O lobo ibérico, a subespécie de lobos que habita a Península Ibérica, tem a designação científica de Canis lupus signatus. E foi descrito em 1907 pelo zoólogo espanhol Angel Cabrera.




O lobo ibérico distingue-se dos outros lobos que habitam a restante área europeia por ser mais pequeno e pela coloração da sua pelagem, que é mais amarelo-acastanhada. Além disto, possui cores mais fortes e um padrão de coloração das faces e focinho diferente

Outrora presente em todo o território nacional, o Lobo-Ibérico encontra-se atualmente circunscrito a algumas áreas do norte e do centro do País, estando classificado como «em perigo», devido à escassez de presas selvagens e às atividades desenvolvidas pelo ser humano, que têm vindo a comprometer a sobrevivência desta espécie.


Em Portugal é espécie protegida desde 1989.

(Legislação de Proteção do Lobo Ibérico: Lei n.º 90/88, de 13 de agosto, e Decreto-Lei 139/90 de 27 de abril)

A história deste predador é aqui contada por Ricardo J. Rodrigues e ilustrada por Susana Diniz e Pedro Semeano, e vai permitir aos mais novos conhecer mais sobre esta espécie ameaçada, a sua proteção, os seus hábitos e família. E aos mais velhos também.

Tal como acontece com Sou o Lince Ibérico - O Felino Mais Ameaçado do Mundo e Rainha dos Ares A Águia-Imperial-Ibérica, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda associa-se ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, sendo que parte das receitas das vendas deste livro (bem como das moedas associadas) contribuem diretamente para a sua proteção.



No dia 18 de maio celebra-se o Dia Internacional dos Museus, que este ano evoca a importância dos museus como plataformas de cultura e cidadania.

O Museu Casa da Moeda foi inaugurado em 2017, precisamente com o objetivo de divulgar o conhecimento e devolver à sociedade a fruição de um património numismático e medalhístico verdadeiramente único! E há muito para descobrir e aprender neste museu.

Se ainda não o conhece, este ano, aproveite o Dia Internacional do Museus para visitar o Museu Casa da Moeda, que é inteiramente digital e gratuito. Basta para isso seguir a ligação www.museucasadamoeda.pt.




Apresentação Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal
Data: sábado, 08 de dezembro
Horário: 16h45m – 17h30m
Local: Livraria do Convento de São Francisco, em Coimbra
Morada: Avenida da Guarda Inglesa, 3040-326 Coimbra
Entrada livre

Na livraria do Convento de São Francisco, em Coimbra, ocupada e dinamizada pela editora Bruáa, a ilustração é a rainha.

E vai ser lá, já no próximo sábado, dia 08 de dezembro, a apresentação do livro Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal, entre as 16h45m e as 17h30m, com entrada gratuita.

A apresentação contará com a presença das autoras Vera Marques Alves (texto) e Carolina Celas (ilustração).

Cláudio Garrudo estará também presente em representação da Imprensa Nacional e do Museu Casa da Moeda. Inês Felisberto representará a Pato Lógico Edições, a quem coube o design e a direção de arte da coleção.

O livro Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal revela muitas curiosidades sobre seis tradições populares portuguesas. Inspirado numa coleção de moedas, e destinado aos mais jovens, dá a conhecer, em seis capítulos, as arrecadas de Viana do Castelo, os jugos do Nordeste, as colchas de Castelo Branco, o figurado de Barcelos, os caretos de Trás-os-Montes e os espigueiros.

Recorde-se que a coleção infanto-juvenil do Museu Casa da Moeda tem por objetivo aproximar o público mais jovem da numismática.

Outros títulos da coleção:

Cara ou Coroa? Pequena História da Moeda;

Sou o Lince-Ibérico. O Felino Mais Ameaçado do Mundo;

Princesas de Portugal, Rainhas da Europa

Rainha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica





Sabias que, em 1927, a revista National Geographic publicou fotografias do trajo de Viana do Castelo? E que, durante a Idade Média, havia muitos homens especialistas em bordado?
Como imaginas as tradições populares portuguesas são muitas e muito ricas! Através de Caretos e Coretos, com texto de Vera Marques Alves e ilustrações de Carolina Celas, poderás conhecer melhor algumas histórias à volta destas tradições. Consegues adivinhar as seis tradições populares portuguesas representadas na capa deste que é o mais recente livro infantojuvenil do Museu Casa da Moeda?

Tenta! Vamos oferecer um exemplar à 1.ª resposta totalmente certa!




No dia 28 de setembro, às 17:00h, as edições solidárias do Museu Casa da Moeda Sou o Lince-Ibérico, O Felino Mais Ameaçado do Mundo e Rainha dos Ares, a Águia-Imperial-Ibérica vão ser apresentadas, em Setúbal, no âmbito da 10.ª edição da ObservaNatura, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a Tróia-Natura.

Vão estar presentes na apresentação Maria João Freitas, Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque, autora e ilustradores de Sou o Lince-Ibérico, O Felino Mais Ameaçado do Mundo, um titulo recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

O evento dedicado ao turismo da natureza, de amplitude territorial, decorre na Herdade da Mourisca, na Reserva Natural do Estuário do Sado, no Parque Natural da Arrábida, na baía do Sado e na Península de Tróia. Este certame começa no próximo dia 22 e termina no dia 30 de setembro.


A Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal. Se leres este livro, ficarás a saber isto e muito mais sobre a Águia-Imperial-Ibérica... e não só. Por ser tão especial, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda decidiu cunhar uma nova moeda temática, que vai contribuir diretamente para proteger esta espécie ameaçada. Uma parte da receita deste livro e da moeda reverte para o fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, gerido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Com textos de Carla Maia de Almeida e ilustrações de Susa Monteiro, «A Águia-Imperial-Ibérica, Rainha dos Ares» é a mais recente edição do Museu Casa da Moeda feita em parceria com a Pato Lógico!
Brevemente nas livrarias e loja on-line.
Está atento (às bancas e ao céu)!



Depois do Dia Internacional da Internet (assinalado a 17 de maio) celebra-se hoje o Dia Internacional dos Museus. A data foi estabelecida em 1977 pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus. Este ano tem por mote: «Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos», propondo-se uma reflexão sobre a utilidade dos museus como componente importante das diversas comunidades, bem como da relação dos museus com as novas tecnologias.

Devido à tecnologia os museus podem hoje alcançar novos públicos, para além do público tradicional, assim como conseguem encontrar novas formas de aproximação das coleções aos diferentes públicos: quer através da digitalização de coleções, como usando elementos multimédia nas exposições ou simplesmente utilizando um hashtag que permite ao visitante partilhar a sua experiência nas redes sociais.
ICOM Portugal

Autênticas catedrais da memória e da cultura coletiva, a incumbência dos Museus não se cinge apenas à recolha do património ou da produção de um artista. O Museu é também templo de conservação, de preservação e de restauro. É local de intercâmbio cultural e de encontros intergeracionais. Local de cruzamento de saberes e de descobertas.
Etimologicamente, o termo museu nasce do grego Mouseîon, que era o templo dedicado às Musas e às divindades das artes. Na sua aceção moderna, o Museu Ashmolean, fundado por Elias Ashmole, é considerado o primeiro museu moderno. Foi inaugurado em 1693, em Oxford, e é hoje um dos museus gratuitos mais visitados de Inglaterra e uma das mais conceituadas instituições do mundo, com obras de Leonardo Da Vinci e Miguel Ângelo, entre outros.
A INCM orgulha-se de ter construído uma vasta rede de parcerias com os principais museus nacionais. Entre eles, o Museu Nacional de Arte Antiga (um dos mais visitado do país), o Museu Nacional de Arqueologia (detentor do maior número de bens classificados como tesouros nacionais, alguns de valor incalculável) ou ainda — entre muitos outros — o Museu Soares dos Reis (mais antigo museu público de arte português).
A INCM orgulha-se ainda de estar em consonância com o seu tempo e de ter inaugurado, em 2017, o Museu Casa da Moeda, um museu bilingue (português e inglês) inteiramente digital que arrancou com o objetivo de ser inclusivo, permitindo, à distância de um clique, que qualquer pessoa, de qualquer idade, em qualquer lugar do mundo, possa ter acesso a uma acervo imenso. Um acervo que vai desde a primeira moeda cunhada na história, cunhada durante os séculos VII-VI a.C., até ao euro que usamos hoje em dia.
Resumindo, a INCM orgulha-se de ter um Museu hiperconectado, com uma nova abordagem, e que chega a novos públicos!
Neste dia internacional dos museus recordamos aqui a entrevista concedida ao Prelo por António Carvalho, diretor e fiel guardião do Museu Nacional de Arqueologia.

Recordamos ainda que se celebra amanhã, na noite de 19 de maio, a Noite Europeia dos Museus.

Curiosidade:
A atual definição de «museu» foi aprovada pela Assembleia Geral do ICOM, em 2007, podendo-se ler nos seus estatutos:

Secção 1. Museu. Um museu é uma instituição sem fins lucrativos, permanente, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberto ao público, que adquire, conserva, pesquisa, comunica e exibe o património tangível e intangível da humanidade para fins de educação, estudo e diversão.

Estatutos do ICOM, 
aprovados pela 22.ª Assembleia Geral, 
em Viena, Áustria, a 24 de agosto 2007


TPR


Luís Caetano visitou os espaços da Imprensa Nacional – gráfica, livraria e biblioteca – e conversou com o diretor da unidade de publicações, Duarte Azinheira, e alguns elementos da sua equipa para ficar a conhecer melhor a editora pública e o seu papel na preservação da língua e da cultura portuguesas.

Instituição secular em Portugal, garante e pilar da relação entre o poder e aqueles a quem serve, com um trabalho essencial de preservação, promoção e ampliação do património bibliográfico, da cultura e da língua portuguesa, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda nasce na Impressão Régia, em 1768, e permanece hoje, firme, nas propostas de sempre, no que à edição diz respeito.

Aqui encontramos, por exemplo, as Obras Completas de Almada Negreiros, José Régio, Vitorino Nemésio; ou a Edição de Crítica de Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Camilo, Garrett; sínteses da cultura, ensaios, história, novos autores, uma rica e variada proposta editorial marcada desde sempre pela vertente institucional. Da Gazeta de Lisboa ao Diário da República, é nesta chancela de confiança que encontramos informação oficial e documentos fundamentais para o País.

Duarte Azinheira explica que a missão da editora [Imprensa Nacional] é:

(...) uma missão estatutária de preservação e promoção da língua e da cultura portuguesas. A Imprensa Nacional é uma editora de salvaguarda patrimonial. Cabe-lhe garantir que há um conjunto de textos fundamentais para a língua e para a cultura portuguesas, que estão disponíveis para que todos os cidadãos possam a eles ter acesso, e mesmo todos os estrangeiros que tenham interesse pela cultura portuguesa, ou que estudem o português em qualquer parte do mundo. É uma editora que tem um papel supletivo ao das editoras privadas, portanto não concorre com elas. No fundo, é o Estado a garantir esse papel de salvaguarda.

Da editora pública, Luís Caetano destaca:

(...) o dinamismo e a qualidade que atravessam vários projetos a decorrer ou prestes a iniciar-se [para] disponibilizar as obras essenciais da cultura nacional e universal, contribuindo dessa forma para preservar, promover e ampliar o património bibliográfico da língua portuguesa, deixando-o para gerações futuras.

Para ouvir:

1.ª parte (minutos 1’10” e 6’45” – 41’25”)


2.ª parte (minutos 1’10” e 6’30” – 42’05”)



A fotogaleria de Jorge Carmona, publicada no site da Antena 2, dá uma boa ideia de como foi esta viagem pelos espaços da editora do Estado:



























Imprensa Nacional.
Uma questão de serviço público.


http://sicmulher.sapo.pt/programas/faz-sentido/videos/2016-12-19-Top-5-Leituras-imperdiveis

SOU O LINCE-IBÉRICO, o Felino mais Ameçado do Mundo, com texto de Maria João Freitas e ilustrações de Nádia e Tiago Albuquerque, é a publicação infantojuvenil escolhida por João Paulo Sacadura, no programa «Faz Sentido» (SIC Mulher) de 19 de dezembro, como «leitura imperdível» para as férias de Natal.

Uma narrativa rigorosa e divertida que, associada a uma moeda comemorativa, é também um projeto solidário em favor do Fundo para a conservação da natureza.

Sou o Lince-Ibérico é o segundo de uma série de títulos educativos publicados pelo Museu Casa da Moeda em conjunto com a INCM e o Pato Lógico, com o apoio do Museu do Dinheiro e do ICNF.

Ver na rubrica «Leituras Imperdíveis» aqui (a partir dos 8 min 45 s).

http://sicmulher.sapo.pt/programas/faz-sentido/videos/2016-12-19-Top-5-de-musica   

Sou o Lince-Ibérico
Felino mais Ameaçado do Mundo

Maria João Freitas (texto)
Nádia e Tiago Albuquerque (ilustrações)
Museu Casa da Moeda / INCM / Pato Lógico
2016
48 pp.
(Inclui poster.)




in Observador, 15 de novembro de 2016


A Imprensa Nacional-Casa da Moeda apresentou hoje, em Mértola, uma moeda comemorativa da autoria de Luís Valadares, dedicada ao lince-ibérico, inaugurando assim a nova série de moedas de coleção «Espécies Ameaçadas».

Juntamente com a moeda, foi igualmente apresentado o novo título infantojuvenil dedicado ao «Sou o Lince-Ibérico, o felino mais ameaçado do mundo». Este título, integrado no programa educativo do Museu Casa da Moeda, é uma edição conjunta INCM–Pato Lógico, com texto de Maria João Freitas e ilustrações de Tiago e Nádia Albuquerque.

Uma moeda e um livro solidários, na medida em que a venda de cada exemplar de um e de outro contribuirá com 1 euro para o Fundo Ambiental para a conservação da natureza e da biodiversidade.

Ler a notícia completa aqui.