A preparar-se para a época de exames? Descubra ou redescubra uma coleção icónica da Imprensa Nacional: «Manuais Universitários». Até 30 de junho visite-nos nas nossas lojas* e desfrute de descontos que, bem a propósito, dão que pensar:

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Não perca esta oportunidade: leia mais por menos com a Imprensa Nacional.

* As Lojas INCM estão situadas:

Lisboa
Morada: Rua da Escola Politécnica, 137
1250-100 Lisboa
Horário: Encerrada
Autocarro: 58
Metro: Rato
Coordenadas GPS: N 38º 43' 4.45" W 9º 9' 6.62"

Morada: Rua de D. Filipa de Vilhena 12, 12A
1000-136 Lisboa
Horário: segunda a sexta-feira - 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 16; 18; 26; 42
Metro: Saldanha
Coordenadas GPS: N 38º 44' 12.29" W 9º 8' 30.39"

Morada: Biblioteca Nacional - Campo Grande, 83
1749-081 Lisboa
Horário: segunda a sexta-feira - 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 207 / 701 / 727 / 736 / 738 / 744 / 749 / 783
Metro: Entrecampos
Coordenadas GPS: N 38° 45' 4" O 9° 9' 9"


Porto
Morada: Rua Cândido dos Reis, 97
4050-152 Porto
Horário: segunda a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00.
Autocarros: saída - Carmo (200; 207; 301; 305; 501; 601)
Elétrico: saída - Praça dos Leões (22)
Metro: saídas - Trindade, Av. Aliados
Coordenadas GPS: N 41º 8' 49.3" W 8º 36' 49.8"

Coimbra
Morada: Rua Visconde da Luz 94, 96 e 98
3000-414 COIMBRA
Horário: segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Autocarros: 12, 21T, 2F, 9
Coordenadas GPS: Lat: 40.21 Lng: -8.4291

Ou visite-nos na nossa loja online. Clique aqui.

Nota: Pontualmente, podem surgir alterações ao horário apresentado. Queira por favor confirmar previamente através do nosso Centro de Atendimento ao Cliente (Telefone: 217 810 870; Email: incm@incm.pt)



Descubra ou redescubra obras fundamentais da Filosofia com a Imprensa Nacional. Até 30 de junho visite-nos nas nossas lojas* e desfrute de descontos que, bem a propósito, dão que pensar:

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Na coleção «Estudos Gerais - Clássicos de Filosofia» publicam-se os textos que marcaram o pensamento filosófico ao longo dos tempos. Não perca esta oportunidade: leia mais por menos com a Imprensa Nacional.

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Cypriano Joseph da Rocha. Relato de uma vida entre Portugal e o Brasil na «Idade do Ouro»
, de António Andresen Guimarães, é um ensaio que percorre o trajeto de vida, privada e pública, de Cypriano Joseph da Rocha que a 26 de maio de 1728, deixa Lisboa, acompanhado pelos dois filhos, e embarca, na Ribeira das Naus, rumo ao Brasil. O pré-lancamento desta obra será já no próximo dia 16 de junho, pelas 17h00, e conta com a presença do autor e com a apresentação de Rui Carp.

Pode assistir em direto a esta sessão através das nossas redes sociais, acedendo aqui:

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Esperamos por si, desta vez, online!

Beneficie nos dias 16 e 17 de junho do desconto de 20% nas lojas físicas da Imprensa Nacional - Casa da Moeda* (INCM) e também na loja online. Aqui.


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Celebramos hoje o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Celebramos a nossa história e a nossa língua. É dia de homenagear a diáspora portuguesa e de celebrar Luís Vaz de Camões, figura incontornável da língua e da literatura portuguesas.

Hoje fica em destaque o poema «Portugal Tão Diferente De Seu Ser Primeiro», publicado, em 1980, pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em Lírica Completa, Vol. II.


Os reinos e os impérios poderosos,
que em grandeza no mundo mais creceram,
ou por valor de esforço floreceram
ou por varões nas letras espantosos

Teve Grécia Temístocles famosos;
os Cipiões a Roma engrandeceram;
doze pares a França glória deram;
Cides a Espanha, e Laras belicosos.

Ao nosso Portugal (que agora vemos
tão diferente de seu ser primeiro),
os vossos deram honra e liberdade.

E em vós, grão sucessor e novo herdeiro
do braganção estado, há mil extremos
iguais ao sangue, e móres que a idade.


Lírica Completa, Vol. II
Imprensa Nacional-Casa da Moeda
Lisboa, 1980

Imagem © Imprensa Nacinoal


02 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil. A data enaltece o nascimento de um dos maiores escritores do género, o dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), autor de A Pequena Sereia, Patinho Feio, a Princesa e a Ervilha ou Soldadinho de Chumbo, entre tantos outros que certamente marcaram a infância de todos nós.

O Dia Internacional do Livro Infantil é celebrado desde 1967 e pretende chamar a atenção para a relevância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância. «Fome de palavras» é o tema deste ano. Neste dia, a Direção Geral do Livro Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), como tem vindo a ser hábito, disponibiliza um cartaz de divulgação. Este ano o cartaz é da autoria de André Letria, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração em 2019.


André Letria é ilustrador desde 1992 é ainda editor da Pato Lógico, editora que fundou em 2010. Com a Pato Lógico a Imprensa Nacional tem mantido uma estreita e profícua parceria. Juntas têm vindo a publicar vários títulos para os mais jovens.

Entre eles  figuram os títuloas da coleção «Grandes Vidas Portuguesas» - um projeto editorial dedicado a personalidades nacionais que se destacaram em vários domínios da História. Conheça-os aqui.  E também os livros infantojuvenis do Museu Casa da Moeda, entre outros. Conheça-os aqui.

Mais do que nunca, nesta fase de isolamento, ajude os mais novos na formação dos hábitos de leitura. Um livro é sempre uma boa companhia e o exemplo é o melhor professor.



Cypriano Joseph da Rocha. Relato de uma vida entre Portugal e o Brasil na «Idade do Ouro», de António Andresen Guimarães, é um ensaio que percorre o trajeto de vida, privada e pública, de Cypriano Joseph da Rocha que a 26 de maio de 1728, deixa Lisboa, acompanhado pelos dois filhos, e embarca, na Ribeira das Naus, rumo ao Brasil.

Cypriano José da Rocha vai ocupar, na capitania da Baía, o cargo de juiz dos órfãos, por mercê de Sua Majestade el-rei D. João V, o Magnânimo, e uns anos mais tarde, na capitania de Minas Gerais, o de ouvidor da comarca de Rio das Mortes, esse extenso território que, provavelmente ele não o saberia, era maior do que o Reino que ele deixava.

Este ensaio tem pois enfoque no período brasileiro, onde se destaca a missão que levou Cypriano Joseph da Rocha sertão adentro, à descoberta das minas do Rio Verde, ultrapassando os rios Baependi, Lambari e Sapucaí, e que tem um momento marcante na fundação, como ele designou, de um arraial a que pôs o nome de Arraial de São Cipriano.

Ultrapassada a fase de adaptação, ao clima, à alimentação, aos costumes e à vida social de um território em desenvolvimento e também em expansão para novas fronteiras, vivendo as mutações económicas, sociais e políticas que o novo ciclo do ouro trazia à América portuguesa, Cypriano integra-se nesse novo mundo, de que dá conta nas cartas que regularmente foi escrevendo a sua mulher.

Escreve António Andresen Guimarães na «Introdução» ao livro:

O nome de Cypriano Joseph da Rocha não figura em nenhuma enciclopédia,muito menos em qualquer compêndio de História. Segundo os critérios de uma história tradicional, não foi estadista célebre ou militar que mereça ser recordado pelos seus feitos heróicos; não deixou obra literária, nem fez qualquer descoberta científica que preserve o seu nome. Não se lhe conhecem qualidades excecionais que justificassem que o seu nome ficasse gravado na História. No entanto, o nome de Cypriano Joseph da Rocha, cuja biografia aqui ensaiamos, sobreviveu à passagem do tempo, num círculo limitado de influência é certo, mas tal não significa que o conhecimento da sua vida não constitua motivo de interesse. Pelo contrário, como procurarei dar testemunho.
Quando comecei a interessar-me por esta personagem e fui fazendo as minhas pesquisas, surpreendi-me com as inúmeras vezes que o seu nome aparecia citado. Na atribuição de fundação de cidades, na sua toponímia, em diversos estudos sobre a história de Minas Gerais, etc., Cypriano Joseph da Rocha constituía uma referência. Comecei a ler esses estudos e a ganhar interesse pela personagem. O facto de ser seu descendente direto me dava um impulso e interesse pessoal acrescido e motivação para investigar e aprofundar os conhecimentos e dados que ia recolhendo. E, sobretudo, por dispor de acesso privilegiado a fontes documentais diretas e inéditas, que permaneceram durante séculos preservadas na casa onde Cypriano viveu e morreu e que, por sucessão, pertence ao autor deste ensaio biográfico. (...)

in «Introdução» de Cypriano Joseph da Rocha. Relato de uma vida entre Portugal e o Brasil na «Idade do Ouro»



José Jorge Letria foi o convidado de ontem, 13 de fevereiro, de Luís Caetano no programa A Ronda da Noite (RTP/Antena 2) para uma conversa que teve por mote O Livro Branco da Melancolia, a sua antologia poética agora editada pela Imprensa Nacional.



O LIVRO BRANCO DA MELANCOLIA

O Livro Branco da Melancolia, reúne, propositadamente de forma continua e irreferencial, os mais significativos poemas de José Jorge Letria.

José Jorge Letria escolhe, para este conjunto de poemas, um título bem sedutor, e ao mesmo tempo intrigante. Uma palavra como Melancolia carrega um forte peso, na tradição cultural, filosófica, artística.

Saiba mais detalhes sobre esta obra na nossa loja online. Aqui.





2020 afigura-se mais um ano desafiante para a Imprensa Nacional e a poesia continuará a ser uma aposta forte da editora pública portuguesa.

Em 2020 a Imprensa Nacional continuará a acolher os poetas na coleção «Plural». Serão publicados nesta coleção: Guardar a Cidade e 0s Livros Porventura de Antonio Cicero, O Último Poeta Romano, de Paulo Teixeira, Toda Poesia, de Paulo Leminski, e as obras poéticas de Salette Tavares e de Natércia Freire.

Também a Poesia, de Sá de Miranda, sairá este ano, na coleção «Clássicos». Quanto à coleção dedicada a Fernando Pessoa, a «Pessoana», vai acolher os Poemas de Alberto Caeiro, numa edição de Ivo Castro.

A Imprensa Nacional continuará a divulgar, ao longo deste ano, os pensamentos críticos dos mais destacados ensaístas na coleção «Olhares». Para este ano espera-se a A Enxada e a Lança, de Alberto da Costa e Silva, e Viagens com um Mapa em Branco, de Juan Gabriel Vásquez.

Ainda no domínio dos ensaios, a coleção «Estudos de Religião», feita em parceria com o Centro de Estudos da História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, recebe em 2020 os títulos Génese e Institucionalização de uma Experiência Eremítica, de João Luís Fontes, Teologia e Poesia em Carlos Drummond de Andrade, de Alex Villas Boas, e Religião, Território e Identidade, coordenado por Alfredo Teixeira.

No domínio da filosofia há uma novidade há muito aguardada: a Imprensa Nacional reedita esta ano uma das grandes obras-primas da literatura ocidental, Confissões de Santo Agostinho, em versão bilingue (português/latim), título que se encontra há muito esgotado.

Em 2020 a editora pública continuará a restaurar minuciosamente as «oficinas de trabalho» dos autores maiores da literatura portuguesa, guiados pelo olhar crítico e atento dos nossos maiores especialistas que reconstroem verdadeiras «catedrais» nas coleções de «Edições Críticas». Este ano esperam-se Frei Luís de Sousa na «Edição Crítica de Almeida Garrett»; Eusébio Macário. A Corja (num só volume) na «Edição Crítica de Camilo Castelo Branco» e Philidor e A Relíquia na «Edição Crítica de Eça de Queirós».

O Teatro Completo de Natália Correia, em dois volumes, entrará este ano para a coleção «Biblioteca de Autores Portugueses».

Também as Crónicas que Nuno Brederode Santos publicou no Diário de Noticias se juntam ao catálogo da editora, numa organização da responsabilidade de Maria do Céu Guerra e Maria Emília Brederode Santos.

A coleção dedicada aos grandes autores italianos (clássicos e contemporâneos), a «Itálica», vai receber em 2020 um volume dedicado ao Teatro de Pirandello, onde serão publicadas algumas traduções inéditas para português deste dramaturgo italiano. A coordenação do volume será de Jorge Silva Melo. A «Itálica» recebe ainda a poesia completa de Giuseppe Ungaretti, Vida de Um Homem, que conheceu a sua tradução para o português pela mão de Vasco Gato.

De Itália chega ainda um título importante para a Imprensa Nacional, pela lavra de Anna Dolfi: O Essencial sobre Antonio Tabucchi. A mesma coleção acolherá também O Essencial sobre Ruben A., no ano em que se assinala o centenário de nascimento deste escritor.

Do Brasil chega um outro projeto importante e notável. Conjuntamente com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, a Imprensa Nacional publica em 2020, a publicação do Dicionário de Machado de Assis.

Ainda no que diz respeito a dicionários, o investigador Daniel Pires vai trazer-nos um dicionário dedicado a uma das mais complexas e notáveis figuras do Iluminismo português: Manuel Maria Barbosa du Bocage.

Em 2020, a Imprensa Nacional continua a apostar nos designers portugueses na «Coleção D», coordenada por Jorge Silva. Este ano sairá o volume dedicado ao trabalho de Cristina Reis.

As objetivas da editora pública continuam bem focadas nos fotógrafos nacionais. José Manuel Rodrigues (com apresentação de Rui Prata) é o nome que se segue na «Série Ph».

A pensar nos mais novos a coleção «Grandes Vidas Portuguesas» vai receber mais quatro biografias: Carolina Beatriz Ângelo, Amália Rodrigues, Sidónio Pais e Mário Soares, estes dois numa série, dentro da coleção, dedicada aos Presidentes e feita em parceria com o Museu da Presidência da República. Já a coleção infantojuvenil do Museu Casa da Moeda recebe este ano O Golfinho. Recorde-se que a Imprensa Nacional – Casa da Moeda associa-se ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, sendo que parte das receitas das vendas deste livro (bem como das moedas associadas) contribuem diretamente para a proteção da espécie.

Ainda a pensar no ambiente, e no âmbito da Lisboa Capital Verde 2020, a Imprensa Nacional associa-se à Câmara Municipal de Lisboa inaugurando a coleção «Botânica de Portugal». Estão previstos 7 títulos e o primeiro a sair do prelo será: Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental.

Distribuídas por diversas coleções que vão da poesia às edições críticas, passando pelas obras completas, pelo design, pela fotografia, pela história, filosofia, infantojuvenil, as edições da Imprensa Nacional continuarão em 2020 a ir ao encontro da sua missão primordial: publicar obras essenciais da cultura nacional e universal e preservar, promover e ampliar o património bibliográfico da língua portuguesa.

E no sentido de chegar a mais gente e de captar novos públicos, a Imprensa Nacional fará em 2020 o maior esforço da sua história no caminho da desmaterialização e de uma oferta diferenciada de conteúdos.

A saber: contará com cerca de 40 edições que incluem livros eletrónicos, terá 11 edições que incluem disponibilização gratuita (após uma primeira edição em papel ou em simultâneo). A Imprensa Nacional iniciará também uma coleção de audiolivros de autores clássicos portugueses com disponibilização gratuita, prevendo-se dois a três audiobooks por ano. Em 2020 a Imprensa Nacional estreia um programa semanal na RTP/ Antena 2 sobre «autores essenciais», tendo por base os livros da coleção «O Essencial Sobre». Os programas poderão ser ouvidos em direto e, posteriormente, em podcast.

Por fim, a Imprensa Nacional vai inaugurar o seu sítio na internet, em 2020, com conteúdos próprios e exclusivos totalmente orientados para a literatura e cultura portuguesas, bem como para a história desta instituição.




















A poucos dias da noite mais aguardada do ano, a Imprensa Nacional sugere-lhe alguns livros para oferecer no Natal.

Se um livro é sempre uma boa prenda, um livro da Imprensa Nacional é sempre uma prenda extraordinária!



«Volta ao Mundo – Obra Gráfica de José de Guimarães» é uma coedição da Imprensa Nacional com a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) e é apresentado no âmbito da exposição com o título homólogo que está patente na BNP de 22 de outubro de 2019 a 31 de março de 2020.

De realçar que o artista doou a totalidade da sua obra gráfica à Biblioteca Nacional permitindo o acesso, estudo, divulgação e investigação de uma obra de referência da nossa contemporaneidade. A Imprensa Nacional associa-se a esta iniciativa no ano em que o artista completa 80 anos.

São mais de 400 obras que agora se reúnem numa edição ímpar no contexto da arte portuguesa, um catálogo raisonné, bilingue e que conta com um ensaio de Raquel Henriques da Silva.

18:00 - Visita à Exposição
18:30 - Lançamento do livro

Entrada é livre.