Foi em 1519, ao serviço de Carlos V de Espanha, que o português Fernão de Magalhães (1480-1521), acompanhado por mais de 250 homens, divididos por cinco navios, iniciou a primeira viagem de circum navegação. Uma viagem mítica, através dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, que acabaria por provar que a terra tinha formato esférico.

A viagem de Fernão de Magalhães – provavelmente o português mais reconhecido mundo fora — modificou para sempre o conhecimento do nosso planeta.

Em 2019 celebram-se os 500 anos do início da viagem de circum navegação do capitão Fernão de Magalhães. E é a esta verdadeira odisseia que é dedicada a Agenda de 2019 da Imprensa Nacional.

A Agenda 2019 da Imprensa Nacional conta com textos de José Manuel Garcia e design de João Campos.



A Imprensa Nacional faz 250 anos. Para assinalar esta data especial, aqui traremos os testemunhos dos membros do conselho editorial da editora pública. O testemunho de hoje é de José Carlos Vasconcelos, jornalista, diretor do Jornal de Letras, Artes e Ideias.




A exposição Imprimere: Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional, inaugurada  a 10 de maio de 2018, na Casa do Design, em Matosinhos, encerra já amanhã, dia 5 de janeiro.

Durante a finissage  de Imprimere: Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional  será lançado, pelos, Correios de Portugal, um selo comemorativo dos 250 anos da editora pública, de autoria do designer Eduardo Aires. 

Previstas estão também as intervenções de Alcides Gama, vogal do Conselho de Administração da Imprensa Nacional Casa da Moeda; Eduardo Aires, autor do selo; de José Bártolo, da Casa do Design; de Luísa Salgueiro, Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos (ou do vereador Fernando Rocha, em sua representação)  e também de um  representante dos CTT, Correios de Portugal.


Recorde-se que Imprimere: Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional inseriu-se no âmbito das comemorações dos 250 anos da Imprensa Nacional e foi  promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos, pela esad — idea, Investigação em Design e Arte e, claro, pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM)  .

Nesta extensa mostra documental pode ver-se  inúmeros instrumentos, máquinas, tecnologias e artefactos que ilustram e traçam a história da produção gráfica em Portugal, desde a Impressão Régia aos nossos dias.

A curadoria  foi da responsabilidade de Rúben Dias, tipógrafo, designer de tipos e docente na ESAD, e de Sofia Meira, designer gráfica e responsável pela Oficina de Tipografia da ESAD, ambos a desenvolver investigação nesta área.

Se ainda não  a visitou tem até amanhã para o fazer. Não falte!





A Imprensa Nacional faz 250 anos. Para assinalar esta data especial, aqui traremos os testemunhos dos membros do conselho editorial da editora pública. O testemunho de hoje é de Maria Helena da Cruz Coelho, professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.


A Imprensa Nacional faz 250 anos. Para assinalar esta data especial, aqui traremos os testemunhos dos membros do conselho editorial da editora pública. O testemunho de hoje é de Duarte Azinheira, o diretor editorial da Imprensa Nacional.

250 Anos da Imprensa Nacional

O testemunho, na TSF - Rádio Notícias, de Inês Cordeiro, diretora da Biblioteca Nacional de Portugal.


250 Anos da Imprensa Nacional

O testemunho, na TSF - Rádio Notícias, de Inês Fonseca Santos, escritora e jornalista.

250 Anos da Imprensa Nacional

O testemunho, na TSF - Rádio Notícias, de Gonçalo M. Tavares, escritor e coordenador do Clube de Leitores da Imprensa Nacional.

250 Anos da Imprensa Nacional

O testemunho, na TSF - Rádio Notícias, de Isabel Alçada, escritora.

250 Anos da Imprensa Nacional

O testemunho na TSF de Pedro Mexia, poeta, cronista, crítico literário e cinematográfico e membro do júri do Prémio INCM/VGM

Na TSF - Rádio Notícias já se festejam os 250 anos da Imprensa Nacional! Não perca ao longo desta semana os testemunhos de várias personalidades sobre a editora pública. Imprensa Nacional há 250 anos ao Serviço da Cultura!


A uma semana da noite mais aguardada do ano, a da consoada, ainda lhe faltam alguns presentes? Temos muitas sugestões para si! Visite as nossas lojas e encontre os presentes ideais para oferecer neste Natal e os descontos que temos para lhe dar.

Esperamos por si em:

Lisboa:
Biblioteca Nacional de Portugal, Campo Grande, 83
Rua de D. Filipa de Vilhena 12, 12A
Rua da Escola Politécnica, 137

Coimbra:
Avenida de Fernão de Magalhães, 486

Porto:
Praça Gomes Teixeira (Leões), 1 a 7

Loja Online:
https://www.incm.pt/portal/loja_main.jsp


Apareça!




O cabo-verdiano Olavo Delgado Correia é o grande vencedor da 1.ª edição do Prémio Literário Arnaldo França, atribuído em conjunto pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda e pela Imprensa Nacional de Cabo Verde.

O júri, constituído pela editora Paula Mendes (Imprensa Nacional Casa da Moeda), pelo jornalista e professor universitário Daniel Medina e pela escritora e jurista Vera Duarte, que o preside, decidiu atribuir o Prémio a Olavo Delgado Correia pela sua obra Beato Sabino, por ser:

[…] um trabalho inédito e de grande qualidade, com um enredo peculiar e uma linguagem clara e bem conseguida" […].

Beato Sabino torna-se assim a primeira obra a conquistar o Prémio Arnaldo França. Um prémio que tem por objetivo incentivar o talento literário em Cabo Verde e também homenagear Arnaldo França (1925-2015), poeta, ensaísta, académico, crítico, estudioso, estadista e historiador da literatura cabo-verdiana.

O júri decidiu ainda atribuir uma menção honrosa à obra O Sonho de Ícaro, de Onestaldo Ferreira Fontes, que concorreu com o pseudónimo Ivan Faruk, pela:

[… ] originalidade com que trata os temas da emigração e da traição e pela mestria na condução escrita do romance […]

Além dos 5 mil euros do valor pecuniário do prémio, Olavo Delgado Correia vai ver o seu livro publicado em Portugal e em Cabo Verde pela Imprensa Nacional Casa da Moeda e Imprensa Nacional de Cabo Verde, respetivamente, que vão acolher também a menção honrosa do Prémio: O Sonho de Ícaro.

Para já sabe-se que Olavo Delgado Correia, que concorreu a este prémio com o pseudónimo Neto Rocha Dias, nasceu em 1967 e é natural da cidade da Praia, na ilha de Santiago, Cabo Verde.

O anúncio dos vencedores decorreu na passada sexta-feira durante a sessão de boas-vindas da Morabeza, Festa do Livro de Cabo Verde. «É uma felicidade que o Prémio Arnaldo França se inicie no ano em que Imprensa Nacional de Portugal comemora 250 anos de atividade contínua. Não imagino lugar melhor para apresentar este prémio que a Morabeza, uma maravilhosa festa literária», referiu Duarte Azinheira, diretor editorial da Imprensa Nacional Casa da Moeda.


Imprimere - Arte e Processo nos 250 anos da Imprensa Nacional é a exposição que assinala os 250 anos da nossa casa e traça a história gráfica do país. Patente desde 10 de maio de 2018, na Casa do Design, em Matosinhos, esta exposição dá-nos um roteiro desde a chegada dos primeiros carateres móveis até às mais recentes técnicas de offset, desde a Impressão Régia aos nossos dias.

Se ainda não teve oportunidade de a visitar, trazemos-lhe uma boa notícia:

Perante a adesão massiva do público, a exposição Imprimere: Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional vai prolongar-se até ao dia 05 de janeiro de 2019, na Casa do Design, em Matosinhos. Esta é a sua oportunidade para a visitar.

Recordamos que Imprimere - Arte e Processo nos 250 anos da Imprensa Nacional é promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos, pela esad — idea, Investigação em Design e Arte e, claro, pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) .

A curadoria é da responsabilidade de Rúben Dias, tipógrafo, designer de tipos e docente na ESAD, e de Sofia Meira, designer gráfica e responsável pela Oficina de Tipografia da ESAD, ambos a desenvolver investigação nesta área.




A celebrar hoje a 70.ª edição, a Feira do Livro de Frankfurt é considerada uma das maiores feiras do livro do mundo, “muito importante do ponto de vista editorial e com uma longa tradição”, refere Patrícia Severino, conselheira cultural da Embaixada de Portugal na Alemanha.

Durante os próximos cinco dias, editores, escritores e entusiastas vindos de todo o globo reúnem-se nesta feira para assistir às tendências do setor internacional de livros e mídia distribuídas pelos 7100 expositores presentes, entre os quais 49 portugueses e com Geórgia como país convidado.

Destaca-se a importância da presença de escritores na feira.
Há dois anos, a escritora Patrícia Portela esteve na Feira do Livro de Frankfurt e, na altura, concluiu-se que há cerca de 16 anos que não havia a presença de autores portugueses naquela feira. Por um lado, é muito virada para o mercado, com a compra e venda de direitos, por outro lado, sendo uma feira do livro, consideramos que é importante os autores estarem presentes porque sem eles não há livros.

Nesta edição estarão presentes Isabela Figueiredo, que é a autora que estará em residência literária aqui na Alemanha, Kalaf Epalanga, que está sediado aqui em Berlim e se desloca connosco para uma conversa sobre a língua portuguesa, e o autor brasileiro João Paulo Cuenca, que também se junta a nós no dia 13 de outubro. Por outro lado, no dia 12, associamo-nos à livraria TFM, que é um espaço de literatura dedicado à língua portuguesa, onde fazemos uma apresentação dos livros destes dois autores.
Informa Patrícia Severino.

Em 2021 Portugal será o país convidado da Feira do Livro de Leipzig. Patrícia Severino salienta a importância de “um trabalho continuado ao longo dos próximos três anos, que antecipem esse momento.” Como a edição especial do Jornal de Letras, que vai ser apresentado na Feira do Livro de Frankfurt, dedicado a José Saramago e aos 20 anos do Prémio Nobel da Literatura.

Esta edição assinala, por um lado, este momento tão importante para a história da literatura portuguesa, por outro lado, é um protejo que se enquadra na iniciativa ‘Portugal – país convidado da Feira do Livro de Leipzig 2021’. Portanto, vão sair durante os próximos anos duas edições anuais, uma por ocasião da Feira do Livro de Leipzig, outra por ocasião da Feira do Livro de Frankfurt. A finalidade é termos um veículo de informação estruturada sobre a literatura de língua portuguesa que circulará na Alemanha
Explica Severino.

A Feira do Livro de Frankfurt termina no próximo domingo, dia 14. Esteja atento às próximas publicações!

Fonte: observador.pt








Já conhece o catálogo de edições da Imprensa Nacional deste ano? São centenas e centenas de títulos disponíveis. Pudera a Imprensa Nacional cumpre em dezembro deste ano, dois séculos e meio de atividade de edição livreira!
Ao folhear o nosso catálogo vai comprovar que a editora pública mantém a orientação dos últimos anos, centrada na promoção da língua e cultura portuguesas e, ao mesmo tempo, tenta alargar o âmbito do seu catálogo para novas temáticas e abordagens diferenciadas.

A generalidade do plano está centrada nos autores portugueses:

Edição Crítica de Almeida Garrett;
Edição Crítica de Eça de Queirós;
Edição Crítica de Camilo Castelo Branco;
Edição Crítica de Fernando Pessoa;
Biblioteca Fundamental da Literatura Portuguesa (BFLP);
Biblioteca de Autores Portugueses (BAP);
Biblioteca José-Augusto França;
Biblioteca Eduardo Prado Coelho;
Pessoana (série edições e série ensaios);
Obras Completas Manuel Teixeira-Gomes;
Obras Completas Jaime Cortesão;
Obras Completas José Régio;
Obras Completas Tomaz Figueiredo;
Obras Completas Adolfo Casais Monteiro;
Obras Completas Branquinho da Fonseca;
Obras de José Marinho;
Obras Completas de Bocage;
Olhares (ensaio sobre temas sociais e culturais portugueses ou importantes para a cultura portuguesa);
Plural (poesia em língua portuguesa);
Grandes Vidas Portuguesas (coleção infantojuvenil);
Coleção D (coleção dedicada ao design português);
Série PH (coleção dedicada à fotografia portuguesa);
Obras Completas de Vitorino Nemésio (nova edição);
Obras Completas de Mário Soares (nova).

A coleção «O Essencial Sobre» e a «Biblioteca de Autores Clássicos» mantêm as portas abertas à edição de obras fundamentais para a matriz cultural do Ocidente.

Também a coleção infantojuvenil «Grandes Vidas Portuguesas» continuará a merecer uma aposta significativa. Muitos dos livros editados até agora, catorze, precisamente, estão no Plano Nacional de Leitura, sendo a qualidade dos seus textos e a ilustração irrepreensíveis.

Em 2018 iniciámos também a publicação da nova edição da «Obra Completa de Vitorino Nemésio», com organização de Luiz Fagundes Duarte e em parceria com a editora açoriana Companhia das Ilhas.

Ainda este iniciaremos a publicação da «Obra Completa de Mário Soares». Destacado oposicionista à ditadura, construtor da democracia, Mário Soares é uma figura fundamental da História contemporânea de Portugal. Socialista, laico, europeísta convicto, pautou a sua ação, como cidadão e político, em defesa dos ideais humanistas, republicanos e democráticos. Entre muitos outros, ocupou os cargos de Secretário-Geral do Partido Socialista, de que foi fundador, Deputado, Eurodeputado, Primeiro-Ministro e Presidente da República. Ao longo da vida, Mário Soares publicou uma vasta e diversificada obra.

Folheie o nosso catálogo e surpreenda-se com as centenas de títulos, temas e autores que temos para lhe mostar! E que estão à disposição em qualquer uma das nossas lojas (em Lisboa, Porto e Coimbra).

O catálogo está disponível online neste endereço: https://www.incm.pt/portal/arquivo/livros/catalogo_edicoes_2018.pdf



Já saiu do prelo o primeiro volume da renovadissíma coleção «Obra Completa de Vitorino Nemésio», publicada pela primeira vez, na Imprensa Nacional, ainda na década de 1980. Esta nova edição é agora edificada pela editora pública em parceria com a editora livreira independente Companhia das Ilhas, e conta com a coordenação editorial do académico e também nemesiano Luiz Fagundes Duarte.

Poesia (1916-1940) é o volume inaugural. «Nemésio escreveu e publicou poesia durante toda a sua vida: começou aos 15 anos — com o Canto Matinal (1916) —, e terminou aos 76 — com o Caderno de Caligraphia, em que trabalhava quando faleceu a 20 de fevereiro de 1978. Por ele passam, portanto, muitas das ideias estéticas que enformaram a poesia portuguesa do século XX, no seio da qual, no entanto, conseguiu manter uma voz e uma postura muito próprias, combinando de um modo seguro, mas subtil, a erudição do académico com a genuinidade da inspiração de matriz popular açoriana», escreve Luíz Fagundes Duarte, na sua Nota Editorial.

A coleção está estruturada em quatro séries: Poesia, Teatro e Ficção, Crónica e Ensaio. Esta é uma forma de mostrar a obra ampla e multifacetada que Vitorino Nemésio deixou. A ideia é criar uma «coleção simples, sem aparato, rigorosa do ponto de vista do texto e que seja agradável para um público que não está — nem tem de estar — habituado a ler edições eruditas», referiu Luiz Fagundes Duarte em entrevista concedida à PRELO, em julho de 2018.

Da poesia de Vitorino Nemésio serão ainda editados mais três volumes - Poesia (1950-1959), Poesia (1963-1976) e Poesia Póstuma e Dispersa. «Na poesia seria interessante ver a maneira como ele vai reagindo aos estímulos do tempo, ver isso de livro para livro», refere Luiz Fagundes Duarte nessa mesma entrevista.

O presente volume, por critério editorial, encontra-se dividido em duas partes: Poesia (1916-1930) e Poesia (1935-1940).

Já o próximo volume será dedicado ao Teatro e Ficção com o volume Amor de Nunca Mais (1920) Paço do Milhafre (1924) seguido de O Mistério do Paço do Milhafre (1949).





A quinta edição do Mercado do Livro França Borges é já no próximo sábado, dia 22 de setembro, das 10h às 19h, no Jardim França Borges — assim designado em homenagem ao jornalista republicano do mesmo nome —, mais conhecido por Jardim do Príncipe Real, bem no topo da 7.ª Colina de Lisboa, uma das mais bonitas da cidade.

O Mercado do Livro França Borges é um encontro de culturas várias em torno das letras, das palavras, das histórias, dos livros, dos desenhos e das músicas e é destinado a todos aqueles, residentes ou visitantes, que gostam das coisas dos livros e, claro, de passear no bonito Jardim do Príncipe Real.

Organizado pela INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda e pela Junta de Freguesia da Misericórdia, esta quinta edição do Mercado França Borges contará ainda com a participação dos seguintes editores e livreiros: Imprensa Nacional, Livraria Almedina, Bisturi, Letra Livre, Distopia, O Homem do Saco, Livraria da Cinemateca e Oficina do Cego.

Programa

15: 00
Lançamento de Águia-Imperial-Ibérica – a Rainha dos Ares
O novo livro infantojuvenil com texto de Carla Maia de Almeida
e ilustrações de Susa Monteiro.

16:00
Oficina de Ilustração
Vem descobrir os caminhos que a Yara Kono explorou para
ilustrar a edição Jardim Botânico VII (Lavandaria). E entre
papéis, pétalas, tesouras e folhas em remoinho vamos criar
um pequeno e colorido herbário. (limidado a 15 participantes).

17: 00
À conversa com Jorge Silva
Design, livros e emoções

18:00
Jazz ao vivo - José Monteiro Trio:
Zé Cruz (guitarra), José Monteiro (contrabaixo) e Miguel
Fernandez (bateria.

Site oficial mercadodolivro.pt

Anote já na sua agenda:
20 setembro, 18h30
Apresentação do IMPRIMERE – Arte e processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional
na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica, 135)
em Lisboa!


- Já está? Boa!


IMPRIMERE – Arte e processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional resulta da exposição homónima apresentada na Casa do Design, em Matosinhos, que se encontra patente ao público até ao próximo dia 3 de novembro e onde se pode ver a evolução das várias técnicas usadas para na indústria de fazer livros, desde o fabrico de papel até aos ornamentos das capas.

Aproveitando a ocasião dos 250 anos da Imprensa Nacional, a assinalar em 24 de dezembro de 2018, esta obra é dedicada aos processos artísticos e produtivos das artes gráficas, situando a sua evolução na história geral das artes gráficas em Portugal e na história da Imprensa Nacional, em particular, observando as diferentes técnicas aqui desenvolvidas.
O volume apresenta assim um conjunto amplamente ilustrado de equipamentos, instrumentos, materiais e memórias profissionais que evidenciam a história da indústria gráfica no nosso país, compreendendo também o seu valor nas práticas e na formação atual, nomeadamente nas áreas de ensino do Design.

Rúben Dias e Sofia Meira são os curadores da exposição Imprimere — Arte e Processo nos 250 Anos da Imprensa Nacional e vão encontrar-se, no dia da apresentação, na Biblioteca da Imprensa Nacional, para conversar com o contramestre da extinta Escola de Tipografia da Imprensa Nacional, Benjamim Godinho.

Com moderação de Inês Queiroz, que coordena os trabalhos de investigação no âmbito das comemorações, esta conversa seguirá o curso da evolução das tecnologias e das técnicas das artes gráficas usadas no fabrico do livro, em paralelo com a história da Imprensa Nacional.

E ainda poderá assistir a uma demonstração da arte da composição e impressão tipográfica!

No dia do evento e nas duas semanas seguintes pode espreitar a Feira de Livros de Arte onde vai encontrar descontos até 50% na loja da Imprensa Nacional, da Rua da Escola Politécnica.

Este programa está integrado no Bairro das Artes – A Rentrée Cultural da sétima colina de Lisboa, uma iniciativa que vai já na nona edição. São 39 eventos a decorrerem das 18:00 às 22:00 nas galerias, museus, livrarias e diversos espaços ligados à Arte Contemporânea de uma das mais bonitas colinas da Lisboa: a Sétima!.




Os 250 anos da Imprensa Nacional em grande destaque no Jornal de Negócios. Conheça os factos e os principais intervenientes que fizeram (e fazem) a história da Imprensa Nacional, a sua «A Fábrica das Letras».

Desata-se o novelo da história da Imprensa Nacional e dele saltam nomes de artistas, jornalistas, intelectuais. Na casa dos caracteres, formaram-se homens de letras e não raramente aprendizes da tipografia transformavam-se em sábios e resistentes. Norberto de Araújo, escritor e olissipógrafo, trabalhou como compositor tipográfico na instituição. Tal como José Eduardo Coelho, fundador do Diário de Notícias. A costureira-dobradeira Berta Fonseca ficou conhecida na casa das letras por ter oferecido especial resistência num interrogatório da PIDE. A Imprensa Nacional completa dois séculos e meio de história que agora estão a ser reunidos em livro.
Jornal de Negócios

Leia o artigo completo aqui.