Uma criação teatral encenada e interpretada por Diogo Carvalho, a partir do livro «Sophia de Mello Breyner Andresen. Quem era Sofia?» com texto de Ana Maria Magalhães/Isabel Alçada e ilustrações de Sara Feio.


Entrada Gratuita


Quando se fala de Sophia de Mello Breyner Andresen o que vem à ideia é poesia. E também «A Menina do Mar» ou «O Cavaleiro da Dinamarca». Mas quem era essa escritora que nas fotografias aparece tão elegante e com um olhar sonhador?

No ano em que se celebra o centenário do seu nascimento a coleção Grandes Vidas Portuguesas dá a conhecer aos leitores mais jovens Sophia de Mello Breyner Andresen, a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.


Apresentação de «Fernão de Magalhães. O Homem que se transformou em Planeta», mais um livro da coleção infantojuvenil do Museu Casa da Moeda, já na próxima 2.ª feira, dia 16 de dezembro pelas 18h00, na Biblioteca da Imprensa Nacional.

A apresentação contará com a presença dos autores: Luís Almeida Martins (texto) e António Jorge Gonçalves (ilustrações).

Não perca a história do português mais famoso de sempre!

Com o nome de Magalhães foram batizadas duas galáxias, uma sonda espacial da NASA que viajou até Vénus, uma cratera de Marte, um estreito entre dois oceanos, um sistema de GPS pioneiro, um modelo de computador, uma baía e um tipo de pinguins – já para não falar de muitos lugares e navios da realidade e da ficção.

A entrada é gratuita.


Preparámos um quizz especialmente para os mais novos. Sabes tudo sobre Salgueiro Maia, uma grande vida portuguesa?



Apresentação Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal
Data: sábado, 08 de dezembro
Horário: 16h45m – 17h30m
Local: Livraria do Convento de São Francisco, em Coimbra
Morada: Avenida da Guarda Inglesa, 3040-326 Coimbra
Entrada livre

Na livraria do Convento de São Francisco, em Coimbra, ocupada e dinamizada pela editora Bruáa, a ilustração é a rainha.

E vai ser lá, já no próximo sábado, dia 08 de dezembro, a apresentação do livro Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal, entre as 16h45m e as 17h30m, com entrada gratuita.

A apresentação contará com a presença das autoras Vera Marques Alves (texto) e Carolina Celas (ilustração).

Cláudio Garrudo estará também presente em representação da Imprensa Nacional e do Museu Casa da Moeda. Inês Felisberto representará a Pato Lógico Edições, a quem coube o design e a direção de arte da coleção.

O livro Caretos e Coretos. Tradições Populares em Portugal revela muitas curiosidades sobre seis tradições populares portuguesas. Inspirado numa coleção de moedas, e destinado aos mais jovens, dá a conhecer, em seis capítulos, as arrecadas de Viana do Castelo, os jugos do Nordeste, as colchas de Castelo Branco, o figurado de Barcelos, os caretos de Trás-os-Montes e os espigueiros.

Recorde-se que a coleção infanto-juvenil do Museu Casa da Moeda tem por objetivo aproximar o público mais jovem da numismática.

Outros títulos da coleção:

Cara ou Coroa? Pequena História da Moeda;

Sou o Lince-Ibérico. O Felino Mais Ameaçado do Mundo;

Princesas de Portugal, Rainhas da Europa

Rainha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica





Sabias que, em 1927, a revista National Geographic publicou fotografias do trajo de Viana do Castelo? E que, durante a Idade Média, havia muitos homens especialistas em bordado?
Como imaginas as tradições populares portuguesas são muitas e muito ricas! Através de Caretos e Coretos, com texto de Vera Marques Alves e ilustrações de Carolina Celas, poderás conhecer melhor algumas histórias à volta destas tradições. Consegues adivinhar as seis tradições populares portuguesas representadas na capa deste que é o mais recente livro infantojuvenil do Museu Casa da Moeda?

Tenta! Vamos oferecer um exemplar à 1.ª resposta totalmente certa!





Foi em pleno Jardim do Príncipe Real, ou Jardim França Borges, que se realizou o lançamento de Rainha dos Ares, A Águia-Imperial-Ibérica, no decorrer da 5.ª sessão do Mercado do Livro França Borges.

Este é um livro feito em parceria com o Museu Casa da Moeda e a Pato Lógico Edições, cujas receitas vão, em parte, contribuir para o Fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Rainha dos Ares, A Águia-Imperial-Ibérica conta com texto de Carla Maia de Almeida e com ilustrações de Susa Monteiro. Escritora e ilustradora marcaram presença na mesa do lançamento, falaram de todo processo do livro, dos desafios que superaram para chegar ao produto final e, por fim, responderam a perguntas vindas de pequenos e graúdos. Duarte Azinheira, Diretor Editorial da Imprensa Nacional, também marcou presença na mesa e salientou a pertinência da acção solidária desta edição.

Recordamos que a Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal.






No dia 28 de setembro, às 17:00h, as edições solidárias do Museu Casa da Moeda Sou o Lince-Ibérico, O Felino Mais Ameaçado do Mundo e Rainha dos Ares, a Águia-Imperial-Ibérica vão ser apresentadas, em Setúbal, no âmbito da 10.ª edição da ObservaNatura, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a Tróia-Natura.

Vão estar presentes na apresentação Maria João Freitas, Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque, autora e ilustradores de Sou o Lince-Ibérico, O Felino Mais Ameaçado do Mundo, um titulo recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

O evento dedicado ao turismo da natureza, de amplitude territorial, decorre na Herdade da Mourisca, na Reserva Natural do Estuário do Sado, no Parque Natural da Arrábida, na baía do Sado e na Península de Tróia. Este certame começa no próximo dia 22 e termina no dia 30 de setembro.


Multifacetado, vanguardista e corajoso assim foi Almada Negreiros. Bailarino, pintor, escritor, dramaturgo, conferencista e artista que defendeu a modernidade a todo o custo, daí ter andado «dez passos de gigante à frente [...] sem temer reprovação ou contratempo». José Jorge Letria conta-nos a sua história em Almada Negreiros. Viva o Almada Pim! E Tiago Albuquerque ilustra-a à altura. Nós, desafiamos-te a pores à prova os teus conhecimentos sobre esta Grande Vida Portuguesa!






A Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal. Se leres este livro, ficarás a saber isto e muito mais sobre a Águia-Imperial-Ibérica... e não só. Por ser tão especial, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda decidiu cunhar uma nova moeda temática, que vai contribuir diretamente para proteger esta espécie ameaçada. Uma parte da receita deste livro e da moeda reverte para o fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, gerido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Com textos de Carla Maia de Almeida e ilustrações de Susa Monteiro, «A Águia-Imperial-Ibérica, Rainha dos Ares» é a mais recente edição do Museu Casa da Moeda feita em parceria com a Pato Lógico!
Brevemente nas livrarias e loja on-line.
Está atento (às bancas e ao céu)!



Entre 1914 e 1918 houve uma guerra que matou quase 20 milhões de pessoas, imagina! Participaram nessa guerra países do mundo inteiro, incluindo Portugal. Por isso se chama de Primeira Guerra Mundial. O nosso país estava do lado dos ingleses, russos, americanos e franceses (Tríplice Entente) que lutavam contra os Império Alemão e Austro-Húngaro e o Reino de Itália (Tríplice Aliança). A partir de 1918 começou a haver várias esforços de acordo de paz mas aquele que pôs o ponto final à guerra ficou conhecido como Tratado de Versalhes, que foi assinado em 28 de junho de 1919. A equipa liderada pela Alemanha perdeu e sofreu duros castigos. O soldado Milhões foi um herói português desta guerra. A sua história está publicada na nossa coleção «Grandes Vidas Portuguesas». O que sabes tu deste nosso herói?





Anibal Milhais. Um Herói Chamado Milhões
José Jorge Letria e Nuno Saraiva
Grandes Vidas Portuguesas
Abril de 2014


O novo volume da coleção «Grandes Vidas Portuguesas» é dedicado a um vulto maior da literatura contemporânea: António Lobo Antunes.
António Lobo Antunes. O Amor das Coisas Belas (Ou pelo menos das que eu considero belas) é também um estimulante convite dirigido aos leitores mais novos para conhecerem um pouco da trajetória de vida de António Lobo Antunes e, ao mesmo tempo, para partilharem um pouco do mundo multíplice deste escritor que é hoje um dos mais lidos e traduzidos mundo fora. Não sabes o que é «multíplice»? Usa dicionário! Vais precisar de um para ler esta história. Esse é outro convite deste livro: que os mais jovens voltem a (re) descobrir o dicionário para (re) descobrirem a grandeza da sua língua! O texto é de Jorge Reis-Sá e as ilustrações são de Nicolau

O António não escreve. Ele diz sempre que é a mão que lhe guia o raciocínio. Já pensaste na beleza desta coisa tão simples? Termos uma mão que nos obriga a escrever como os pés nos obrigam a caminhar. As mãos são os pés do escritor, ele anda sempre a fazer quarenta quilómetros de maratona. O António corre maratonas e chama-lhe um livro.
p.08
O António nasceu para escrever, mas cresceu para ser médico. O pai do António era médico e o irmão João também. O irmão Nuno ainda é. Mas o António era um médico diferente – aos olhos do pai – porque não curava pessoas com gesso, antes a infelicidade com livros.
p.10





Oficina de Escrita Criativa
Baseada na edição «Aníbal Milhais - Um Herói Chamado Milhões» da coleção Grandes Vidas Portuguesas.
Orientada por Inês Barbosa para crianças e jovens dos 8 aos 14 anos.
Data: 26 de maio 2018
Hora: 11:00h
Local: livraria INCM do Porto - Praça Gomes Teixeira 1 a 7, Porto

Gratuita com pré-inscrição: livraria.porto@incm.pt


Houve um tempo em que nenhuma mulher da tua família podia votar. Apenas por ser mulher. Mãe, avó, tia, irmã, sobrinha, prima, não importava. Mesmo que fossem muito inteligentes, mesmo que tivessem lido 100 ou 200 livros (o que seria imenso!), mesmo que soubessem dizer a tabuada de trás para a frente ou o nome de todos os rios e afluentes da Ásia (o que seria incrível!), tinham contra si uma série de leis que as julgavam como inferiores aos homens.
Estávamos nos primeiros anos do século XX, época de grandes mudanças sociais e científicas por todo o mundo. Em quase todos países o voto estava-lhes proibido — com algumas exceções como a Nova Zelândia, nos antípodas de Portugal, onde as mulheres já votavam desde 1893.
Escritora, editora, jornalista, ensaísta, pedagoga, feminista, maçónica e republicana, tudo isso e mais foi Ana de Castro Osório.
Quando se deram as eleições de 28 de maio de 1911, Carolina Beatriz Ângelo [médica cirurgiã, e a primeira mulher a votar em Portugal] e Ana de Castro Osório já eram amigas e lutadoras pelas mesmas causas políticas e sociais. Membros da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e da Associação de Propaganda Feminista, entre outras organizações, queriam ver o progresso e a modernidade chegarem de vez ao País.
Ambas provinham de famílias avançadas para a época. Ambas casaram com homens inteligentes e dignos que as apoiaram nessa causa da História universal, sobretudo desde meados do século XIX, com a ação das sufragistas. Foi esse o nome dado às mulheres que, em Inglaterra e nos Estados Unidos da América, começaram a reivindicar plenamente os seus direitos, começando pelo sufrágio ou voto. Foram presas, internadas como loucas e até assassinadas, mas o movimento não parou mais e deu origem ao que depois se designou por «feminismo».
Conhecendo estas novas ideias que chegavam da Europa, Ana de Castro Osório escreveu, em 1905, Às Mulheres Portuguesas. É considerada a primeira obra declarada a favor da emancipação da mulher — sem por isso excluir os homens.
Ana de Castro Osório nasceu em Mangualde, cidade do distrito de Viseu, no dia 18 de junho de 1872. Morreu em Lisboa, a 23 de março de 1935, aos 62 anos.
Os pais tiveram grande influência na sua maneira de ver e pensar o mundo. João Baptista de Castro era um homem das leis e dos livros. A mãe, Mariana Osório de Castro Cabral Albuquerque, provinha de uma família culta e aristocrática; e também ela ajudou a filha nas suas múltiplas atividades enquanto escritora, feminista, republicana e tudo o que lhe despertava curiosidade e interesse.
(...)
Era ainda muito nova quando deixou Mangualde e foi viver com a família para Setúbal, onde o pai fora colocado como juiz. Aos 26 anos, casou-se com o poeta, jornalista e político republicano Paulino de Oliveira, também de Setúbal. Tiveram dois filhos: João de Castro Osório e José Osório de Oliveira. Quando o marido foi nomeado para o lugar de cônsul português em São Paulo, em 1911, Ana de Castro Osório mudou-se para o Brasil e ali ficou até à morte deste, em 1914. Foi um casamento tranquilo e repleto de afinidades, com uma história muito especial pelo meio... que no final contaremos.
Foi em Setúbal que Ana de Castro Osório se dedicou a uma parte fundamental da sua vida e obra: a escrita e promoção da literatura infantil. Pegando no trabalho feito à volta dos contos tradicionais, que já vinha de antes do casamento, iniciou a coleção «Para as Crianças», em 1897. (...)
Não só os escrevia como os editava por sua conta e distribuía por livrarias do País — e, mais tarde, também no Brasil, que então representava um grande mercado. Além disso, respondia às cartas dos leitores, que podiam receber o seu exemplar pelo correio. Ao fim de alguns números, chegava a respetiva encadernação. Um trabalho muito profissional e completo, a que hoje chamaríamos marketing.
Ao mesmo tempo, mantinha a sua atividade política, seguindo os ideais republicanos de transformar o País através da instrução escolar e cívica. Abrir bibliotecas públicas, aumentar o número de escolas, valorizar o trabalho dos professores, alargar a escolaridade obrigatória, tornar a leitura de livros e jornais mais acessível...
(...)
Ao longo dos quase quarenta anos em que escreveu sem interrupção, sobretudo para a imprensa periódica, Ana de Castro Osório abordou muitos temas, desde a igualdade no divórcio até ao serviço militar obrigatório para mulheres, passando pelo direito das mães amamentarem os filhos (à época, esse papel pertencia às chamadas «amas-de-leite»).
Ana de Castro Osório não foi apenas uma das primeiras pessoas a encarar a escrita para crianças com o mesmo empenho que reservava aos assuntos ditos «sérios», como a política. Da sua geração, apenas a escritora Virgínia de Castro e Almeida, autora de Céu Aberto e As Aventuras de Dona Redonda, a conseguiu acompanhar. No entanto, se há quem chame a Ana de Castro Osório a mãe da literatura infantil em Portugal é também porque ela foi, como se costuma dizer, uma «mulher dos sete instrumentos». Repara:
• Escreveu contos originais, sem dúvida o seu género preferido, além de teatro para crianças e novela de aventuras;
• Recolheu e adaptou ainda mais contos tradicionais e contos de fadas que ouviu às «mulheres do povo», em Mangualde e Setúbal;
• Assinou versões traduzidas de autores estrangeiros, caso dos irmãos Grimm e Hans Christian Andersen;
• Foi autora de vários livros de leitura escolares também lidos nas escolas públicas do Brasil;
• Fundou a Livraria Editora «Para as Crianças», em Setúbal, a fim de publicar os seus próprios livros e fazê-los chegar a Portugal e ao estrangeiro;
• Valorizou a ilustração, colaborando com artistas como Leal da Câmara, Raquel Roque Gameiro, Alfredo de Morais, Hebe Gonçalves e Mily Possoz, entre outros;
• Mostrou ter um entendimento do livro infantil muito avançado para a sua época, quando a leitura era considerada útil para instruir e dar lições de moral, mas não para distrair nem divertir. Já em 1908, no prefácio de um dos seus livros, escrevia:
«Criar uma literatura infantil é criar o amor pela leitura, é despertar na criança a curiosidade — tão embotada nas crianças portuguesas — pelas coisas intelectuais e dar-lhe da vida uma nobre e alta noção. [...]
A literatura para os grandes apossa-se de todos os assuntos e de todos pode fazer obras de valor, conforme o talento dos autores. O mesmo acontece, e deve acontecer, com a literatura infantil, que tem de ser vasta e variada...»

in Ana de Castro Osório,
a mulher que votou na literatura

Texto: Carla Maia de Almeida
Ilustrações: Suza Monteiro
Coleção Grandes Vidas Portuguesas
Imprensa Nacional-Casa da Moeda / Pato Lógico Edições
48 pp.





Filipe Abranches, que ilustrou Alexandre Serpa Pinto - O Sonhador da África Perdida, com texto de Luís Almeida Martins, acaba de ser selecionado para integrar a Exposição de Ilustraodres da BCBF - Bologna Children’s Book Fair (Feira do Livro Infantil de Bologna), em 2018.




A BCBF é atualmente o grande acontecimento anual no calendário europeu (senão mesmo mundial!) de eventos em torno da literatura infantil e juvenil. A sua 55.ª edição decorrerá de 26-29 de março.

A Exposição de Ilustradosres, lançada em 1967, poucos anos após a primeira edição da BCBF, é uma das grandes atrações da Feira e uma montra das tendências mais recentes da ilustração de fição e não-ficção.

Dos estilos mais «pop» aos mais alternativos, a Exposição mostra a seleção daqueles que o juri considera os melhores ilustradores entre um universo de mais de 3000 candidatos oriundos de mais de 25 países. Uma oportunidade única para descobrir novos talentos!

Muitos parabéns, Fillipe Abranches!


   
Alexandre Serpa Pinto - O Sonhador da África Perdida
Luís Almeida Martins (texto)
Filipe Abranches (ilustrações)
Coleção Grandes Vidas Portuguesas
Uma edição conjunta da Imprensa Nacional e da Pato Lógico
80 pp.
ISBN 978-972-27-2513-2





«Para se falar de um escritor como José Saramago, tem de se somar à realidade o imaginário». Quem o diz é Inês Fonseca Santos em «José Saramago: Homem-Rio», mais um volume da colecção Grandes Vidas Portuguesas, editada em parceria pela Pato Lógico e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, que tem como objectivo levar o seguinte lema aos mais jovens: «Portugal de ontem, de hoje e de sempre, através das vidas de quem o fez grande».

As ilustrações de João Maio Pinto são um cruzamento feliz entre a pop art e o território da ficção científica, fazendo deste um dos mais interessantes livros da colecção em termos visuais.



Ler a peça completa aqui.






A jornalista Cláudia Lobo sobre o novo volume da coleção Grandes Vidas Portuguesas, uma coleção destinada ao público infantojuvenil, que vem reforçando anualmente a sua presença com excelentes textos e inspiradas ilustrações sobre a história de «Portugal de ontem, de hoje e de sempre, através das vidas que quem o fez grande».

O livro transporta-nos para a África do século XIX e conta-nos de forma apaixonada (e de um modo que os miúdos tudo percebem) não só as aventuras de Serpa Pinto mas também as de outros exploradores, nomeadamente Livingstone. Um prazer.
Cláudia Lobo
in VISÃO / Se7e
de 9 jan 2017

http://sicmulher.sapo.pt/programas/faz-sentido/videos/2016-12-19-Top-5-Leituras-imperdiveis

SOU O LINCE-IBÉRICO, o Felino mais Ameçado do Mundo, com texto de Maria João Freitas e ilustrações de Nádia e Tiago Albuquerque, é a publicação infantojuvenil escolhida por João Paulo Sacadura, no programa «Faz Sentido» (SIC Mulher) de 19 de dezembro, como «leitura imperdível» para as férias de Natal.

Uma narrativa rigorosa e divertida que, associada a uma moeda comemorativa, é também um projeto solidário em favor do Fundo para a conservação da natureza.

Sou o Lince-Ibérico é o segundo de uma série de títulos educativos publicados pelo Museu Casa da Moeda em conjunto com a INCM e o Pato Lógico, com o apoio do Museu do Dinheiro e do ICNF.

Ver na rubrica «Leituras Imperdíveis» aqui (a partir dos 8 min 45 s).

http://sicmulher.sapo.pt/programas/faz-sentido/videos/2016-12-19-Top-5-de-musica   

Sou o Lince-Ibérico
Felino mais Ameaçado do Mundo

Maria João Freitas (texto)
Nádia e Tiago Albuquerque (ilustrações)
Museu Casa da Moeda / INCM / Pato Lógico
2016
48 pp.
(Inclui poster.)




Título: Alexandre Serpa Pinto, o Sonhador da África Perdida
Autores: Luís Almeida Martins (texto) e Filipe Abranches (ilustrações)
Coleção Grandes Vidas Portuguesas
Edição: INCM—Pato Lógico
Local: Sociedade de Geografia de Lisboa
R. das Portas de Santo Antão, n.º 100
Data: quarta-feira, 14 de dezembro
Horário: 18:30 h

Chamava-se Alexandre Alberto de Serpa Pinto. Já morreu há muitos anos (e, claro, nasceu ainda há mais). Quando ele viveu, Portugal era uma monarquia (...).

O avô do rapazinho, que ainda era vivo, tinha a teoria de que o contacto com a natureza no seu estado mais puro fazia parte da educação de uma criança. Arranjou por isso uma cabrinha e ensinou-a a dar de mamar ao neto quando este desse sinais de ter fome. A cabra chamava-se Cora (...).

Uma vez que sentia o apelo da vida aventurosa ao ar livre, meteu-se-lhe na cabeça que havia de ser militar e viver grandes aventuras.

(...)

Certo dia do final de 1876, quando tinha 30 anos e estava de novo em Lisboa e de volta à rotina da vida nos quartéis (já com o posto de major), Alexandre encontrou casualmente no Terreiro do Paço um antigo camarada, que lhe fez uma grande festa. No meio dos abraços (...), este contou-lhe que tinha ouvido dizer que estava a ser organizada uma grande expedição destinada a explorar o interior de África, entre as costas de Angola e de Moçambique. Alexandre nem precisou de ouvir mais (...).

E eis que, no dia 5 de maio de 1877, Alexandre [Serpa Pinto] e Hermenegildo [Capelo] embarcaram em Lisboa no vapor Zaire, rumo a Luanda. Que grande dia!
https://www.incm.pt/portal/loja_detalhe.jsp?codigo=103038



Chamava-se Alexandre Alberto de Serpa Pinto. Já morreu há muitos anos (e, claro, nasceu ainda há mais). Quando ele viveu, Portugal era uma monarquia (...).

O avô do rapazinho, que ainda era vivo, tinha a teoria de que o contacto com a natureza no seu estado mais puro fazia parte da educação de uma criança. Arranjou por isso uma cabrinha e ensinou-a a dar de mamar ao neto quando este desse sinais de ter fome. A cabra chamava-se Cora (...).


Uma vez que sentia o apelo da vida aventurosa ao ar livre, meteu-se-lhe na cabeça que havia de ser militar e viver grandes aventuras.

(...)

Certo dia do final de 1876, quando tinha 30 anos e estava de novo em Lisboa e de volta à rotina da vida nos quartéis (já com o posto de major), Alexandre encontrou casualmente no Terreiro do Paço um antigo camarada, que lhe fez uma grande festa. No meio dos abraços (...), este contou-lhe que tinha ouvido dizer que estava a ser organizada uma grande expedição destinada a explorar o interior de África, entre as costas de Angola e de Moçambique. Alexandre nem precisou de ouvir mais (...)

E eis que, no dia 5 de maio de 1877, Alexandre [Serpa Pinto] e Hermenegildo [Capelo] embarcaram em Lisboa no vapor Zaire, rumo a Luanda. Que grande dia!



O resto da história, podes lê-lo neste livro, que já está nas livrarias:

Alexandre Serpa Pinto
O SONHADOR
DA ÁFRICA PERDIDA
Texto: Luís Almeida Martins
Ilustrações: Filipe Abranches
INCM—Pato Lógico
2016


Boa aventura!


«Grandes Vidas Portuguesas — Portugal de ontem, de hoje e de sempre, através das vidas de quem o fez grande.»
Uma edição INCM—Pato Lógico
Título: José Saramago, Homem-Rio
Autores: Inês Fonseca Santos (texto) e João Maio Pinto (ilustração)
Apresentação pelos autores
Local: Fundação José Saramago (Lisboa)
Data: 19 novembro
Horário: 16:30 h




Os autores de Saramago, Homem-Rio, Inês Fonseca Santos e João Maio Pinto, apresentam o mais recente título da colecção Grandes Vidas Portuguesas, uma coedição Imprensa Nacional / Pato Lógico, cujo lema é «O Portugal de ontem, de hoje e de sempre, através das vidas de quem o fez grande».

O lançamento do livro acontece na Fundação José Saramago, no dia 19 de Novembro, pelas 16 horas, integrando a programação dos Dias do Desassossego, evento organizado pela Fundação José Saramago e a Casa Fernando Pessoa, que celebram Pessoa e Saramago nas ruas de Lisboa, ambos biografados nesta coleção.