A que autores das coleções «Obras Completas de…», chancela Imprensa Nacional, pertencem estes rostos? Consegue adivinhar?

Nota: Pode verificar a sua pontuação ao clicar em «Enviar todas as respostas e ver o resultado»




Preparámos um quizz especialmente para os mais novos. Sabes tudo sobre Salgueiro Maia, uma grande vida portuguesa?



Nível: DIFÍCIL

Todos os excertos incluídos neste passatempo foram retirados das Edições Críticas das obras de Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós e Fernando Pessoa publicadas pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda.

NOTA: edições críticas são as versões dos textos mais aproximadas da presumível intenção do seu autor.
Podem editar-se criticamente: textos inéditos, com base nos documentos autorais existentes; ou textos já editados, cuja base poderão ser, conjuntamente, documentos autorais e edições em vida do autor.
O maior interesse de uma edição crítica surge quando de um texto existem já publicadas múltiplas versões divergentes e por vezes contraditórias. Então, a edição crítica recua até à origem desses textos, até aos testemunhos deixados pelo seu autor, analisa-os detalhadamente, e fixa, por critérios cientificamente definidos para cada caso, a versão mais autêntica e mais próxima possível da genuína vontade do autor. 


No final, pode verificar as suas respostas e obter informação adicional em «Todas as respostas».



Nível: MÉDIO

Pegámos no grande Dicionário de Eça de Queiroz para construir um divertido passatempo especialmente dedicado a queirosianos fervorosos. Consegue acertar em todas as respostas?

Nota: Pode verificar a sua pontuação ao clicar em «Enviar todas as respostas e ver o resultado»






Conhece bem os heterónimos de Fernando Pessoa? Faça o quizz que preparámos para si.

Nota: Pode verificar a sua pontuação ao clicar em «Enviar todas as respostas e ver o resultado»




Gostava de ler «O Essencial Sobre andar de Bicicleta sem Cair?» ou «O Essencial Sobre as Sete Maravilhas do Mundo»? Envie-nos o seu melhor título para esta coleção «O Essencial Sobre...» e habilite-se a ganhar um título desta coleção.

É mesmo isso! Envie-nos o título mais insólito e mais original da (a fingir que é) próxima edição!

Vamos divulgar todos os títulos que nos enviarem na nossa página do facebook. O dono do título «O Essencial sobre...» com mais "gostos" ganha um livro da coleção à sua escolha, mediante disponibilidade de stock! Comece já a ver qual quer ganhar e envie o seu título para o mail prelo.incm@gmail.com ou por mensagem interna para 
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É valida uma candidatura por pessoa.

Tem até dia 26 de julho para participar! Boa sorte!

A coleção «O Essencial Sobre...» é uma grande coleção de pequenos livros de bolso versando sobre diferentes temas explicados por especialistas de uma forma acessível e clara e destinados a um público não especializado. Já lá vão 136 livros!

Literatura

O Essencial sobre ANTERO DE QUENTAL
Ana Maria Almeida Martins
N.o 2 — 3.a ed., revista e aumentada — 2001
64 pp.

O Essencial sobre MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
Clara Rocha
N.o 8 — 2.a ed. — 1995
64 pp.

O Essencial sobre CAROLINA MICHAËLIS DE VASCONCELOS
Maria Assunção Pinto Correia
N.o 13 — 1986
64 pp.

O Essencial de ALCEU E SAFO
Albano Martins
N.o 18 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre o ROMANCEIRO TRADICIONAL
J. David Pinto-Correia
N.o 19 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre VITORINO NEMÉSIO
David Mourão-Ferreira
N.o 22 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre EUGÉNIO DE ANDRADE
Luís Miguel Nava
N.o 26 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre JORGE DE SENA
Jorge Fazenda Lourenço
N.o 30 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre JAIME CORTESÃO
José Manuel Garcia
N.o 32 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre ANDRÉ FALCÃO DE RESENDE
Américo da Costa Ramalho
N.o 34 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre RAMALHO ORTIGÃO
Maria João Lello Ortigão de Oliveira
N.o 39 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre FIDELINO DE FIGUEIREDO
António Soares Amora
N.o 40 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre CAMILO
João Bigotte Chorão
N.o 42 — 2.a ed. — 1998
64 pp.

O Essencial sobre JAIME BATALHA REIS
Maria José Marinho
N.o 43 — 1996
64 pp.

O Essencial sobre SOBRE RAÚL BRANDÃO
António M. B. Machado Pires
N.o 46 — 2.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre TEIXEIRA DE PASCOAES
Maria das Graças Moreira de Sá
N.o 47 — 1999
64 pp.

O Essencial sobre TOMAZ DE FIGUEIREDO
João Bigotte Chorão
N.o 50 — 2000
64 pp.

O Essencial sobre EÇA DE QUEIRÓS
Carlos Reis
N.os 51/52 — 2005
128 pp.

O Essencial sobre GUERRA JUNQUEIRO
António Cândido Franco
N.o 53 — 2001
64 pp.

O Essencial sobre JOSÉ RÉGIO
Eugénio Lisboa
N.o 54 — 2.a ed. — 2007
96 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO NOBRE
José Carlos Seabra Pereira
N.o 55 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre Almeida Garrett
Ofélia Paiva Monteiro
N.o 56 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre SAÚL DIAS/JÚLIO
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 58 — 2002
64 pp. + 16 ilustr.

O Essencial sobre FIALHO DE ALMEIDA
António Cândido Franco
N.o 60 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre OLIVEIRA MARTINS
Guilherme d’Oliveira Martins
N.o 64 — 2003
96 pp.

O Essencial sobre MIGUEL TORGA
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 65 — 2.a ed. — 2007
96 pp.

O Essencial sobre A LITERATURA DE CORDEL PORTUGUESA
Carlos Nogueira
N.o 71 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre WENCESLAU DE MORAES
Ana Paula Laborinho
N.o 73 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre ADOLFO CASAIS MONTEIRO
Carlos Leone
N.o 75 — 2005
96 pp.

O Essencial sobre O ROMANCE HISTÓRICO
Rogério Miguel Puga
N.o 85 — 2006
112 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO DE NAVARRO
Martim de Gouveia e Sousa
N.o 89 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre BERNARDIM RIBEIRO
António Cândido Franco
N.o 91 — 2007
112 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO PEDRO
José-Augusto França
N.o 94 — 2007
104 pp.

O Essencial sobre CRÍTICA LITERÁRIA PORTUGUESA (ATÉ 1940)
Carlos Leone
N.o 108 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre WILLIAM SHAKESPEARE
Mário Avelar
N.º 120 — 2012
168 pp.

O Essencial sobre MARCEL PROUST
António Mega Ferreira
N.º 122 — 2013
80 pp.

O Essencial sobre ALBERT CAMUS
António Mega Ferreira
N.º 123 — 2013
80 pp.

O Essencial sobre WALT WHITMAN
Mário Avelar
N.º 124 — 2014
108 pp.

O Essencial sobre DOM QUIXOTE
António Mega Ferreira
N.º 126 — 2015
80 pp.

O Essencial sobre MICHEL DE MONTAIGNE
Clara Rocha
N.º 127 — 2015
80 pp.

O Essencial sobre VERGÍLIO FERREIRA
Helder Godinho
N.º 131 — 2017
88 pp.

O Essencial sobre DANTE ALIGHIERI
António Mega Ferreira
N.º 134
180 pp.

O Essencial sobre MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
Clara Rocha
N.º 135 — 2.ª ed., revista e aumentada
100 pp.


O Essencial sobre MÁRIO CLÁUDIO
Martinho Soares
N.º 136

O Essencial sobre Jorge de Sena
Jorge Fazenda Lourenço
N.º 30 — 2.ª edição Revista e aumentada




Teatro e Cinema

O Essencial sobre GIL VICENTE
Stephen Reckert
N.o 10 — 2.a ed. — 1993
64 pp.

O Essencial sobre O TEATRO LUSO-BRASILEIRO
Duarte Ivo Cruz
N.o 70 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre JAIME SALAZAR SAMPAIO
Duarte Ivo Cruz
N.o 76 — 2005
80 pp.

O Essencial sobre D. JOÃO DA CÂMARA
Luiz Francisco Rebello
N.o 80 — 2006
96 pp. — 6 ilustr.

O Essencial sobre CHARLES CHAPLIN
José-Augusto França
N.º 125 — 2015
120 pp.

O Essencial sobre O  TEATRO DE HENRIQUES LOPES DE MENDONÇA 

Duarte Ivo Cruz
N.º 135



Filosofia

O Essencial sobre METAFÍSICA
António Marques
N.o 28 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre SANTO ANTÓNIO DE LISBOA
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 49 — 2.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre DELFIM SANTOS
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 59 — 2002
80 pp.

O Essencial sobre SAMPAIO (BRUNO)
Joaquim Domingues
N.o 61 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre MARTINHO DE MENDONÇA
Luís Manuel A. V. Bernardo
N.o 63 — 2002
96 pp.

O Essencial sobre EDUARDO LOURENÇO
Miguel Real
N.o 67 — 2003
112 pp.

O Essencial sobre SÍLVIO LIMA
Carlos Leone
N.o 72 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA MEDIEVAL
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 78 — 2005
104 pp.

O Essencial sobre FRANCISCO DE HOLANDA
Maria de Lourdes Sirgado Ganho
N.o 81 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA MODERNA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 82 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre AGOSTINHO DA SILVA
Romana Valente Pinho
N.o 83 — 2006
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA DA ANTIGUIDADE CLÁSSICA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 84 — 2006
112 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA LIBERAL E SOCIAL
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 86 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA ROMÂNTICA
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 87 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre FERNANDO GIL
Paulo Tunhas
N.o 88 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre sobre EUDORO DE SOUSA
Luís Lóia
N.o 90 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre AVERRÓIS
Catarina Belo
N.o 93 — 2007
80 pp.

O Essencial sobre SOTTOMAYOR CARDIA
Carlos Leone
N.o 95 — 2007
96 pp.

O Essencial sobre ANTÓNIO JOSÉ BRANDÃO
Ana Paula Loureiro de Sousa
N.o 97 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre DEMOCRACIA
Carlos Leone
N.o 98 — 2008
80 pp.

O Essencial sobre SILVESTRE PINHEIRO FERREIRA
José Esteves Pereira
N.o 105 — 2008
96 p.

O Essencial sobre ANTÓNIO SÉRGIO
Carlos Leone
N.o 106 — 2008
104 pp.

O Essencial sobre VIEIRA DE ALMEIDA
Luís Manuel A. V. Bernardo
N.o 107 — 2008
120 pp.

O Essencial sobre FILOSOFIA POLÍTICA CONTEMPORÂNEA (1887-1939)
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 109 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre RITMANÁLISE
Rodrigo Sobral Cunha
N.o 112 — 2010
64 pp.

O Essencial sobre LEONARDO COIMBRA
Ana Catarina Milhazes
N.º 128 — 2016
56 pp.


Ciência

O Essencial sobre OS «BEBÉS-PROVETA»
Clara Pinto Correia
N.o 12 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre O CORAÇÃO
Fernando de Pádua
N.º 16 — 2.ª ed. — 2013
64 pp.

O Essencial sobre A TEORIA DA RELATIVIDADE
António Brotas
N.o 37 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre A HISTÓRIA DAS MATEMÁTICAS EM PORTUGAL
J. Tiago de Oliveira
N.o 41 — 1989
64 pp.

Arte

O Essencial sobre A ARQUITECTURA BARROCA EM PORTUGAL
Paulo Varela Gomes
N.o 25 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre NUNO GONÇALVES
Dagoberto Markl
N.o 27 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre SAÚL DIAS/JÚLIO
Isabel Vaz Ponce de Leão
N.o 58 — 2002
64 pp. + 16 ilustr.

O Essencial sobre ALMADA NEGREIROS
José-Augusto França
N.o 66 — 2003
96 pp. — 4 ilustr.

O Essencial sobre AMADEO DE SOUZA-CARDOSO
José-Augusto França
N.o 74 — 2005
96 pp. — 8 ilustr.

O Essencial sobre RAFAEL BORDALO PINHEIRO
José-Augusto França
N.o 79 — 2005
96 pp. — 8 ilustr.

O Essencial sobre COLUMBANO BORDALO PINHEIRO
José-Augusto França
N.o 92 — 2007
120 pp. — 7 ilustr.

O Essencial sobre ANTÓNIO PEDRO
José-Augusto França
N.o 94 — 2007
104 pp.

O Essencial sobre JOSÉ MALHOA
José-Augusto França
N.o 104 — 2008
112 p.

O Essencial sobre ÁLVARO SIZA VIEIRA
Margarida Cunha Belém
N.º 118 — 2012
80 pp.

O Essencial sobre EDUARDO SOUTO MOURA
Margarida Cunha Belém
N.º 119 — 2012
80 pp.

O Essencial sobre PABLO PICASSO
José-Augusto França
N.º 129 — 2016
132 pp.

Música e Dança

O Essencial sobre FERNANDO LOPES-GRAÇA
Mário Vieira de Carvalho
N.o 38 — 1989
64 pp.

O Essencial sobre FRANCISCO DE LACERDA
José Bettencourt da Câmara
N.o 44 — 1997
64 pp.

O Essencial sobre A MÚSICA PORTUGUESA PARA CANTO E PIANO
José Bettencourt da Câmara
N.o 48 — 1999
64 pp.

O Essencial sobre A MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
José Bettencourt da Câmara
N.o 57 — 2001
96 pp.

O Essencial sobre A ÓPERA EM PORTUGAl
Manuel Ivo Cruz
N.o 99 — 2008
96 pp.

O Essencial sobre A COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO
Mónica Guerreiro
N.º 132 — 2017
166 pp.

O Essencial sobre os BALLETS RUSSES EM LISBOA
Maria João Castro
N.º 133 — 2017
122 pp.

História, Antropologia, Sociologia, Economia, Política

O Essencial sobre A FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE
José Mattoso
N.o 3 — 3.a ed. — 2007
64 pp.

O Essencial sobre A CULTURA MEDIEVAL PORTUGUESA (SÉCS. XI A XIV)
José Mattoso
N.o 5 — 2.a ed. — 1993
64 pp.

O Essencial sobre O TRATADO DE WINDSOR
Luís Adão da Fonseca
N.o 20 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre OS DOZE DE INGLATERRA
A. de Magalhães Basto
N.o 21 — 1986
64 pp.

O Essencial sobre PORTUGAL E A LIBERDADE DOS MARES
Ana Maria Pereira Ferreira
N.o 36 — 1988
64 pp.

O Essencial sobre D. ANTÓNIO FERREIRA GOMES
Arnaldo de Pinho
N.o 68 — 2004
64 pp.

O Essencial sobre MOUZINHO DA SILVEIRA
A. do Carmo Reis
N.o 69 — 2004
96 pp.

O Essencial sobre ESTRANGEIRADOS NO SÉCULO XX
Carlos Leone
N.o 77 — 2005
80 pp.

O Essencial sobre O TEMA DA ÍNDIA NO TEATRO PORTUGUÊS
Duarte Ivo Cruz
N.o 114 — 2011
72 pp.

O Essencial sobre A I REPÚBLICA E A CONSTITUIÇÃO DE 1911
Paulo Ferreira da Cunha
N.o 115 — 2011
120 pp.

O Essencial sobre O CAPITAL SOCIAL
Jorge Almeida
N.o 116 — 2011
120 pp.

O Essencial sobre O FIM DO IMPÉRIO SOVIÉTICO
José Milhazes
N.º 117 — 2011
96 pp.

O Essencial sobre SOBRE COOPERATIVAS
Rui Namorado
N.º 121 — 2013
96 pp.

O Essencial sobre o DIÁRIO DA REPÚBLICA
Guilherme d'Oliveira Martins
N.º 130 — 2017
72 pp.

Diversos


O Essencial sobre O LITORAL PORTUGUÊS
Ilídio Alves de Araújo
N.o 23 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre DROGAS E DROGADOS
Aureliano da Fonseca
N.o 35 — 1987
64 pp.

O Essencial sobre A IMPRENSA EM PORTUGAL
João L. de Moraes Rocha
N.o 45 — 1998
64 pp.




Manuel Maria Barbosa du Bocage foi uma das mais complexas e notáveis figuras do Iluminismo em Portugal. Autor versátil de múltiplas formas de poesia, dramaturgo e tradutor rigoroso — aliás tradutor da Imprensa Nacional — Bocage entrou em colisão declarada com a estética literária estabelecida, com a moral mais conservadora e com a hipocrisia dos costumes, tendo sido particularmente reconhecido e apreciado entre as classes letradas do seu tempo.

Temos um desafio si: escolha os seus versos preferidos de Manuel Maria Barbosa du Bocage e partilhe-os na nossa página de facebook, a incmlivros, em comentário ao post deste passatempo.

Quem publicar os versos que receberem mais gostos ganha um exemplar do mais recente título da «Obra Completa de Bocage», Traduções.

É válida uma candidatura por pessoa e tem até dia 10 de maio para participar! Boa sorte! Descubra ou redescubra a obra desta poeta do iluminismo com a Imprensa Nacional e a coleção «Obra Completa de Bocage», uma vasta obra que:

[foi] publicada entre 1790 e 1805, foi condicionada pelo seu percurso existencial acidentado, que, com frequência, lhe retirou a tranquilidade almejada para a composição poética e o forçou, por vezes, a assumir alguns compromissos indesejados. O autor foi explícito relativamente à precariedade do seu quotidiano:

«Se […] eu projectasse a defensa dos meus versos, ainda que vãmente, acarretara, encarecera talvez os desgostos, os males, as fadigas de uma vida inquieta e indigente, de que não são vexados os que compõem melhor que eu, ou o presumem.»

O escritor evocava as duas deserções das Forças Armadas, a fome e a insegurança (no limite da sobrevivência) sentidas durante o périplo asiático, percorrendo países hostis aos estrangeiros, os vários encarceramentos
sofridos, a reclusão no Tribunal do Santo Ofício, a miséria quotidiana e a sua saúde instável, que se deteriorou consideravelmente pouco antes de atingir os 40 anos, idade com que faleceu.

In Introdução Sonetos, Sátiras, Odes, Epístolas, Idílios, Apólogos, Cantatas e Elegias- Tomo I.


A organização, fixação do texto e notas da «Obra Completa de Bocage» ficaram a cargo de Daniel Pires.

Daniel Pires, é licenciado em Filologia Germânica e doutorado em Cultura Portuguesa, foi professor cooperante em São Tomé e Príncipe e em Moçambique, professor do ensino secundário e leitor de português nas Universidades de Glasgow, Macau, Cantão e Goa.
Dirige o Centro de Estudos Bocageanos desde a sua fundação, em 1999. É autor de, entre outras, as seguintes obras: Dicionário de Imprensa Literária Portuguesa do Século XX, Dicionário Cronológico da Imprensa Macaense do Século XIX, Bocage. A Imagem e o Verbo, bem como de ensaios sobre Camilo Pessanha, Wenceslau de Moraes, o Padre Malagrida, o Marquês de Pombal e Raul Proença. Colaborou no Dicionário de Fernando Pessoa, Dicionário da República, Dictionary of Literature of the Iberian Peninsula, Cambridge Guide to World Theatre, Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Dicionário de História de Portugal e Dicionário do 25 de Abril.



«Sou um nacionalista místico, um sebastianista racional», escreveu Fernando Pessoa sobre o único livro de poemas em português que publicou em vida: Mensagem, saído a 1 de dezembro de 1934, um ano antes da morte do poeta.

A obra iniciada em 1913 foi terminada em 1934. Ou seja, Pessoa demorou cerca de vinte e um anos a terminá-la.

Sabe-se que Mensagem não foi o título inicialmente escolhido por Pessoa. Na sua mente, tinha inicialmente o título Gládio, que era em simultâneo o título de um poema escrito, precisamente, em 1913.

Mais tarde, Pessoa pensou dar outro título à obra: «Portugal».

Mensagem surgiu, então, como uma terceira, definitiva e derradeira escolha de última hora. E o próprio explica como:

O meu livro Mensagem chamava-se primitivamente Portugal. Alterei o título porque o meu velho amigo Da Cunha Dias me fez notar — a observação era por igual patriótica e publicitária — que o nome da nossa Pátria estava hoje prostituído a sapatos, como a hotéis a sua maior Dinastia. «Quer V. pôr o título do seu livro em analogia com "portugalize os seus pés?"» Concordei e cedi, como concordo e cedo sempre que me falam com argumentos. Tenho prazer em ser vencido quando quem me vence é a Razão, seja quem for o seu procurador.
Pus-lhe instintivamente esse título abstracto. Substituí-o por um título concreto por uma razão...
E o curioso é que o título Mensagem está mais certo — àparte a razão que me levou a pô-lo — de que o título primitivo.
Deus fala todas as línguas, e sabe bem que o melhor modo de fazer-se entender de um selvagem é um manipanso e não a metafísica de Platão, base intelectual do cristianismo. Reservo-me porém o direito de pensar que tal forma da religião é uma forma inferior. É sem dúvida necessário que haja quem descasque batatas, mas, reconhecendo a necessidade e a utilidade do acto descascador, dispenso-me de o considerar comparável ao de escrever a Ilíada. Não me dispenso porém de me abster de dizer ao descascador que abandone a sua tarefa em proveito da de escrever hexâmetros gregos.

s.d.
Sobre Portugal - Introdução ao Problema Nacional. Fernando Pessoa (Recolha de textos de Maria Isabel Rocheta e Maria Paula Morão. Introdução organizada por Joel Serrão.) Lisboa: Ática, 1979. - 53

O desafio que temos para si é o seguinte: Que título alternativo daria a esta obra, onde em 44 poemas, divididos em três grande partes — Brasão, Mar Português e O Encoberto — Fernando Pessoa conta os séculos de história, glórias e tormentas que Portugal viveu?

Envie-nos o título mais original e habilite-se a ganhar um exemplar da Edição Crítica de Mensagem e Poemas Publicados em Vida.

Vamos divulgar todos os títulos que nos enviarem na nossa página do facebook. O dono do título alternativo com mais «gostos» ganha. Envie o seu título para o mail prelo.incm@gmail.com ou por mensagem interna para a nossa página do facebook!

É válida uma candidatura por pessoa.

Tem até dia 22 de fevereiro para participar!
Boa sorte!






Vitorino Nemésio foi poeta durante 60 anos e nunca pôs de lado a poesia — atividade ininterrupta entre 1916 e 1976. É precisamente com a poesia que se inaugurara a nova coleção «Obra Completa de Vitorino Nemésio», numa profícua — e simbólica — parceria entre as editoras Companhia das Ilhas, sediada nas Lajes do Pico, e a Imprensa Nacional.

Esta nova coleção, simples, sem aparato de notas e rigorosa do ponto de vista do texto, estrutura-se em quatro séries: Poesia, Teatro e Ficção, Crónica e, finalmente, Ensaio. Esta é uma forma de mostrar a obra ampla e multifacetada que Nemésio nos deixou.

A partir da próxima sexta-feira, dia 23, e até dia 30 de novembro vamos publicar, uma pergunta por dia, sobre a vida e obra de Vitorino Nemésio. A pessoa tiver mais respostas certas ganha um exemplar de Poesia 1916-1640 !

Mas atenção: as respostas não podem estar visíveis! Envie-nos todas ao mesmo tempo ou uma de cada vez, por email ou mensagem privada para a nossa conta do facebook.

Esteja atento!



As perguntas:

dia 23 - Em 1916, aos 15 anos de idade, Vitorino Nemésio era um jovem aluno do liceu de Angra do Heroísmo. É neste ano que publica o seu primeiro livro de poemas «Canto Matinal». O então jovem poeta quisera chamar-lhe «Canto Vesperal». Foi a conselho de um professor que alterou o título. Como se chamava este professor?

dia 24 - O poema «Aquele cais ali, agudo e nu», de Vitorino Nemésio, foi publicado pela primeira vez em 1940. Em que livro?

Dia 25 - Em 1933, Vitorino Nemésio é contratado pela Faculdade de Letras de Lisboa, tendo-se doutorado, no ano seguinte. Qual o título da sua dissertação de doutoramento?







Sabias que, em 1927, a revista National Geographic publicou fotografias do trajo de Viana do Castelo? E que, durante a Idade Média, havia muitos homens especialistas em bordado?
Como imaginas as tradições populares portuguesas são muitas e muito ricas! Através de Caretos e Coretos, com texto de Vera Marques Alves e ilustrações de Carolina Celas, poderás conhecer melhor algumas histórias à volta destas tradições. Consegues adivinhar as seis tradições populares portuguesas representadas na capa deste que é o mais recente livro infantojuvenil do Museu Casa da Moeda?

Tenta! Vamos oferecer um exemplar à 1.ª resposta totalmente certa!