao questionário disponível clicando no link abaixo:

Votar «A Melhor Livraria de Portugal»

Esta iniciativa torna-se particularmente relevante pela valorização e visibilidade que se pretende dar a estes espaços tão importantes na promoção do livro e dos hábitos de leitura.
A Livraria Preferida incentiva os portugueses a votar igualmente noutras categorias definidas para este concurso, tais como: Melhor Ambiente, Melhor Atendimento, Melhor Catálogo e Prémio Conveniência de Serviços.
Os prémios serão entregues durante a 88.ª Feira do Livro de Lisboa, que decorre entre os dias 25 de maio e 13 de junho.
A «Livraria Preferida» é uma iniciativa promovida pela APEL no âmbito do projeto Ler em Todo Lado, e tem como principal objetivo a promoção dos hábitos de leitura, junto de diversos públicos, em diferentes locais e através de diversas ações.



O Mercado do Livro França Borges é um encontro de culturas várias em torno do livro, das histórias e dos escritores.

A primeira edição é já no próximo sábado, dia 22 de Outubro de 2016, no Jardim França Borges — assim designado em homenagem ao jornalista republicano do mesmo nome —, mais conhecido por Jardim do Príncipe Real, bem no topo da 7.ª Colina de Lisboa.

Um mercado destinado a todos aqueles, residentes ou visitantes, que gostam das coisas dos livros e de passear no Príncipe Real — apresentação de livros, workshops de escrita criativa para os mais jovens, descontos, leituras e speed dates com autores são algumas das promessas deste dia que se prevê muito especial.

Uma iniciativa conjunta da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e da Junta de Freguesia da Misericórdia, que conta desde já com a participação de algumas das mais incontornáveis referências da cultura editorial e livreira desta zona da cidade — Abysmo, Bisturi, Cotovia, Distopia, Letra Livre, Linha de Sombra, Quer, Stet, Tipografia Dias e, como não podia deixar de ser, a Imprensa Nacional.



Veja aqui a programação.






A 86ª Feira do Livro de Lisboa 2016 inaugura amanhã, 26 de maio, feriado!
E, como não podia deixar de ser, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lá estará.
Este ano pode encontrar-nos nos stands B 42 – 44, no corredor do lado direito de quem desce, entre a Praça Amarela e a Praça Verde.

Porque o espaço é limitado, e queremos sobretudo que se se sinta muito confortável quando nos visitar, preparámos para a Feria uma excelente seleção dos nossos títulos mais peocurados.
Mas, a seu pedido, arranjamos qualquer título em poucas horas.

Por isso sugerimos que previamente consulte aqui o nosso catálogo.

Estamos à sua espera.






Horário de abertura:2.ª a 5.ª feira — das 12h30 às 23h00
6.ªs feiras e dia 9 de junho — das 12h30 às 24h00
Sábados e dias 10 e 12 de junho — das 11h00 às 24H00
Domingos e dias 26 de maio e 13 de junho — das 11h00 às 23h00