Criada em 1982 por Vasco Graça Moura, então administrador responsável pelo pelouro editorial na Imprensa Nacional-Casa da Moeda [INCM], a coleção Plural acolheu, até ao fecho daquela década, obras de novos mas já promissores autores, que tiveram nela a sua primeira oportunidade de publicação. Entre os títulos publicados encontram-se obras de ficção, ensaio, dramaturgia e mesmo artes plásticas, mas sobretudo de poesia. A Imprensa Nacional assumia deste modo o papel de serviço público que lhe cabe desde a sua fundação, neste caso dando oportunidade aos novos.

Com a criação do Prémio Imprensa Nacional|Vasco Graça Moura, em 2015, a editora pública decidiu também fazer reviver esta emblemática coleção e o essencial do seu objetivo. É desígnio da nova «Plural» publicar as obras poéticas distinguidas no âmbito do Prémio, mas também outros títulos de indubitável qualidade que não encontraram ainda a justa oportunidade de publicação ou que são de acesso difícil para o público português.

Em 2015 a Plural renasceu como espaço dedicado à poesia do grande universo da língua portuguesa — espaço de liberdade, espaço de literatura, espaço de difusão, espaço de pluralidade — homenageando a memória plural do renascentista português dos séculos xx e xxi que foi Vasco Graça Moura. E continua.  Conheça os títulos da «Plural» na nossa loja online. Aqui.



João Paulo Sousa é o vencedor da 5.ª edição (Ensaio - domínio das Humanidades) do Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura 2019 pelo seu trabalho Narrativa Vertical. José de Almada Negreiros e o Romance da Modernidade.

João Paulo Sousa nasceu em 1966, no Porto. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo também aí concluído o mestrado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Em 2001, publicou o seu primeiro romance A Imperfeição. Seguiram-se  os títulos Os Enganos da Alma (2002), O Mundo Sólido (2009), O Rosto de Eurídice (2016) e Ninguém Espera por mim no Exílio (2018). É ainda autor de diversos textos críticos sobre estética, literatura e teatro.

Além do prémio pecuniário no valor de 5000 euros, João Paulo Sousa verá a sua obra publicada pela Imprensa Nacional na coleção «Olhares».

O júri foi constituído por Pedro Mexia, que o presidiu, Jorge Reis-Sá e Joana Matos Frias.

Recorde-se que o Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura foi instituído pela Imprensa Nacional em 2015 e tem por objetivo distinguir, rotativamente, trabalhos inéditos em língua portuguesa nas áreas de atuação onde Vasco Graça Moura mais se destacou: poesia, ensaio e tradução. Nas edições anteriores, o Prémio distinguiu os seguintes trabalhos:

1.ª Edição - POESIA (2015)

VENCEDOR
História do século vinte, de José Gardeazabal


MENÇÃO HONROSA
Fade Out, de Alexandre Sarrazola

2.ª Edição - Ensaio na área das «Humanidades» (2016)


VENCEDOR
Uma Aproximação à Estranheza, de Frederico Pedreira


MENÇÃO HONROSA
Debaixo da nossa pele. Uma Viagem, de Joaquim Arena

3.ª Edição - Tradução (2017) 


VENCEDOR
Rimas de Michelangelo Buonarroti
Trad. de João Pedro do Carmo Rosa Mendes Ferrão

MENÇÃO HONROSA
Rimas de Guido Cavalcanti
Trad. de Ana Filipa Morais Ferreira da Silva Santos


4.ª Edição - Poesia (2018)

OBRA VENCEDORA
Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio
José Luíz Tavares







Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio, de José Luiz Tavares é o título do livro galardoado com o Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura 2018 dedicado nesse ano a trabalhos de poesia inédita, escrita em língua portuguesa.


Escritor cabo-verdiano e poeta da língua portuguesa, José Luiz Tavares tem sido distinguido com vários prémios literários e os seus poemas encontram-se traduzidos para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, letão, finlandês, russo, mandarim, neerlandês e galês.

O Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura foi instituído em 2015, em homenagem ao cidadão, autor, intelectual e antigo administrador da INCM responsável pelo pelouro editorial, para distinguir anualmente obras inéditas de Poesia, Ensaio e Tradução, áreas em que Vasco Graça Moura particularmente se notabilizou. Com a atribuição deste prémio, a Imprensa Nacional reforça a missão que lhe cumpre, enquanto editora pública, de promoção e preservação do património  da língua e da cultura portuguesas.


Sobre a coleção «Plural»

Criada em 1982 por Vasco Graça Moura, então administrador responsável pelo pelouro editorial na INCM, a Plural acolheu, até ao fecho daquela década, obras de novos mas já promissores autores, que tiveram nela a sua primeira oportunidade de publicação. Entre os títulos publicados encontram-se obras de ficção, ensaio, dramaturgia e mesmo artes plásticas, mas sobretudo de poesia. A INCM assumia deste modo o papel de serviço público que lhe cabe desde a sua fundação, neste caso dando oportunidade aos novos.

Com a criação do Prémio INCM  |   Vasco Graça Moura em 2015, a editora pública decide também fazer reviver esta emblemática coleção e o essencial do seu objetivo. É desígnio da nova Plural publicar as obras poéticas distinguidas no âmbito do Prémio, mas também outras obras de indubitável qualidade que não encontraram ainda a justa oportunidade de publicação ou que são de acesso difícil para o público português.

Esta coleção renasce como espaço dedicado à poesia do grande universo da língua portuguesa  — espaço de liberdade, espaço de literatura, espaço de difusão, espaço de pluralidade  — homenageando a memória plural do renascentista português dos séculos xx e xxi que foi Vasco Graça Moura.



Já estão abertas as candidaturas ao Prémio INCM/VGM 2018! E continuarão a decorrer até ao dia 15 de outubro.

Este ano cumpre-se a quarta edição do Prémio INCM/Vasco Graça Moura, que volta a ser dedicada a trabalhos inéditos de poesia, escrita em Língua Portuguesa.

À semelhança das edições anteriores, o galardão contempla a publicação do trabalho vencedor, além de uma componente pecuniária no valor de 5 mil euros.

O anúncio da decisão do júri será conhecido a 15 de novembro. O júri esse é já repetente: composto pelo poeta e editor Jorge Reis-Sá, pelo poeta, cronista e crítico literário e cinematográfico Pedro Mexia e pelo arcebispo e poeta José Tolentino Mendonça — que o continua a presidir.

Recorde-se que o Prémio INCM/Vasco Graça Moura tem uma periodicidade anual e pretende distinguir trabalhos inéditos nas áreas de atuação onde Vasco Graça Moura se destacou: Poesia, Ensaio e Tradução.

Em 2015, na sua primeira edição, premiou a poesia de José Gardeazabal, história do século vinte; em 2016 o galardão foi entregue a Frederico Pedreira, pelo ensaio Uma Aproximação à Estranheza e em 2017 distinguiu João Pedro Mendes Ferrão, pela proposta de tradução de Rimas, da autoria Michelangelo Buonarroti (1475-1564).

O Prémio INCM/VGM tem vindo (e continua) a incentivar e a estimular  a promoção da língua e da cultura portuguesas, sendo  também a justa homenagem que a editora pública presta a um dos seus antigos diretores, Vasco Graça Moura,  figura incontornável da vida intelectual e cultural do País nos séculos XX e XXI.

Conheça o Regulamento aqui: Regulamento Prémio INCM/Vasco Graça Moura 2018


Na década de 1980 Vasco Graça-Moura, então responsável pelas edições da INCM, lançou uma coleção à qual chamou «O Essencial sobre». Inaugurou-a com O Essencial sobre Irene Lisboa, pela lavra de Paula Mourão. A ideia era avançar com uma coleção sobre diversos temas da cultura e da literatura portuguesas, explicados de uma forma breve e acessível, para um público generalista e por um valor muito acessível. Aliás, a promoção da coleção — hoje politicamente incorreta — passou pela televisão portuguesa e o slogan era precisamente: «Fume menos, leia mais». Na verdade, comprar um livro da coleção «O Essencial Sobre» tinha o mesmo preço do que um maço de tabaco. Confirme:



(clique na imagem para ver o video)

A coleção prosseguiu sempre com a mesma missão. Hoje é já uma das mais icónicas coleções da editora pública. Conta já com 134 títulos (e segundas edições) para os quais contribuíram e continuam a contribuir os mais prestigiados escritores e pensadores nacionais.
A coleção «O Essencial Sobre» foi, entretanto e naturalmente, abrindo portas a nomes e a temas internacionais, muitos deles fundamentais para a matriz cultural do Ocidente.
Em 2010 a imagem da coleção foi repensada, tornando-se esteticamente mais atual e atrativa. As capas estão desde então a cargo do ateliê Silvadesigners.
O último número da coleção foi dedicado ao italiano Dante Alighieri, de autoria de António Mega Ferreira.

Lista de Essenciais: clique aqui.
Entre 30 de julho e 15 de outubro de 2017, decorre o prazo para entrega de candidaturas à 3.ª edição do prémio INCM / Vasco Graça Moura, a atribuir a trabalhos de TRADUÇÃO de obras em domínio público.


O Regulamento bem como e toda a informação necessária estão disponíveis AQUI.
 

O júri do Prémio INCM/ Vasco Graça Moura, composto por José Tolentino Mendonça, Pedro Mexia e Jorge Reis-Sá, anunciou ontem, dia 6 de outubro, o vencedor da 2.ª edição destinada a trabalhos de Ensaio inéditos na área das «Humanidades»:


VENCEDOR
Uma Aproximação à Estranheza, de Frederico Melo de Ornelas Pedreira






Além da atribuição do Prémio, o júri deliberou ainda distiguir com uma Menção Honrosa o trabalho  Debaixo da Nossa Pele, de Joaquim Arena.












Entre 30 de junho e 30 de agosto de 2016, decorre o prazo para entrega de candidaturas à 2.ª edição do prémio INCM / Vasco Graça Moura, a atribuir a trabalhos de ENSAIO inéditos na área das «Humanidades».


O Regulamento bem como e toda a informação necessária estão disponíveis AQUI.





Prémio INCM / Vasco Graça Moura 2015
1.ª edição – POESIA

 VENCEDOR

História do Século Vinte, de José Gardeazabal


MENÇÃO HONROSA

Fade Out, de Luís Alexandre Sarrazola 


A cerimónia pública de entrega do prémio será no próximo dia 30 de outubro, na Biblioteca da Imprensa Nacional.

in Diário Digital, quarta-feira, 8 de Julho de 2015

«A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) acaba de apresentar o Prémio INCM/Vasco Graça Moura que distingue, na sua primeira edição, trabalhos inéditos no domínio da poesia. As candidaturas decorrem entre 15 de Julho e 15 de Setembro.»

Artigo completo aqui.